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 Traduzindo Palavras "ETERNO" E "PARA SEMPRE"

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silas gomes de souza
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MensagemAssunto: Traduzindo Palavras "ETERNO" E "PARA SEMPRE"   Sex 20 Dez 2013, 19:07

                                O FOGO ETERNO  DE MATEUS 25: 41 E 46



Fogo Eterno para nossa boa compreensão do problema é preciso estudar o substantivo grego Aion e o adjetivo Aiônios, já que o nosso adjetivo (eterno) foi traduzido do grego aiônios, igualmente a palavra OLAM no velho testamento é muitas vezes traduzida pela palavra Eterno ou pela expressão para sempre.


 QUAL O SIGNIFICADO DESTAS
PALAVRA NO GREGO CLÁSSICO?

Traduzidas para o português



Kittel em seu alentado Theological Dictionary of the New Testament, menciona pelo menos cinco:


  1. Força Vital ou Vida;

  2. Tempo de Vida

  3. Época ou geração

  4. Espaço de tempo, referindo-se a o passado

  5. Eternidade.




William Barcay em New Testament Words, diz que no grego clássico a palavra tem três significados:


  1. Indica o tempo de vida. Por isso Heródoto pode falar do nosso aion, bem como privar um homem do seu aion.

  2. Depois veio a significar século, uma geração ou época.





  1. Posteriormente veio a significar um longo espaço de tempo.




Aristóteles diz: “O período que inclui o tempo todo da vida de cada pessoa é chamado o aion de cada um”.

O S.D.A.B.C. tecendo considerações sobre Mat. 25:41 faz referencias a fonte extrabíblicas declarando: “antigos papiros contém inúmeros exemplos de imperadores romanos descritos como aiônios(eternos). Eram imperadores por toda a vida. Ilustra com Tibério Cezar, cujo aiônios durou 23 anos, o tempo decorrido desde ascensão até a sua morte.


AIÔNIOS NA BÍBLIA


O Analytical Greek Lexicon apresenta os seguintes significados para aion: um período de tempo de caráter significativo; vida; uma época; estado de coisas marcando uma época ou era; a presente ordem da natureza.
A natural condição do homem; o mundo. W.E. Vine – An Expository Dictionary of The New Testament Word define aion: uma época, uma era…significa um período de indefinida duração.


Aiônios: descreve duração indefinida, porém não eterna ou infindável, como em Rom. 16:25; II Tim. 1:9; Tito 1:2;

Ora, àquele que é poderoso para vos confirmar segundo o meu evangelho e a pregação de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério que desde tempos eternos esteve oculto”. “Que nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos”. “Em esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos dos séculos”. Vincent, em sua memoravel obra: Word Studies in the New Testament, vol. IV págs 58 a 62, em notas adicionais a II Tim 1:9 se estende quase exaustivamente sobre o substantivo AION e o adjetivo AIÔNIOS, cuja essência aqui se encontra: “Aion um período de tempo de mais longa ou curta duração, tendo um início e um fim, e completo em si mesmo freqüentemente significa a vida de um homem não é contudo, limitado à vida humana; significa também algum período no transcorrer dos acontecimentos... Atente bem para esta frase: A duração do aion depende do assunto ao qual está ligado”. A palavra sempre carrega a noção de tempo, e não de eternidade. O adjetivo aiônios, de modo idêntico transmite a idéia de tempo. Nem o nome, nem o adjetivo, em si mesmo, transmite o sentido de perpétuo ou sem fim. Eles podem adquirir aquele sentido pela sua conotação. “Ambos, o nome e o adjetivo são aplicados a períodos limitados. Assim a frase: eis ton aiona, habitualmente traduzida por “para sempre” é muitas vezes, usada para duração, que está limitada à própria natureza do caso. Cita como exemplo, entre outras as seguintes passagens: Então seu SENHOR o levará aos juízes, e o fará chegar à porta, ou ao umbral da porta, e seu senhor lhe furará a orelha com uma sovela; e ele o servirá para sempre”; Êxodo 21:6.


