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 REGRAS DE ESTUDO DA BIBLIA

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MensagemAssunto: REGRAS DE ESTUDO DA BIBLIA   Ter 30 Ago 2011, 14:07

Se todos seguirem essas regras,eliminaremos as falsas interpretações biblicas...




I. A Bíblia

A palavra Bíblia é a forma do plural grego "Biblion", diminutivo neutro, que significava "livros" ou "libreto", que a seu termo vem de "Biblos", que é propriamente a entrecasca da planta do papiro (urna cana ou junco que cresce as margens do rio Nilo (Africa) e outros rios do oriente), vide Ex 2.3; Jo 8.11; Is 18.2, e que cobre o material em que se escrevia. Do papiro se extraiam tiras, as quais eram coladas uma as outras formando um rolo de qualquer extensão. Outro material usado para a escrita era o pergaminho, que vem dos tempos cristãos.

Bíblia, então, queria dizer "Os livros". O Antigo Testamento, no tempo de Jesus, já era chamado "as Escrituras" (ai graphai). Cada livro era escrito separadamente em seu rolo especial e, os das sinagogas eram presos a duas hastes de madeira, em cada banda, desenrolando-se de uma e enrolando-se na outra a proporção em que era lido. Bíblia significa, hoje, = Livro - O livro por excelência, o Livro Sagrado.



II. Os Manuscritos

Manuscrito é uma palavra de origem latina, ou seja: "Manus" - mão e "scriptus"- escrito. Um documento manuscrito quer dizer o que foi escrito a mão. No passado, todos os documentos eram escritos ou copiados a mão; e os textos bíblicos nos foram transmitidos através dos manuscritos.

1. Material empregado.

- Papiro. O papiro deu o nome ao papel. Da casca dessa planta (que atingia de 2 a 4 metros de altura) se faziam as folhas para os manuscritos, e estas eram de 15 a 27cm de comprimento.

- Pergaminho. Do latim pergamina, de Pérgamo. "Segundo Plínio o nome pergaminho teve origem no caso acontecido ao rei de Pérgano, Eumenis II, em 160 aC. Este rei planejou formar urna biblioteca maior que a de Alexandria, no Egipto." O rei desse país, por inveja, proibiu a exportação de papiro para Pérgamo, obrigando Eumenis a recorrer ao processo de preparar peles para escrita. Isto promoveu o surgimento de um novo método de prepará-las tão aperfeiçoado que a cidade-estado deu nome ao pergaminho (2 Tm 4.13).

2. Outros materiais usados pelos povos antigos.

- Argila. Em forma de tijolos cozidos ou não (Ex 4.1)

Ostracom (fragmentos de cerâmica que já não serviam para outros fins)

- Bronze. Liga de cobre e estanho.

-Cera. Escritas em tábuas revestidas de cera (Is 8.1; 30.8; Lc 1.63)

-Chumbo. (Job 19.23,24)

-Linho. Usado pelos egípcios e romanos.

-Madeira

-Ouro. Há muitas descobertas de moedas e jóias com inscrições (Ex 28.36)

-Pedra. Há três notáveis pedras:

Rocha de Behistun (Irã) - Foi a chave para a descoberta da escrita cuneiforme (forma de cunha).

Pedra Roseta - Foi a chave para decifrar os hieróglifos egípcios.

Pedra Moabita - Escrita por Mesa, rei de Moabe (850aC), 2 Rs 3.4

III. Composição da Bíblia

A Bíblia compre-se de duas partes:

- Antigo Testamento

- Novo Testamento

1. Antigo Testamento (AT) - O Antigo Testamento contém os livros sagrados dos judeus, isto é, a "colecção das Escrituras que o povo hebreu foi acumulando desde o tempo de Moisés ate cerca de um século antes de Jesus Cristo". Nos diversos livros dessa colecção acham-se os principais factos históricos e outras manifestações da vida espiritual desse povo.

A língua original do AT é o hebraico, com ligeira excepção: Ed 4.8 a 8.18; 7.12-26; Jr 10.11; Dn 2.4 a 7.28, escritos em aramaico.

