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 OS DOIS CONCERTOS - Ampliado

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silas gomes de souza
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MensagemAssunto: OS DOIS CONCERTOS - Ampliado   Qui 29 Ago 2013, 08:23

OS DOIS CONCERTOS
II Coríntios 3: 7-11
Meu irmão, estes textos de II Coríntios 3, jamais financia a abolição de 39 livros da Bíblia, como afirma em seu livro, o Pastor Pentecostal Antenor Santos de Oliveira (ver pág. 41). Nele, Paulo realmente se refere à Lei Moral escrita em tábuas de pedra, porque ela era, e é o único instrumento que Deus tem para revelar o pecado, e diz claramente que o que foi abolido é o Velho Concerto e não o Velho Testamento.
Paulo estabelece, no capítulo três de II Coríntios, um contraste entre os dois Concertos; a saber:
VELHO CONCERTO NOVO CONCERTO
1- (V. 7) “Ministério da Morte” -  1-(V.Cool "Ministério do Espírito” 
2- (V. 9)“Ministério da Condenação”- 2-(V.9) “Minist. da Justiça”
3- (V. 6) “Letra que Mata” -  3 - (V. 6) “Espírito que Vivifica”
4- (V.14) “Foi Abolido”  - 4 - (V.11) “Permanece”
5- (V.10) “Em Glória”  - 5 - (V.10) “Em Excelente Glória”
NOTA: a) – O Velho Concerto, foi com sangue de animais (Heb. 9:19-20). O Novo Concerto foi com o sangue de Jesus.
b) – A base fundamental destes dois Concertos foi uma só: Os Dez Mandamentos, chamados de Lei Moral.
A função da Lei é revelar o pecado. Romanos 7: 7.
O objetivo da Lei é levar o homem a Cristo. Romanos 7: 8.
II Coríntios 3: 3
“...sois a carta de Cristo...escrita não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, no coração.”
Tábuas de “pedra e de carne”: Isto é uma metáfora, para comparar os dois Concertos. Quer ver?
Leia o que diz o profeta, nas palavras seguintes:
Jeremias 31: 31-33
“Eis que vem dias, diz o Senhor, em que farei um Concerto Novo com a casa de Israel e com a casa de Judá. Não conforme o Concerto que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; porquanto eles invalidaram o Meu Concerto, apesar de Eu os haver desposado, diz o Senhor. Mas este é o Concerto que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a Minha Lei no seu interior, e a escreverei no seu coração: e Eu serei o seu Deus e eles serão Meu povo.”

Veja, Deus está falando de um Novo Concerto e Se refere à mesma Lei que escreveu com Seu dedo no Sinai. Portanto, nada há indicativo do cancelamento da Lei Moral. Observe:
Ezequiel 11: 19-20
“E lhes darei um mesmo coração e um espírito novo porei dentro deles; e tirarei de sua carne o coração de pedra, e lhes darei um coração de carne. Para que andem nos Meus estatutos, e guardem os Meus juízos (leis), e os executem; e eles serão o Meu povo, e Eu serei o seu Deus.”
Hebreus 8: 10
“Porque este é o concerto que depois daqueles dias farei com a casa de Israel, diz o Senhor; porei as Minhas leis no seu entendimento, e em seu coração as escreverei; e Eu lhes serei por Deus, e eles Me serão por povo.”
No Novo Concerto, a Lei de Deus seria impressa não em pedra, mas em carne (no coração). Isso prova que jamais seria abolida. Sem sombra de dúvida, sob o evangelho, só pode participar do Novo Concerto quem tenha conhecimento da Lei de Deus, pois ela será colocada no coração do crente.
QUE É CONCERTO: Diz o Dicionário ser: Combinação, acordo. Concerto não é uma Lei, mas um pacto normativo entre pessoas. Neste caso, com o povo de Deus, os cristãos. E a norma ou base é a Lei Moral.
Atenção:
• Se Deus acabar com o objeto (norma/base) do Seu acordo, como saberá se a outra parte (nós) está cumprindo o acordo?
• Qual legislador executará a sentença se não possuir uma lei reguladora?
• Quando Deus julgar o mundo (João 12: 47; Atos 17:31), o fará através desta lei (Tiago 2:12). Como o faria, estando cancelada?
Por conseguinte, o problema de II Coríntios 3 não é o cancelamento da Lei de Deus, porque o próprio Paulo diz que a fé não anula a Lei. Romanos 3: 31.

RESUMO 
VELHO CONCERTO – Obras – Guardar a lei para ser salvo.
NOVO CONCERTO – Fé – Guardar a lei porque foi salvo.

VELHO CONCERTO: O povo não era capaz por si mesmo, de cumprir a sua parte no Concerto, e este não lhe proporcionava o auxílio para o cumprirem. Era um concerto de obras, e não de Graça, porque Jesus não estava nele. Este Concerto só valia para revelar que precisavam reconhecer sua própria pecaminosidade, bem como sua necessidade do auxilio divino.
Por isso Jesus diz: “... Sem Mim, nada podeis fazer.” (João 15:5). Com Jesus é fácil guardar a lei.