Então Moisés naquele dia jurou, dizendo: Certamente a terra que pisou o teu pé será tua, e de teus filhos, em herança perpetuamente; pois perseveraste em seguir ao SENHOR meu Deus; Josué 14:9.


E, avistando uma figueira perto do caminho, dirigiu-se a ela, e não achou nela senão folhas. E disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti! E a figueira secou imediatamente”.Mat. 21:19”. “

Os quais, por castigo, padecerão eterna perdição, ante a face do Senhor e a glória do seu poder”; II Tess. 1:9.

A mesma coisa é verdade para aiônios: “E me disse: Eis que te farei frutificar e multiplicar, e tornar-te-ei uma multidão de povos e darei esta terra à tua descendência depois de ti, em possessão perpétua”;Gên. 48:4. “E os filhos de Arão, sacerdotes, tocarão as trombetas; e a vós serão por estatuto perpétuo nas vossas gerações. Num. 10:8; “Mas Cristo, como Filho, sobre a sua própria casa; a qual casa somos nós, se tão somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim”.Heb. 3:6. Muito significativas são ainda as palavras de Barclay: “Porém conquanto aiônios seja usada para descreve as maiores benção da vida cristã, é também usada para descrever as maiores ameaças da vida cristã:



  1. - É USADA PARA DESCREVER O FOGO DA PUNIÇÃO:




"Portanto, se a tua mão ou o teu pé te escandalizar, corta-o, e atira-o para longe de ti; melhor te é entrar na vida coxo, ou aleijado, do que, tendo duas mãos ou dois pés, seres lançado no fogo eterno”Mat.18:8. “Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” Mat.25:41. “Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno Judas 7.

2) - PARA DESCREVER A PRÓPRIA PUNIÇÃO


E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna
Mat.25:46.


3) - PARA DESCREVER O JUÍZO


E da doutrina dos batismos, e da imposição das mãos, e da ressurreição dos mortos, e do juízo eterno” Heb. 6:2);



4)PARA DESCREVER A DESTRUIÇÃO


Que nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos” II Tess. 1:9



DOUTRINAS ENVOLVIDAS COM A PALAVRA AIÔNIOS



Três doutrinas fundamentais estão envolvidas com esta palavra daí a sua profunda significação para nós.



) A Mortalidade do homem: A Bíblia afirma que Deus, unicamente, possui a imortalidade. O homem é mortal; possui natureza inerente pecaminosa e sujeita a morte. A vida eterna é o dom de Deus através da fé em Cristo; (Rom. 6:23).

Aquele que tem o Filho tem a vida, (I João 5:12). A imortalidade é concedida aos justos (arrependidos justificados por Cristo) por ocasião do segundo advento de Cristo, quando os justos mortos são erguidos dos túmulos e os justos vivos transladados para encontrar o Senhor. Será então que os considerados fiéis serão revestidos de imortalidade (I Cor. 15: 51-55).


) Estado do homem na morte: A Bíblia afirma que todos os homens, tantos bons como maus, permanecem no túmulo desde a morte até a ressurreição. (Ecl. 9: 5,6; Sal. 146: 3,4 e João 5:28, 29).


) O Castigo dos Pecadores: Assim diz a Bíblia, que os que até o fim forem impenitentes, inclusive satanás, o autor do pecado, pelos fogos do último dia, serão reduzidos ao estado de não existência (aniquilamento). Tornando-se como se não houvessem sido sendo assim o universo de Deus purificado do pecado e pecadores. (Rom. 6:23, Apoc. 20: 9,10; e Obadias 16).


Embora estes três aspectos estejam envolvidos com a palavra aiônios=eterno esta pesquisa se prende mais ao terceiro deles o castigo dos pecadores.