Três séculos antes de Cristo, o AT foi traduzido para o grego em Alexandria por setenta letrados (Versão dos LXX), no ano de 285 aC. Foi esta versão que dividiu e situou os livros por assuntos, censurado6 temos hoje: Lei, História, Poesia, Profecia. Citada frequentemente por Jesus.

A língua hebraica é chamada no AT de "língua de Canaã" (Is 19.18) e "língua judaica" (Is 36.13; 2 Rs 18,26,28), lê-se da direita para a esquerda, e o alfabeto compõe- se de 22 letras.

"O hebraico é uma língua que, sem ter a elasticidade e beleza do árabe, a mais bela da família, excede a todas na simplicidade e nobreza de suas formas. Era escrita apenas com as consoantes, e como escrevem hoje os taquígrafos; por isso é uma língua que obriga o leitor a pensar e ir interpretando o texto, penetrando bem o seu sentido, pois, por exemplo, três consoantes com vogais diversas, antes, no meio e depois delas, significam as coisas mais diversas. Os comentadores judeus da Bíblia, já séculos depois de nossa era, a fim de dar estabilidade ao texto, que reviam com cuidado, propuseram pontos, e pequenos traços em cima e embaixo das letras, indicando as vogais e as paradas em que o leitor deve respirar. "Os judeus tinham muito cuidado com as cópias que tiravam das suas Escrituras, as quais eram reguladas por instruções muito estritas".

Divisão do Antigo Testamento

O AT está dividido em 39 livros, porém os judeus contavam como se fossem ora 22 ou 24, e já nos últimos séculos antes de Cristo dividiam esses 24 livros em três secções (Lc 24.44):

1º Lei (Torá, Torah) (5) - de Génesis a Deuteronómio"

2° Profetas (Nebiim) (Cool- Profetas antigos - Compreende hoje que chamamos de livros históricos (Josué a Ester) - Profetas - No sentido estrito, exceptuando o livro de Daniel (que diziam ser alegórico) - Maiores - Isaías, Jeremias, Ezequiel – Menores - Os doze: Oséias a Malaquias.

3° Escritos Sagrados (Kethubim) (11)- Livros poéticos - Salmos, Job, Provérbios - Os cinco rolos (Megil1oth) - Cânticos dos cânticos, Rute, Lamentações, Eclesiastes e Ester - Históricos - Daniel, Esdras, Neemias, Crónicas.

A razão de 24 em vez de 39 livros é porque são considerados um só livro cada grupo como segue: I e 2 Samuel; 1 e 2 Reis; I e 2 Crónicas, Esdras e Neernias e os doze profetas menores. Quando era de 22 livros, Juízes e Rute e Jeremias e Lamentações eram um só livro.

Os nossos 39 livros estão divididos em 4 classes:

1. Lei (5 livros) -O pentateuco ou os cinco primeiros livros, isto é, de Génesis a Deuteronómio

2. História (12 livros) de Josué a Ester - Divide-se em quatro períodos da História

a. Teocracia (Juízes)

b. Monarquia (Saul, David. Salomão)

c. Divisão do reino e cativeiro (Judá e Israel)

d. Período pós-cativeiro

3. Poesia (5 livros) - de Job a Cantares

4. Profecia (7 livros) - de Isaías a Malaquias, divididos em:

a. Profetas Maiores (Isaías a Daniel)

b. Profetas Menores (Oséias a Malaquias)

Assim, o Antigo Testamento é composto de obras de autores diversos, como Moisés, que foi um príncipe e legislador; Josué, um general; David e Salomão, reis e poetas; Isaías, estadista e profeta; Daniel, primeiro-ministro; Zacarias e Jeremias, sacerdotes e profetas; Amós, homem do campo; e de variados assuntos como "legendas e poesias heróicas dos tempos primitivos, história das origens do povo israelita e desenvolvimento histórico ate a volta do exílio, poemas, obras de moral e ciência, profecias, cântico de arrependimento e de louvor a Deus, leis civis, religiosas e morais, etc. Isso tudo reunido num só livro forma uma harmonia perfeita, incompreensível para a mente humana, mas claro para os que têm a mente de Cristo (1 Co 2.16).