Em nenhuma hipótese ou circunstância a Lei Moral pode ser abolida, porque ela e a base, fundamento do governo divino no presente e o será no futuro, para todos os seus súditos fiéis e leais. Razão porque reverbera o apostolo Paulo: “...porque sem lei está morto o pecado.” Rom.7:8.
“O Grande objetivo do Velho Concerto era, pois, revelar suas fraquezas e incapacidade de guardar a Lei sem o auxilio divino.”
Silas G. de Souza


             O NOVO CONCERTO
                 REAFIRMA A LEI DE DEUS

Na maioria religiosa o ensino é confuso na explanação da matéria a que se propõe, mas ressalta o objetivo do autor em tentar demonstrar que não precisamos observar a lei de Deus, porque não estamos debaixo do velho concerto.
 É preciso esconder-se em premissas falsas para se chegar a tal conclusão. Afirmamos que os Dez Mandamentos eram a base do velho concerto, como igualmente eles são a base do novo concerto. Os oponentes, tomando o conteúdo pelo continente, concluem que se o velho concerto caducou, também caducou a lei de Deus. Mas não é assim.
De fato, em Deut. 4:13 se afirma que as Dez Mandamentos (dez palavras, no original) eram o concerto, porém essa maneira de expressar é um modismo hebraico. Do mesmo modo Moisés dissera aos israelitas: "... eu tomei o vosso pecado, o bezerro que tínheis feito, e o queimei." Deut. 9:21. Em linguagem exata, o pecado era o volver deles para um falso deus – um ato da vontade rebelde – mas o bezerro era a base daquele pecado, era apenas aquilo em relação ao qual fora o pecado cometido.
 Assim também, o concerto fora feito pela vontade dos israelitas em resposta a Deus (Êxo. 19:5-Cool; os Dez Mandamentos eram a base – o ponto de referência sobre o qual fora o concerto feito. Esta é a legitima relação do decálogo com o concerto. Nada mais claro.
Por aquele concerto, Israel prometera guardar o decálogo. O concerto dependia do
decálogo, mas o decálogo não dependia do concerto. Sem dúvida, o concerto – o trato que Israel fizera – podia ser quebrado um milhão de vezes, porém isto não afetaria a lei de Deus. Por amor aos leitores menos cultos, vamos ilustrar esta verdade.
 