É fato bastante conhecido que a maioria das denominações protestantes defendem, e ensinam que os ímpios queimarão eternamente, crença esta advinda da compreensão diferente da palavra aiônios. Em outras palavras, a maioria das corporações cristãs, crendo ser a alma imortal, ensina que o castigo dos ímpios será consciente tormento no fogo do inferno, por toda a eternidade. Os que crêem desta forma indagam que razões bíblicas tem uma minoria para crerem que os ímpios não sofrerão castigo consciente através da eternidade?


Antes de respondermos a esta objeção apresentamos mais duas, para depois provarmos as firmes razões bíblicas.



– Egídio Gióia em seu livro “Notas e Comentários à Harmonia dos Evangelhos”, falando do fogo eterno diz: ”Mas o fogo eterno do inferno de que Jesus fala não é um fogo material, e sim um fogo muitíssimo pior: é fogo que queima a alma, e alma é indestrutível, porque é imortal”.



– Walter R. Martin no livro “The Truth About Seventh Day Adventism” Cap. Sétimo, págs. 117 a 139 discute longamente o assunto querendo provar que a alma é imortal e que os descrentes serão atormentados eternamente no inferno.



De todas as suas declarações ele destaca quatro incidentes bíblicos para provar que a alma é imortal é consciente após a morte: a morte de Estevam, as palavras de Jesus ao ladrão, a presença de Moisés no Monte da Transfiguração e a experiência de Saul em En-dor.


Sentencia ainda que a alma humana possua existência interminável e que Deus concedeu a todos os homens, independente do caráter deles, almas que Ele nunca reduzirá à inexistência. Porém a Bíblia não afirma isto. Declara que os versos 41 e 46 de Mateus 25 constituem um dilema, pois se cremos que o castigo dos ímpios é de duração limitada, temos que forçar as leis da gramática para afirmar que a recompensa dos santos também é de duração limitada.


Os textos bíblicos apresentados por ele como ensinando o castigo eterno são; “E sairão, e verão os cadáveres dos homens que prevaricaram contra mim; porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e serão um horror a toda a carne. Isaias 66:24 e “Como labareda de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, os quais, por castigo, padecerão eterna perdição, ante a face do Senhor e a glória do seu poder”. II Tess. 1: 8,9.



RESPOSTAS ÀS OBJEÇÕES



 Seguem-se as razões bíblicas para esclarecer sobre o castigo dos ímpios. Em primeiro lugar é relevante salientar que a eterna bem-aventurança para os justos e o castigo eterno para os ímpios são claramente ensinados nas Escrituras. É perfeitamente razoável equitativo, e está em harmonia tanto com o amor como a justiça de Deus, que Ele recompense o seu povo com a vida eterna, e dê justa retribuição aos ímpios por suas más obras.
                                 O CASTIGO ESTÁ NO FUTURO,

                                  NÃO SE PROCESSANDO AGORA.



Crê-se, geralmente, que por ocasião da morte os justos vão diretamente para o céu, e os ímpios prontamente para o inferno, onde são punidos”...


Contrastes: 1º- Se os salvos por Cristo, que partiram desta vida desde Adão já habitam no Paraíso, não haverá necessidade de ressurreição.


- E se todos os perdidos ao morrer já inicia-se suas punições nas chamas do pseudo inferno não haverá necessidade do juízo final.


Os tribunais humanos não punem um réu sem antes ser julgado; estaria Deus enviando os ímpios para punição das chamas do inferno antes do juízo final ? Jamais!.. Nem os anjos maus nem os homens estão agora recebendo a punição final por suas transgressões.


Essa punição está ainda no futuro. Quando Jesus andou na Terra, um dia os demônios lhe perguntaram:


Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo”?(Mat. 8:29).


Os anjos maus são reservados para o juízo (II Pedro 2:4), ou seja, até o juízo daquele grande dia (Judas 6).


Acerca dos ímpios, lemos que Deus os reserva para o dia do juízo para serem castigados; (II Pedro 2:9).



