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 FALÁCIAS DE D. M. Canright – Contra a Lei de DEUS

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silas gomes de souza
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MensagemAssunto: FALÁCIAS DE D. M. Canright – Contra a Lei de DEUS   Ter 25 Jun 2013, 20:07

FALÁCIAS DE D. M. Canright – Contra a Lei de DEUS

 

TALVEZ nenhum movimento religioso no mundo tenha sido alvo de ataques ferinos e descaridosos como os defenssores dos 10 MANDAMENTOS. E isto sem dúvida em cumprimento de Apoc. 12:17: "Irou-se o dragão* contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e sustentam o testemunho de Jesus."
  Muitos libelos foram articulados contra a mensagem, mas apesar disto Deus trabalha em favor de Seu povo que, ileso através da avalanche de diatribes que lhe são assacadas, marcha triunfalmente no cumprimento de Sua missão. Os "argumentos" que visam a combater a lei divina, por mais insistentes e reeditadas que sejam, jamais conseguirão seus objetivos nem impressionarão os que são de Deus e buscam mais luz. É contrafeitos que nos vemos empenhadas nesta inglória tarefa de responder a acusações cediças, caducas, superadas e desmoralizadas, sempre envoltas no odium theologicum visando a depreciar os defensores dos 10 MANDAMENTOS, as doutrinas bíblicas que sustentam, e afastar deles as almas indagadoras da verdade.
   A nascente das acusações é, indefectivelmente, o livro de D. M. Canright, trânsfuga do adventismo e figura contraditória que se esvaiu na passado: O Seventh-Day Adventist Renounced. A muitos parecia aquela obra uma fortaleza inexpugnável. Foi reeditada e proclamada irrespondível, Com o correr do tempo, porém, reduziu-se às verdadeiras proporções, as dimensões anãs das coisas inautênticas, como "ruínas lôbregas e mofadas de um castelo medieval de S. Domingos."
O mesmo vai ocorrer com seu caudatário brasileiro O Sabatismo à Luz da Palavra de Deus que, bem pesado e medido, é quase um plágio da obra de Canright, e não tem o valor que lhe atribuem, apesar de reeditado. É anódino, incongruente, inverídico, cheio de malabarismos exegéticos.
  Apraz-nos assinalar que os evangélicos norte-americanos, de modo geral, desarmaram o espírito em relação aos defensores da Lei Divina. Percebendo a inocuidade dos ataques contra eles, reconhecendo a boa cepa moral e espiritual dos membros da igreja defensora dos MANDAMENTOS, e, sobretudo, não podendo negar seu progresso impressionante na disseminação do Evangelho Eterno, decidiram ensarilhar as armas e examinar, com isenção de ânimo, os fundamentos doutrinários dos crentes em Cristo que guardam os mandamentos de Deus.
  Como resultado imediato, observou-se completa mudança de atitude em relação a nós! Não mais repetiram os surrados e desmoralizantes chavões com que nos averbam (judaizantes, sabatistas, hereges, etc.), e concluíram por proclamar o fundamento cristão da nossa doutrina, num diálogo amistoso e cordial.

                         A  TESE   ANOMINIANA

  PARTE atinente à lei é onde o autor se mostra mais infeliz, desastrado, evasivo, contraditório e confuso, procurando desenvolver os argumentos mais especiosos na inútil tentativa de destruir os postulados cristalinos da Palavra de Deus. Bem analisados, os seus ataques são menos contra os adventistas do sétimo dia do que contra a lei de Deus, colidindo mesmo com elementos de proa, fundamentalistas, da sua própria denominação.

 Combatendo frontalmente o Decálogo, desenvolve uma dialética sub-reptícia para impingir o conceito modernista de lei, ou seja, o que considera lei qualquer enunciado da Escritura, despojado de forma, transmudado em princípios, em essência, não preceituados, não em forma de código, não promulgados, não específicos, não objetivos, mas algo genérico, vago, esparso aqui e ali, em vários livros, sem ordenação e cuja observância se situa na província da consciência do cristão. Após a leitura do livro – dada a sua maneira infeliz e estreita de argumentar –fica-se com a impressão de que tudo é lei na Bíblia, menos os Dez Mandamentos.
 