2. Novo Testamento (NT) - O Novo Testamento contém 27 livros, e está dividido em quatro secções:

Biografia (4 livros) – Mateus, Marcos, Lucas e João

História (1 livro) – Actos dos Apóstolos

Doutrina (21 livros) – São as vinte e uma epístolas (cartas), de Romanos a Judas.

- 9 dirigidas a igreja

- 4 dirigidas a indivíduos

- 1 dirigida aos hebreus

-7 são universais (Tiago a Judas)

Profecia - Apocalipse (Revelação de Jesus Cristo)

IV. Particularidades da Bíblia

- A Bíblia toda (66 livros) teve cerca de 40 escritores, por um período de 16 séculos aproximadamente, e que não se conheceram; pertenciam a diversas classes, de continentes diferentes, e o que é mais importante, nada sabiam o que havia sido já escrito. A perfeita unidade da Bíblia, quando a lemos, inspira-nos a glorificar a Deus porque em meio a alegria e tristezas, o produto final apresenta uma só mensagem e uma só salvação - JESUS.

- Inicialmente, os escritos da Bíblia não eram divididos em capítulos e versículos; a divisão em capítulos só vem a acontecer no ano 1250 AD, pelo Cardeal Hugo de Sancto Caro, monge dominicano, que dele se serviu para a sua concordância com a Vulgata. "As aplicações a esta concordância deram-lhe muito valor e estabeleceram a prática de citar os capítulos em vez de referir-se ao livro ou a alguns factos proeminentes nele contidos".

- Alguns pesquisadores atribuem essa divisão também a Stephen Langton, falecido em 1228. No ano 1551, Robert Stevens fez a divisão em versículos, publicando a primeira Bíblia, assim dividida, em 1555.

- O Antigo Testamento encerra citando maldição. O Novo Testamento encerra citando graça do Senhor Jesus Cristo.

- Há 8.000 vezes a palavra "Senhor".

- A volta de Jesus é citada 1845 vezes.

- O Autor da Bíblia é Deus.

- O Intérprete da Bíblia é o Espírito Santo.

- O Assunto Central da Bíblia é Jesus Cristo.

- A Bíblia é o livro mais editado do mundo.

- A Bíblia é o livro mais lido do mundo.

- Não existem duas Bíblias: Ela é uma só.

Regras de Estudo da Bíblia

Qualquer crente no Senhor Jesus Cristo pode estudar a Bíblia, uma vez que satisfaça certas regras de estudo, seja qual for o método utilizado pelo estudante. O estudo bíblico não é reservado a uns poucos favorecidos, não. Também para tal não há qualquer iniciação secreta. Deus nunca tencionou tornar difícil ou inacessível o estudo da Sua Palavra, posto que o mesmo leva-nos a conhecê-lo cada vez mais. Considere pois, amado leitor, coisa de capital importância o estudo sério, sistemático e diuturno das Santas Escrituras. E sumamente compensador em todos os sentidos.

Apresentaremos 13 regras ao todo. Urnas são originadas por nós, outras não. Tendo o autor experimentado estas regras, pode garantir que elas funcionam eficazmente onde quer que forem observadas, censurado6 vai aqui descrito. Passemos pois a considerá-las:

1. A Regra do Autor

A primeira regra para seu êxito no estudo da Bíblia é conhecer o seu autor. O autor é Deus. Você o conhece? Conhecer alguém no sentido estrito da palavra não é apenas ter contacto, ser apresentado ou cumprimentado por alguém, é ter intimidade, amar, andar ou conviver, enfim, comungar com este alguém (Jo 14.21-23; 17.3). Perguntamos mais uma vez: você conhece o autor da Bíblia? E Ele o seu Salvador, Senhor e Mestre? Se não conhecemos o autor da Bíblia, estaremos desqualificados para o estudo e compreensão da revelação divina... Sem conhecer o Autor, tudo é difícil na Bíblia! Esse conhecimento deve ser progressivo (Os 6.3; Jo 14.20). De facto, a real compreensão da Bíblia depende do nosso crescimento espiritual diante do Senhor (Mc 4.33; Jo 16.12,13; Hb 5.13,14).