O QUE CONSTITUI O CASTIGO DOS ÍMPIOS



A única fonte de informação sobre este magno assunto é a Palavra de Deus e não escritos extra-bíblicos, a menos que estes se harmonizem com as Escrituras. Assim sendo, notemos, pois algumas das expressões usadas pelo Senhor acerca deste assunto. Lemos que serão castigados, com final penalidade de suas transgressões, e por haverem rejeitado o Filho de Deus.


1) – OS ÍMPIOS MORRERAM. Em mais de uma ocasião diz-nos que “a alma que pecar essa morrerá” Ez. 14:4 ...“O salário do pecado é a morte”Rom. 6:23. E neste verso traça-se um contraste notável. É prometida aos justos a vida; e aos ímpios a morte.


2) – OS ÍMPIOS SERÃO DESARRAIGADOS: Este pensamento é acentuado repetidamente, em especial no Antigo Testamento. O Salmista olhando ao futuro, para o tempo em que o pecado será abolido, declara: “Os malfeitores serão desarraigados” (Salm. 37:9); e outra vez: “Quando os ímpios forem desarraigados” (V.34).


A palavra desarraigar, ou exterminado em geral é Karath, no hebraico é palavra forte, várias vezes traduzida por fazer perecer como em Ezequiel. 28:16.


3)- OS ÍMPIOS PERECERÃO: esta expressão é usada repetidamente em relação com a destruição das hostes ímpias. A palavra perecer é traduzida do hebraico abad, e quer dizer: “desarraigar” ou exterminar; Exemplo: “Os ímpios perecerão” (Salm. 37:20).


4)- OS ÍMPIOS SERÃO QUEIMADOS: Está é também uma expressão forte, empregada em muitas ocasiões. Malaquias se refere ao dia em que os ímpios hão de ser queimados (Malaquias 4:1).


Mateus fala em serem atados em molhos para queimar (Mat. 13:30) e menciona também que “O joio é colhido e queimado no fogo”; (V. 40). Pedro declara que a “Terra e as obras que nela há, se queimarão” (II Pedro 3:10). Lemos ser o destino final dos injustos o “lago de fogo” (Apoc. 20:15), e a isto o revelador chama “a segunda morte (Apoc. 21:Cool.



5)- OS ÍMPIOS SERÃO DESTRUÍDOS: Este pensamento ocorre em vários exemplos: “Todos os ímpios serão destruídos”; (Salm. 145: 20).


Anjos maus se declaram na presença de Jesus: “Viestes destruir-nos? (Marc. 1:24). Outra vez; “os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus padecerão eterna perdição” (II Tess. 1:9); e o próprio diabo, que introduziu em nosso mundo a iniqüidade, será destruído “para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é o diabo”, (Hebreus 2:14).


Parece que algumas expressões mais fortes são usadas pêlos autores sagrados para acentuar a sorte dos ímpios. Eles não só queimarão=Katakaio - II Pedro 3:10; Mat. 3:12). Não só serão destruídos=Apollimi - Mat. 21:41; Marc. 1:24), mas são completamente destruídos=Exolothreo – Atos 3:23). Eles não somente serão destruídos=Taman - Salm. 104:35) e serão aniquilados= kalat – Salm. 37:20), mas serão totalmente consumidos= apollimi (Salm. 73:19).


     FIGURAS E SIMILES QUE

ILUSTRAM A SORTE DOS ÍMPIOS


A principal talvez seja a destruição de Sodoma e Gomorra. A Bíblia declara que o fogo destruiu as cidades e consumiu a todos (Gên. 19:29 – Luc. 17:29). O castigo aplicado a Sodoma e Gomorra não foi de longa duração, pois lemos que a subversão foi “num momento” (Lam. 4:6). Pedro diz que eles foram reduzidos “a cinza” (II Pedro 2:6). Judas 7 declara que elas “são postas para figura do fogo eterno. Não significa um fogo a arder eternamente, porque os restos de Sodoma e Gomora não ardem mais hoje. O fogo foi de conseqüências eternas. (Questions on Doctrine, págs. 536-539).