 Um estrangeiro pode prometer guardar a lei do nosso país, sob a condição de que seja aceito como um cidadão brasileiro. Há então como que um concerto, uma promessa formal da parte dele, e aceita pelas nossas autoridades máximas. A lei do país (Constituição, códigos etc.,) seria no caso a lei que serviria de base a esse convênio ou promessa. Pois bem, esse indivíduo poderia quebrar a sua promessa, ou violar seu convênio; isso, porém, não aboliria e de modo algum afetaria a lei da pais.       
Ela permaneceria em vigor, quer ele a observasse ou não. O seu convênio dependia da lei, mas a lei não dependia do convênio. Portanto há um grande equívoco na argumentação do autor.
 A promessa do novo concerto não prediz uma época em que a graça suplantaria a lei de Deus, mas ao contrário, refere-se claramente a um tempo em que a lei de Deus seria escrita no coração dos homens, e isto, sem dúvida, pela graça de Deus atuando nos seus corações. Jer. 31:33; Heb. 8:10; 10:16.
 Assim é evidente que, longe de ser a lei de Deus abolida, ela é guardada no interior daquele que recebeu um novo coração. Ela é, portanto, reafirmada, e não ab-rogada.
É oportuno lembrar que o insucesso do velho concerto não estava na lei de Deus, mas no povo. Em Heb. 8:8 se diz que Deus os repreendeu, porque eram repreensíveis. A tradução inglesa diz: "Porque sendo eles (o povo) achado em falta..."
 O velho concerto era um pacto de obras, feito sobre promessas humanas, e o seu fracasso demonstrou a falibilidade do homem em pretender, por esforço próprio, guardar os mandamentos de Deus, ou pôr-se em harmonia com a lei do Céu. Quão significativas as palavras de Paulo, ao dizer que "a inclinação da carne" – a mente carnal que caracterizou o Israel rebelde – "não é sujeito à lei de Deus, nem em verdade o pode ser." Rom. 8:7.
 Isto significa que, quando, pelo evangelho, somos transformados do carnal para o espiritual, então a lei de Deus pode ser escrita em nossos corações, e o novo concerto – ratificado com o precioso sangue de Cristo – é efetivado em nossa vida. Quem não tem um novo coração e não se põe em harmonia com a lei do Céu, nunca nasceu de novo, pois quem vive transgredindo a lei de Deus continua no pecado, porque "pecado é transgressão da lei", segundo a melhor tradução de I S. João 3:4 e o mais autorizado conceito teológico.
Só mesmo uma falsa concepção da finalidade e conteúdo dos concertos conduziria à
conclusão da ab-rogação da lei de Deus.
As leis civis e cerimoniais eram derivação da lei de Deus, para os judeus. Primeiro, porque eram, na época, depositários dos oráculos divinos, e assim entendemos que, enquanto não surgisse o Messias – o Cordeiro de Deus que Se imolou pelos pecadores – as leis cerimoniais com suas prefigurações consistentes em símbolos, holocaustos, ofertas, sacerdócio, ritos e festividades que apontavam para Ele, tinham que vigorar. Em segundo lugar, porque Israel, como nacionalidade teocrática, tinha o seu código civil de certo moda relacionado com o decálogo.
  Se o velho concerto ligava o Israel literal a Deus, é óbvio que, embora a base daquele concerto fosse o decálogo, logicamente abrangia as leis acessórias.
  É elementar que os estatutos civis e cerimoniais eram, para Israel, acessórios ao decálogo; eles deviam sua existência e significado ao decálogo, mas este não era dependente deles. Sabido é que o novo concerto, a rigor, remonta à queda do homem – com a promessa de redenção que seria efetuada pela Semente da mulher; e que o concerto fora reafirmado a Abraão, Isaque etc., e teve sua vigência suspensa quando os israelitas apresentaram o concerto do Sinai, denominado velho concerto. Porém o novo concerto foi restabelecido depois da falácia do velho, sendo eficazmente ratificado com o sangue de Cristo, e extensivo aos gentios, aos filhos de Deus, ao Israel espiritual. Gál. 3:29. A base desse pacto da graça continua sendo a lei de Deus escrita nos corações. Como é evidente, permaneceu a base, o decálogo.
  As leis acessórias estão extintas, pois o código civil judaico deixou de vigorar desde o ano 70 A. D, e o cerimonialismo com suas festividades caducou na cruz, quando o "véu do santuário rasgou-se de alto a baixo".
 É fatal a conclusão da que não há o mais leve indício, na doutrina dos concertos, de que a lei de Deus tenha sido abolida. Que o novo concerto abrange todos os homens, e que todos os crentes se unem sob o mesmo está claramente demonstrado em Efés. 2:11-13. Diz o apóstolo aos crentes de Éfeso (não eram só judeus) que eles em outros tempos estavam sem Cristo, "estranhos aos concertos da promessa," mas "agora em Cristo Jesus... pelo sangue de Cristo chegastes perto."
 É disparatada a conclusão de que o novo concerto se aplica somente ao Israel literal, principalmente pelo fato de que este povo, como povo de Deus, fora formalmente rejeitado nos tempos apostólicos, e jamais tornará a ser povo de Deus.
Não se deve passar por alto o fato de o chamada novo concerto ter sido feito antes do velho. Era, como foi dito, a promessa da graça redentora, que provia o perdão dos pecados. Fora feito a Adão, renovado a Noé, Abraão e a Isaque. Ora, se era um concerto que, no entender do autor do livro, desobriga da guarda da lei de Deus, então os patriarcas também não precisavam guardar os dez mandamentos, por aí se vê como é palpável o absurdo da tese antinomista construída sobre os concertos.
 A lei "dada 430 anos depois," significa que ela foi dada em forma escrita ou solenemente promulgada nessa época, como lembrete a um povo que, pelo convívio com o paganismo, estava perdendo a noção da vontade divina, porém a lei moral existia desde o princípio. Ela revela o pecado, portanto, desde que o existe o pecado, ela existe também. A lei de Deus consubstancia-se nos dez mandamentos; resume-se no decálogo, e sua observância subordina-se à aceitação dos homens. Por isso é chamada a "lei da liberdade" em S. Tia. 2:12. Também Cristo dissera ao jovem: "Se queres... guarda os mandamentos."
 Certamente as ordenanças ritualísticas da lei cerimonial e os preceitos civis não seriam escritos nos corações, porque tais leis não dependiam do arbítrio dos homens, mas eram-lhes impostas. Não eram de caráter moral. E note-se que a lei escrita no coração é a mesma lei que Jeremias conhecia seiscentos anos antes de Cristo. E isto vem em abono da permanecibilidade da santa lei de Deus.
Como admitir-se a sua ab-rogação?
 
 Note-se cuidadosamente o que Deus disse através de Jer. 31:33: "Porei a Minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração." Donde se conclui que o novo concerto é uma providência para pôr o homem novamente em harmonia com a vontade divina, ou seja, pô-lo em situação em que possa guardar a lei de Deus. Não há dúvida que "as melhores promessas" conferem perdão dos pecados, dão graça e poder para obedecer à lei de Deus, coisas que o velho concerto não tinha.
 Esta é a verdadeira doutrina bíblica dos concertos, na qual a lei de Deus é exaltada. Porém a tese de que o novo concerto nos desobriga de viver em harmonia com a vontade divina revelada no decálogo, não passa de mais um subterfúgio esfarrapado dos inimigos da lei de Deus.
Fonte: Arnaldo Cristianini-
Subtilezas do Erro págs. 41,4243


Última edição por silas gomes de souza em Qui 10 Out 2013, 20:50, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: OS DOIS CONCERTOS - Ampliado   Qua 09 Out 2013, 19:50

"Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade."II Corintios 13:8
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OS DOIS CONCERTOS - Ampliado
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