Textos sobre regras do Autor: Lc 24.27,45; At 16.14.

2. A Regra da Leitura Sistemática

Queremos dizer com isso, leitura seguida e total da Bíblia. Se o leitor não vem lendo a Bíblia de modo seguido e total, não se queixe de não compreendê-la. Como o leitor pensa compreender um livro que nem sequer leu-o todo ainda? Não estamos falando aqui da leitura bíblica devocional, esta que se faz em nossos momentos a sós com Deus, dedicados exclusivamente a devoção e comunhão especial com Ele. Não precisamos discorrer sobre a leitura devocional, já que deve ser parte integrante da vida espiritual de cada filho de Deus.

Em se tratando de leitura da Bíblia como tal, dois métodos de estudo bíblico lhe estão afectos: o sintético e o analítico. O método sintético considera cada livro ou a Bíblia inteira como um todo. É por meio de tal método que se vê as divisões naturais de cada livro bem como seu desígnio especifico. O estudante da Bíblia deve ler cada livro várias vezes sem interrupção a fim de assenhorar-se de sua síntese. O método sintético não é tão laborioso porque os livros da Bíblia são todos pequenos; mesmo os maiores podem ser lidos em poucas horas.

No método sintético não se faz pausa para estudos prolongados. Faz-se esboços somente. O estudo bíblico segundo este método abrange a Bíblia como um todo, e de igual modo cada livro dela, e cada capitulo dentro de cada livro.

Tenha você uma hora certa para a leitura sistemática da Bíblia. A meditação diária nela, é o segredo da vitória (Js 1.Cool.

O outro método inicial e fundamental de estudo bíblico é o analítico. É o inverso do anterior. Você não irá longe no estudo analítico se não cuidar antes do método sintético. No estudo analítico dividimos o todo em partes para o estudo minucioso, que pode ser de temas os mais variados, inclusive doutrinas, personagens, tipos, etc. Não há quem esgote a Bíblia, pois ela é infinita. Quanto mais a estudamos, mais nos humilhamos vendo a nossa pequenez e incapacidade ante a imponência, a grandiosidade, as profundezas e as riquezas da revelação divina em todos os seus múltiplos aspectos. Este é o nosso testemunho.

A regra da leitura sistemática pode parecer simples, mas é produtiva e surte efeitos maravilhosos. Jamais será vã. Já que estamos tratando de leitura bíblica, é confortante saber que a Bíblia é o único livro cujo autor está sempre presente quando se o lê. Sim, o autor da Bíblia é omnipresente.

Textos sobre regras de leitura sistemática: Dt. 17.19; Sl 119.97,130; 1Tm 4.13; Is 34.16.

3. Regra da Oração

Você não irá muito longe no estudo da Bíblia enquanto não começar aprender a orar. Pedras preciosas podem ser encontradas na superfície da terra, mas regra geral, é preciso cavar. A oração evidencia nossa dependência do Pai Celestial, nossa vontade, fome, amor a verdade e humildade. Orar é falar com Deus, sendo assim um diálogo, não um monólogo. Na oração e meditação diante de Deus, Ele revela suas grandezas. Temos exemplos na Bíblia. Ver o caso de Salomão (1 Rs 3.9; 4.29-34). Ver também Tg 1.5; Pv 2.3-6. Basta estas palavras sobre a oração, porque a melhor maneira de aprendermos a orar é praticando a oração.

Textos sobre a regra da oração: Tg 1.5; Pv 2.4-5; SI 119.18; Ef 1.16-17.

4. A Regra do Mestre

O Mestre que nos ensina a Palavra de Deus é o Espírito Santo. Não há outro. Se não tivermos o Mestre connosco nada aprenderemos. Ele é o Santo Espírito revelador (Ef 1.17). Só Ele conhece as coisas profundas de Deus (1Co 2.10). Deixa o Espírito Santo fluir livremente em sua vida e terá o Mestre com você para lhe guiar "em toda a verdade" (Jo 16.13).