            O SENTIDO DO TERMO ETERNO

Os que defendem o castigo eterno argumentam assim: se “vida eterna” se refere para todo o sempre, não será “o castigo eterno” da mesma duração, já que se usa a mesma palavra grega, em ambos os casos?


- A resposta é afirmativa sim, será eterna a morte dos ímpios (o salário do pecado é a morte), à semelhança da vida que os remidos terão.


NOTE BEM: Não duração eterna de sofrimento consciente, mas castigo sentenciado com a morte completa e final. O fim dos que assim sofrem é a segunda morte. Esta morte será eterna, e não poderá haver ressurreição. Que será assim tornar-se muito claro da palavra “eterno” em outros casos. Lê-se de uma redenção eterna em Hebreus 9:12-p. b – cap. 6:2 p.b.) “havendo efetuado uma eterna redenção”, “e de um juízo eterno”. Estas afirmações não significam que a redenção se processe através de toda eternidade, ou que o juízo seja uma obra interminável. Não! A obra da redenção é completa e eterna em seus resultados. O mesmo pode ser afirmado quanto ao juízo. Idêntico princípio aplica-se “ao fogo eterno” e ao “tormento eterno”.


O SDABC esclarecendo o significado de “aiônios em Mateus 25:41 AFIRMA: “No Novo Testamento a palavra aiônios é usada para descrever tanto o destino dos ímpios como o futuro estado dos justos. Seguindo o princípio declarado acima, de que a qualidade durativa de aiônios deve se determinada pela pessoa ou coisa para a qual o termo é usado, vemos que a recompensa dos justos é a vida que não tem fim (João 3:16 – Rom. 6:23. Em João 3:16 o termo vida eterna está contrastando com o termo perecer em II Tess. 1:9 é dito que os ímpios “sofrerão penalidade de eterna destruição”. A expressão não significa um processo que perdura para sempre, mas sim que os resultados são definitivos”. O SDABC conclui com propriedade: “Que o fogo seja eterno, aiônios isto não significa que seja de duração interminável. Isto é, claro em Judas v. 7. Significa que não se extinguirá até que tenha queimado os últimos vestígios de pecado e pecadores”. Com bastante Judicidade, o novo comentário da Bíblia (Edição Vida Nova – em Português) assim se expressa em relação ao fogo que nunca se apagará: “Aquele fogo queimará até o fim, até que cumpra todo seu propósito”.



AIÔNIOS NO VELHO TESTAMENTO


No Velho Testamento a palavra hebraica correspondente a aiônios é Olam, é muitas vezes traduzida pela palavra eterno ou pela expressão para sempre, tendo naturalmente, outros significados. Pois bem, qual é o sentido de OLAM nos textos bíblicos? Significa “que nunca terá fim? Ou o seu sentido, a exemplo de aiônios, depende do objeto que ele modifica? Que dizem os estudiosos? O que comprovam os textos sagrados? Poucos exemplos são suficientes para nos elucidarem:



  1. Em Êxodo 21:6 há declaração de que o escravo serviria o seu senhor para sempre=olam. O tempo do olam é determinado pela natureza da pessoa, coisa ou circunstancia ao qual é aplicado. Quando aplicado a Deus é eterno (Gên. 21:33) porque Deus não tem início nem fim.

  2. Jonas esteve no ventre do peixe “para sempre”=olam




(Jon. 2:6). Para sempre aqui somente três dias e três noites.



  1. II Reis 5:27 afirma, “a lepra de Naamã se apegará a ti a tua semente “ para sempre=olam”




O douto comentarista Adão Clarke assim declara desta passagem: A expressão “para sempre” quer dizer tempo em que existisse qualquer membro de sua geração. Este é o sentido da palavra lé olam, abrange toda a extensão da duração do objetivo ao qual se aplica. O para sempre de Geazi estendeu-se até o tempo de extinguir-se sua posteridade.