Textos para a regra do Mestre: 1 Co 2.10-12; Jo 14.26; 16.13

5. A Regra da Obediência

Deus não revela sua verdade aos que são apenas curiosos, sem qualquer propósito de obedecer-lhe, mas, aos humildes que quedam-se a seus pés, e o obedecem por gratidão e amor. Ser humilde e piedoso é coisa essencial no estudo das Escrituras (Lc 10.41). O espírito de desobediência paira nestes dias por toda a parte, nos meios domésticos, eclesiásticos, trabalhistas, estudantis, etc. A obediência a verdade divina revelada nas Escrituras é um conhecido factor de progresso para o seu conhecimento.

A desobediência contumaz a Deus, sua vontade, suas leis, fecha a porta as bênçãos de Deus. A obediência é aprendida, não comunicada (1 Rs 1.6; Pv 29.15: Hb 5.Cool. Textos sobre a regra da obediência: Ed 7.10; Jo 7.17; Sl 25.14.

6. A Regra da Fé

A Bíblia aceita-se primeiro pela fé e depois pela razão. Noutras palavras: a revelação divina transcende os limites intelectivos do homem. Por exemplo: o facto da criação do universo (confronte Gn 1.1. com HI, 11.3). Se o leitor não aceitar pela fé a autoridade das Santas Escrituras, neste e em inúmeros outros passos bíblicos semelhantes, está desqualificado para compreender a verdade divina. É preciso que o leitor tenha a Bíblia como a autoridade final, infalível e perfeita nos assuntos por ela tratados.

Deus declara um facto e você cuide em crer nisso, porque Ele não se inclinará para satisfazer sua curiosidade; ou por outra, para revelar coisas que você não pode comportar, ou para as quais você e eu não estamos preparados.

Textos sobre a regra da fé: Lc 24.25; 1 Pe 1.21; 1 Tm 3.16.

7. A Regra do Crescimento Espiritual

Nunca pare de crescer no sentido espiritual. O conhecimento das coisas de Deus vem de acordo com nossa capacidade de recebê-Lo, contê-Lo, assimilá-Lo. O crescimento espiritual vem em parte pela obediência a verdade revelada. Privilégios implicam responsabilidade. Somos responsáveis pela verdade a nós revelada. Ver Ex 32.7-11. Paulo não pode ensinar verdades bíblicas mais profundas aos crentes de Corinto porque os mesmos não queriam deixar de ser "crianças", (1 Co 3.1). Muitos deles nem salvos eram (1 Co 15.34).

Em Marcos 4.33, Jesus ensinou aos seus conforme a capacidade dos mesmos receberem o Seu ensino. E o que vemos também em Hb 5.13,14; a falta de crescimento espiritual é um entrave ao conhecimento das coisas divinas.

Textos sobre regra do crescimento espiritual: Os mesmos da regra anterior. Ver Ef 4.15.

8. A Regra dos Meios Auxiliares

Esses meios auxiliares são três, os quais provêem material de estudo, consulta e referência. Aí se nos fala de livros. Por certo, os da Bíblia e outros que o apóstolo possuía.

a. Livros - Porém, veja que livros tem. Há livros bons, 2 Tm 4.13. Hoje há muito mais livros maus, perniciosos, venenosos censurado6 os de Actos 19.19. Resista também à tentação de levar mais tempo com os livros do que com a Bíblia. Quem fica todo o tempo só com livros toma-se um teórico e autêntico reflector deles, ou melhor, de seus autores.

Aqui está uma sugestão de alguns livros que o estudante da Bíblia deve possuir:

* Uma boa e actualizada versão da Bíblia.

* Demais versões em vernáculo, para estudo comparativo.

* Uma boa Concordância e um Atlas Bíblico.

* Um Manual de Síntese Bíblica ou Chave Bíblica.

* Um Dicionário Bíblico de confiança.

* Um bom dicionário de língua portuguesa.

* Um Manual de Doutrinas Fundamentais (Teologia Sistemática).

* Um ou mais comentários gerais da Bíblia.

b. Apontamentos Individuais - Esses podem ser de duas maneiras:

* Apontamentos de estudos ouvidos.

* Apontamentos de estudos lidos.

A memória falha com o tempo. O melhor é tornar notas. Isso não significa perder a confiança na operação do Espírito Santo, se fosse assim, não seria preciso Deus ter nos provido a Bíblia em forma escrita. Habitue-se a tomar notas de seus estudos individuais, distribuindo-os por assuntos previamente escolhidos. Se você tem livros, organize um índice analítico de assuntos, o qual poderá prestar bons serviços na elaboração de seus estudos.

Apontamentos enriquecem o cabedal de conhecimentos do estudante da Bíblia. A "memória" do apontamento feito, nunca falha se conservada de modo organizado.

c. Conhecimento Intelectual - Na Bíblia Deus usa linguagem humana para ensinar a verdade divina. A Bíblia faz menção de tudo o que é humano para que o homem possa entender melhor o que Deus quer dizer-lhe. Deus mesmo é apresentado na Bíblia censurado6 agindo a moda humana, pelas mesmas razões. Devido a isso, procure obter conhecimento intelectual sob quatro pontos de vista:

1. Conhecimento Gramatical - A revelação divina, como já disse, está em forma escrita. Procure obter uma sorna regular de conhecimentos de sua língua materna, a fim de compreender e escrever bem o que lê, ouve e fala. Dois exemplos: Na cena da crucificação de Jesus, os soldados romanos por não conhecerem a língua aramaica falada por Jesus, não entenderam o seu brado proferido naquela língua, em Mc 15.34. Outro exemplo e o caso da morte de 42.000 efraimitas por causa de uma má pronúncia, ver Jz 12.1-7. Sabemos de casos notórios em nossos dias. Em GI 4.10, por exemplo, o Apóstolo não está ordenando, mas relatando. Veja aí o modo do verbo. Por sua vez, em Jo 4.24, "espírito" é predicado; não substantivo.

2. Conhecimento de vocabulário bíblico e seu emprego na Bíblia - Por exemplo, o termo "justificar" na linguagem bíblica, como na Epistola aos Romanos, não tem o mesmo sentido como nos dicionários comuns, vai muito mais além a acepção. E também o caso do duplo sentido da palavra "testamento" como usada no Novo Testamento. Também a palavra "pai", usada apenas como ancestral, censurado6 por exemplo em 1 Rs 15.11; Dn 5.2-11; At 7.2. Podemos citar muitos outros exemplos. A "Guarda Pretoriana", em Fp 1.13. O termo vem do "pretor", oficial de justiça do Império Romano. Era uma guarda composta de 10.000 homens. Outro exemplo "Ásia" em At 19.10, e Ap 1.4, era a província romana da Ásia, situada na hoje chamada Ásia Menor, que tinha por capital a cidade de Éfeso. Não se tratava do actual continente asiático. Exemplos de referência e factos históricos que o estudante da BIblia deverá estudar: Jo 10.22; e Actos 2.21-38. E que dizer da referenda histórica de Actos 17.18, quanto a epicures e estóicos?

3. Conhecimentos Gerais - De história Antiga e Moderna, Antiguidades Orientais, Geografia Bíblica, bem como Arqueologia e Cronologia. Os mais ilustres mestres das Sagradas Escrituras eram conhecedores do saber universal e contemporâneo. Moisés era versado em toda a ciência dos egípcios, (At 7.22). Daniel era estadista (Dn 6.2,3,28). Paulo era versado inclusive em actualidade, ver At 17.28 e Tt 1.12, onde de cita autores seculares. O crente deve estar actualizado com os acontecimentos, não para exibir-se, mas para estar a par do que se passa no mundo, uma vez que grande parte da Bíblia ocupa-se da predição de acontecimentos mundiais, cujo cumprimento estamos vendo desfilar perante nós, noticiados pelos mais diversos meios de comunicação.