RAZÕES PARA REJEIÇÃO DO TORMENTO ETERNO


A Bíblia não confirma a doutrina de vida eterna em tormento nas chamas de fogo, pelas seguintes cinco principais razões:



  1. Por que a vida eterna é dom de Deus (Rom. 6:23). Os ímpios não a possuem, eles não verão a vida (João 3:36); “nenhum homicida tem permanente nele a vida eterna”. (I João 3:15)

  2. Porque o tormento eterno perpetuaria e imortalizaria o pecado, o sofrimento e a miséria, contradizendo, a revelação divina, que prevê o tempo em que estas coisas não existirão mais, (Apoc. 21:4).

  3. Porque nos parece provê um lugar maculado (desonrado) no universo de Deus, por toda eternidade, indicando ser impossível ao próprio Deus, aboli-lo.

  4. Biblicamente apoucaria o atributo de amor visto no caráter de Deus, e implicaria no conceito do ódio que jamais se aplaca.





  1. Porque as Escrituras ensinam que a obra expiatória de Cristo é “aniquilar o pecado” (Heb. 9:26), primeiro do indivíduo, e afinal do universo. O usufruto pleno da obra sacrifical e expiatória de Cristo se verificará não só num povo redimido, mas também num Céu e Terra restaurados (Efésios 1:10).




Em síntese poderemos dizer: o castigo será de acordo com as obras de cada um, em outras palavras será administrado de acordo com graus de gravidade. Os três textos a seguir definem com clareza suficiente o método divino de castigar.



Ai de vos escribas e fariseus, hipócritas! Pois que devorais as casas das viúvas, sob pretexto de prolongadas orações; por isso sofrereis mais rigoroso juízo” (Mat. 23:14)



O qual recompensará cada um segundo as suas; obras; (Rom. 2:6).



E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro que é o da vida; e os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras”. (Apoc. 20:12)



Portanto todo seguimento religiosos, que ensina ser a ALMA Imortal, tendo permanente duração no inferno mitológico ou em outra parte, continua propagando a antiga mensagem transmitida no Éden por satã que disse “certamente não morrereis” (Gên.3:4), em parceria com o espiritismo que também aceita ser a ALMA imortal.



COMO SE EXPLICA A PARÁBOLA

DO RICO E LAZARO?

Outro texto bíblico que os vociferadores do “inferno eterno” se apegam a de (Lucas 16: versos 19 a 28).


Como se explica o caso do homem rico que Jesus descreve como tendo ido ao inferno e Lázaro o mendigo que foi levado pelos anjos à posição do seio de Abraão?


Todos os estudantes em teologia aprendem que não se pode transformar uma parábola em doutrina, porém muitos teólogos transgride por conveniência está regra, como é o caso da parábola do Rico e Lázaro. Se considerarmos literalmente está parábola como fazem a maioria, teríamos que admitir que os pobres não possam ser sepultados, mas deixar que os anjos o leve, para o seio de Abraão; conforme consta do verso 22.


E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; (p.a)”


Está parábola não mostra que existe um inferno ardente em chamas (lugar de tortura), e de gemidos intermináveis, com pessoas conscientes nele. Absolutamente não, pois isto é uma parábola é uma declaração figurada ou simbólica. Não é razoável supor que uma pessoa vai ao inferno apenas por ser rica, vestir boas roupas e ter alimento em abundância; pois vários servos de Deus mencionados na Bíblia possuíram grandes riquezas exemplo de Abraão, Jó, Davi, Ester, etc.; nada se acusa na bíblia de uma pessoa rica ser impossível de herdar a salvação. Por outro lado, seria ridículo crer que a fim de ir ao céu alguém precisa ser mendigo, deitar-se à porta de algum rico, comer as migalhas que caem da sua mesa, estar cheio de feridas e ter cães que venham lambê-los.


Ainda se aplicar-mos está parábola literalmente como sendo o método para salvação (ser mendigo); todos os Judeus inclusive os apóstolos, perderam o direito de salvação, pois não se posicionaram como tal, e toda a comunidade Judaica no mundo, pois a parábola foi dita a eles.