O estudante da Bíblia deve ler muito para melhorar seu preparo e estar bem informado, ampliando e actualizando seus conhecimentos gerais. Quem lê mais, sabe mais! O primeiro versículo do Novo Testamento ocupa-se de livros, Mt 1.1. Logo, quem não admite livros... O antepenúltimo versículo dele, também ocupa-se de livros, Ap 22.19.

4. Conhecimentos, se possível, de línguas originais - Por exemplo: Em Jo 13.10, o primeiro vocábulo "lavar" é no grego "louo" = banho completo; o segundo vocábulo "lavar" é "nipto" = lavar apenas uma parte do corpo. "limpo", no final do citado versículo, é "katharos" que significa, isento de mancha. Tudo isto num só versículo. Se essas diferenças não forem consideradas, como será devidamente explicado o assunto?

Em Mateus 28.19,20, o primeiro "ensinar" é matheteusate = discipular; o segundo é didascantes = instruir metodicamente.

"Família de Estéfanas" em 1 Co 1.16, é "oikos" = membro de família; já em 16.15 do mesmo livro, "família de Estéfaneas" é "oikia" empregados, serviçais. O mesmo termo "oikia" aparece em Fp 4.22, traduzido por casa, significando empregados, serviçais da casa de César, o Imperador.

Em Mt 15.37, cesto e "spuris" = cesto grande; já em 14.20, do mesmo livro, cesto é "Kiphinos" = cesto pequeno. É muito interessante estes dois milagres da multiplicação dos pães e peixes por Jesus.

Em Is 45.7, onde se diz de Deus. "Eu faço o mal; mal é "ra" = mal, (não no sentido pecaminoso, e sim adversidade, dificuldades, problemas). A mesma palavra aparece em SI 5.4; 1 Sm 20.9; Pv 22.3; 1.33. O mesmo sentido ocorre em Mt 6.13-34. Textos sobre a regra dos meios auxiliares : Dn 9.2; 2 Tm 4.13; GI 6.11; Ap 1.3-11.

9. A Regra do Bom Senso ou da Razão

É o uso da razão, da cabeça. A Bíblia nos foi dada por Deus não só para ocupar o nosso coração mas também o nosso raciocínio, Hb 8.10. O bom senso tem muito efeito no estudo bíblico, especialmente na linguagem figurada tão abundante nas Escrituras. Encontramos textos difíceis, é preciso usar, pois a analogia geral das Escrituras é um facto. Não há lugar para contra-sensos. Ao encontrarmos um texto difícil, apresentando discrepância, não pensemos logo que há erro. Na Bíblia, as dificuldades são do lado humano, censurado6 tradução mal feita, falhas gráficas, falsa interpretação, má compreensão. A analogia geral da Bíblia tem que ser mantida. Exemplos: Is 45.7; Mt 23.35; com 2 Cr 24.20; 1 Sm 16.14; Js 24.19; 2 Cr 6.1 com 1 Jo 1.5; etc.

Textos sobre a regra do bom senso: Hb 5.14; Mt 16.3; 1 Jo 5.20.

10. A Regra do Texto

Texto é a parte que estamos lendo. Esta regra é tríplice. O texto bíblico deve ser considerado:

* Quanto a sua aplicação. Esta pode ser quanto a povo, tempo e lugar.

* Quanto a seu sentido. O sentido pode ser literal, figurado e simbólico.

* Quanto a sua mensagem. Esta pode ser doutrinária, profética ou histórica.

A exiguidade de espaço não nos permite entrar em detalhes nas divisões desta regra. Pelo exposto, vimos que no estudo do texto bíblico precisamos ver:

* Quem está falando do registro

* Para quem está falando.

* Em qual dispensação, tempo ou aliança está falando; e,

* Para qual propósito está falando.