Outro detalhe; se o homem rico estivesse num lago ardente literalmente, como poderia Abraão enviar-lhe Lázaro a fim de refrescar sua língua com uma gota de água na ponta do dedo?


Por meio desta parábola Jesus fez a separação entre duas classes existentes na terra. Uma delas são, os que depositam total confiança em seus bens materiais e nas coisas seculares, no passado os religiosos Judaicos possuidores da riqueza dos conhecimentos de Deus, eles foram guiados por Deus no período teocrático, ensinados por Deus no período profético e conviveram com Cristo, está foi à maior riqueza que outras nações não possuirão são os considerados ricos, porém firmados em sua alto-suficiência, rejeitaram o Messias. Duas passagens bem ilustram à primeira classe vejamos: “E disse-lhe um da multidão: Mestre, dize a meu irmão que reparta comigo a herança. Mas ele lhe disse: Homem, quem me pôs a mim por juiz ou repartidor entre vós?


E disse-lhes: Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui. E propôs-lhe uma parábola, dizendo: A herdade de um homem rico tinha produzido com abundância. E ele arrazoava consigo mesmo, dizendo: Que farei? Não tenho onde recolher os meus frutos. E disse: Farei isto: Derrubarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores, e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens. E direi a minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga. Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus; Luc. 12: 13-21.


Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um censurado3, e miserável, e pobre, e cego, e nu;aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas. Apoc. 3: 17-18


A outra classe são os chamados gentios e pecadores, e para estes considerados pobres, porém, aos reconhecedores da graça oferecida por Cristo, sedentos e desejosos do perdão do Mestre Jesus; como no caso da mulher Cananéia. “Então chegou ela, e o adorou-o, dizendo: Senhor socorre-me. Ele, porém respondendo disse: Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos. E ela disse: Sim, Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores” (Mat. 15: 25-27). E Jesus enfatizando as bênçãos da segunda classe disse: “Por que me vistes, Tomé crestes; bem aventurados os que não viram e creram” (João 20:29). “Em verdade vos digo que publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus” (Mat. 21:31 p.b.).Leia ainda: Sofonias 3:1 –Luc.18:9-1 –Apoc. 3:8



QUEM É O RESPONSAVEL POR ESTÁ DOUTRINA DO TORMENTO EM CHAMAS ETERNAS    QUE DESONRA À DEUS?


Descubra na seqüência da leitura, quem está por traz desta crença.


O que pretendiam os primeiros defensores desta crença?


O propósito ao introduzi-la na mente do povo foi o de amedrontar o povo, e fazê-los comprar as indulgências (documento de perdão do clero-romano) que concedia ao pecador, o direito de ir ao paraíso.


Camponês e proletários vendiam muitas vezes seu único bem, para comprar o documento (a indulgência) das mãos dos padres, que lhes garantiam livrar-los ou um parente falecido, do suposto inferno de chamas torturante. A igreja criou a idéia de um Deus vingativo, torturante dos menos favorecidos que não tendo recursos para comprar as indulgências ou pagar altas taxas por uma missa, eram lançados nas chamas do suposto inferno. Esta crença favoreceu o nascimento e crescimento do ateísmo na frança com François-Marie Arouet dito Voltaire em 1749 um dos principais divulgadores do ateísmo no mundo.


Muitos se afastavam da leitura da bíblia criavam ódio a ela.


 Sem duvida um ser inimigo de Deus, foi quem incutiu nas mentes esta crença. O homem em sã consciência não tortura nem mesmo um cão louco, mas o elimina. Contudo, os clérigos atribuem a Deus, que é amor, o iníquo crime de torturar criaturas, por uma vida de 70,80 anos de pecado terão que ser torturados, por séculos e séculos sem fim.


A doutrina do fogo do inferno foi ensinada pelos pagãos centenas de anos antes de Cristo. Semelhante a doutrina do “purgatório”, se baseia na falsa doutrina pagã da imortalidade da alma. Para sofrer tormento eterno consciente após a morte, a alma=(sangue, sentimentos, pessoa), teria que ser imortal e indestrutível. Em parte alguma nas Escrituras Sagradas encontramos declarações de que é por ocasião da morte que os justos vão para sua recompensa e os ímpios ao seu castigo. Os patriarcas e profetas não deixaram tal acerto. Cristo e seus apóstolos não fizeram sugestão alguma a esse respeito. A Bíblia ensina claramente que os mortos não vão imediatamente para o céu. Eles são representados como estando a dormir até a ressurreição; “Porque se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também os que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele” (I Tess. 4:14) “Assim o homem deita, e não se levanta; até que não haja mais céus não acordará nem se erguerá de seu sono. Oxalá me escondesse na sepultura, e me ocultasse até que tua ira se desviasse de mim! Morrendo o homem, porventura tornará a viver? Todos os dias de meu combate esperaria, até que viesse a minha mudança” (Jó 14: 10-12). No mesmo dia em que se quebra a cadeia de prata, e se despedaça o copo de ouro, perecem os pensamentos dos homens; (Ecles. 12:6). “Os que descem à sepultura estão em silêncio. Não mais sabem coisa alguma que se faz debaixo do sol”; (Jó 14:12). Bendito descanso para os justos cansados! Seja logo ou breve tempo, não é para eles senão um momento. Dormem, são despertados pela trombeta de Deus para uma imortalidade gloriosa.


Porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis... Quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se à palavra que está escrita: Tragada foi à morte na vitória” (ICor.15: 52-54).


Ao serem eles chamados de seu profundo sono, começaram a pensar exatamente onde haviam parado. A última sensação foram se vascas da morte, o último pensamento o de que estavam a cair sob o poder da sepultura. Ao se levantarem da tumba, seu primeiro alegre pensamento se expressará na triunfante aclamação: “Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, (sepultura) a tua vitória? (I Cor. 15:55). Portanto ao se ensinar e defender que a Alma é Imortal, ou seja, que o ser humano possui a imortalidade inerente está assim dando continuidade, a primeira mensagem dada ao ser humano no Jardim do Éden, através de satanás incorporado na serpente, pois a mensagem de Deus foi:
NO DIA EM QUE COMERDES CERTAMENTE MORRERÁS”(Gên. 2:17) e a de satanás...“certamente não morrerás”;Gên. 3:4.


PERGUNTAMOS AINDA...“quem pecou contra Deus, o Corpo ou a Alma”?

  Se os defensores da imortalidade da Alma, conseguir um único texto bíblico, provando que somente o Corpo é o que pecou e não a Alma terão vitória em defender esta fabula mitológica, ensinada pelo clero-romano, espíritas e muitos teólogos.


Notem o que a Bíblia diz: em Ezequiel 18: 20 e verso 4.



A ALMA QUE PECAR, ESSA MORRERÁ”.


O espiritismo é o maior divulgador da doutrina da “Imortalidade da Alma”; sendo também a base da crença espírita.


O espiritismo faz parte de um grupo de três poderes que atuam na terra (trindade Maligna) para ensinar doutrinas falsas, afastando os homens das verdades de Deus Jeová esses poderes são mencionados em apocalipse 16:13, 14 “E da boca do dragão (representado por uma religião mundial), e da boca da besta(governo mundial), e da boca do falso profeta(Cristianismo Apostatado) vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Porque são espíritos de demônios que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis (governantes e lideres) de todo o mundo, para congregá-los para a batalha, naquele grande dia do Deus Todo-Poderoso”; “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios” (I Tim. 4:1)


 Estes três poderes defensores da doutrina da Imortalidade são, portanto, o espiritismo, o catolicismo e o cristianismo apostatado.(unidos na crença da imortalidade da Alma e adulteração da Lei de Deus).
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MensagemAssunto: Re: Traduzindo Palavras "ETERNO" E "PARA SEMPRE"   Qua 23 Abr 2014, 09:29

"Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade."- II Corintios 13:8
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Traduzindo Palavras "ETERNO" E "PARA SEMPRE"
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