Texto sobre a regra do texto: 2 Tm 2.15 (de modo especial o sentido de "manejar")

11. A Regra do Contexto

Contexto vem do latim "contextus" que significa tecido. E o "tecido" da história, do facto, etc... Desprezar o contexto é aprender errado e depois ensinar assim. É deixar a interpretação por conta do acaso. Ignorar o contexto resulta em dar vazão a preconceitos, dogmatismo e especulações sem qualquer base no ensino bíblico geral. As Escrituras, no seu conjunto total, formam uma unidade perfeita, completa. Não é jamais correcto tomar um trecho qualquer e fazê-lo base de uma doutrina. Isso conduz a consequências funestas, enganos, heresias. É de textos isolados de que se aproveitam as seitas falsas para adaptarem a Bíblia as suas monstruosidades doutrinárias. Com textos isolados podemos provar qualquer absurdo com a Bíblia. Por exemplo: Muitos incautos tomam Fp 3.8 para afirmarem que Paulo condenava aí a sabedoria, o saber natural. Porém, leia-se o contexto e ver-se-á que o caso é outro. O mesmo acontece em Is 26.14-19. Outro exemplo: Combine Mt 27.5b com Lc 10.37b, e você terá o falso ensinamento do suicídio na Bíblia.

Muitos tomam 1 Jo 2.27 sem considerar o contexto, e ensinam que o crente que tem a unção de Deus em sua vida não precisa receber qualquer ensino bíblico ou preparação para o trabalho do Senhor. Ora, a Bíblia refere-se aí, ao crente receber ensino de falsos mestres, dos enganadores mencionados nov.26. Em 1 Tm 5.14, Paulo refere-se a viúvas jovens, moças, e não a moças solteiras; para isso basta ler o contexto, no v.11. No Salmo 42.5, o salmista refere-se directamente ao templo de Jerusalém. Considerado isto, o texto torna-se muito mais tocante. Há, é claro, o sentido indirecto e geral.

Há livros na Bíblia que não têm contexto definido, como: Job, Provérbios, Eclesiastes, Cantares. O contexto pode ser imediActo ou remoto, isto é, pode ser um versículo, um capítulo ou o livro todo.

Texto sobre a regra do contexto: 2 Pe 1.20; Rm 15.4

12. A Regra da Revelação Cumulativa

Revelação cumulativa é o acervo de referências bíblicas tratando de um determinado assunto. É um requisito primordial para a compreensão das doutrinas bíblicas. Não se pode formar doutrinas em textos isolados, como já mostramos. O primeiro passo para melhor proveito na observação desta regra de estudo da Bíblia é catalogar os textos ou referências do assunto. Analise em seguida cada texto. Após estudo minucioso, distribua os textos nos sub tópicos do assunto escolhido. Uma boa Concordância Bíblica presta grande serviço aqui, bem como a memória individual sob a iluminação e inspiração do Espírito Santo. O Índice analítico de assuntos é também valioso. Apontamentos bem organizados também prestarão um bom serviço. E claro que a oração, meditação e dependência de Deus deverão ocupar o primeiro lugar em tudo isso.

Considerando esta regra, há dois tipos de referências bíblicas: as reais e verbais: A referenda verbal é um paralelismo de palavras, a real, um paralelismo de pensamentos e ideias.

Texto sobre a regra da revelação cumulativa: 2 Pe 1.20; Sl 36.9.

13. A Regra do Tema Central

A Bíblia inteira é a história do Senhor Jesus Cristo. O Antigo Testamento pode ser resumido numa frase: JESUS VIRÁ (tratando-se do seu primeiro advento, é óbvio). O Novo Testamento pode também ser resumido numa outra frase: JESUS JÁ VEIO.

No Antigo Testamento, lá está Ele nos tipos, símbolos e profetas. No Novo Testamento nós O temos em realidade. Portanto, Cristo é a chave que abre cada escritura. É preciso ler toda a Bíblia com isto em mira.

Textos sobre a regra do tema central: Lc 24.44; Ap 22.16b

Que o estudo sistemático da Bíblia seja uma realidade na vida de cada um dos leitores, ou antes, na vida de cada filho de Deus. Amém.



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MensagemAssunto: Re: REGRAS DE ESTUDO DA BIBLIA   Ter 30 Ago 2011, 14:20

muito bom assuero,muito bem explicado,e pra complementar ai,

deixo esse arquivo,como ler a biblia em um ano ,so abrir e imprimir,ai so seguir firme

http://www.4shared.com/file/AcNzeoXv/imprima_e_leia_a_biblia_em_um_.html

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