 Por outro lado, paradoxalmente, reconhece ele que "os dez mandamentos contêm em si princípios morais e eternos," mas não titubeia em averbá-los de peremptos e destinados aos judeus. Uma babel irremediável. Parafraseando Canright, afirma, em suma, que na Bíblia consta uma só lei e que a mesma foi abolida por Cristo. Há afirmações positivas e reiteradas de que a lei foi abolida. Senão, vejamos: À pág. 33:
  "O Novo Testamento ensina positivamente que a lei foi abolida por Cristo". À pág. 36: "O decálogo é dependente, secundário, menor." À pág. 45: "A lei foi abolida e deixou de estar em vigor."
  Como para ele lei é termo genérico e não específico, a conclusão lógica e insofismável é que, da cruz para cá não há mais lei de Deus promulgada e vigente. Está perempta para o cristão.

Inadmissível! Incrível!! Estarrecedor!!! – clamam os cristãos obedientes aos preceitos divinos.

 Mas para destruir esta blasfêmia – verdadeira perversão das Escrituras – saltam na arena, de arma em riste, entre muitos, os seguintes teólogos, evangelistas e escritores batistas de renome e responsabilidade:

SALOMÃO L. GINSBURG (afamado ministro batista), em seu livro O Decálogo ou os Dez Mandamentos, págs. 4 e 7, diz claramente: "As idéias que alguns fazem da Lei de Deus, são errôneas e muitas vezes perniciosas. O arrojo ou a ousadia dos tais, chega a ponta de ensinar ou fazer sentir que a Lei já foi abolida... Os que ensinam a mentira de que a lei não possui mais valor ... ainda não leram com certeza os versículos que nos servem de texto (S. Mat. 5:17-19). Deus não muda, nem o Seu poder, nem a Sua glória; os Seus preceitos são eternos.
  "Vamos mais longe: essa Lei é a base da moralidade social, e será crível que tal base seja abolida, isto é, que se mate, adultere, furte, calunie? Não! Essa Lei é toda digna de nossa admiração, respeito e acatamento.
                  "Jesus veio pôr em prática a Lei e não abolir."

Tão grave se lhe afigurava a tese da abolição da lei, que ele a estigmatiza com o verbete terrível: mentira. Chama, sem rebuços, de mentirosas os que sustentam a tese da abrogação da lei.

 WILLIAM C. TAYLOR (ministro, escritor e mentor batista de grande projeção), referindo-se também especificamente ao Decálogo, no opúsculo de sua autoria Os Dez Mandamentos, entre outras coisas relativas à imutável e inabrogável lei moral, diz: "Seria uma bênção se cada púlpito no mundo trovejasse ao povo a voz divina do Decálogo, pois a Lei é o aio para guiar a Cristo.

"A Lei aqui não é nenhuma lei civil, nem a de Israel. Não se trata de cerimônias levíticas. Trata-se de religião, no seu âmago, na moral, e especialmente trata-se do pecado, de criar uma consciência acerca do pecado ...

"O decálogo fica. A lei de ordenanças morre na cruz do Calvário e é destruída por Tito, na queda de Jerusalém. "Os Dez Mandamentos são quase todos repetidos no Novo Testamento ... São aumentados e reforçados no cristianismo." – Págs. 5, 6 e 42.

Para Taylor, os mandamentos do decálogo não foram abolidos. E diz que, além da lei moral, há lei civil e cerimonial. Não há, portanto, uma só lei, pois distingue inequivocamente os vários códigos, estando positivamente contra a tese antinomista de O Sabatismo à Luz da Palavra de Deus.

A. HOPKINS STRONG (eminente teólogo batista), em seu conhecido tratado Systematic Theology, Vol. 2, pág. 408, diz: "Nem tudo na lei mosaica está abolido na cruz. Cristo não cravou em Sua cruz nenhum mandamento do Decálogo." E à pág. 548: "A graça deve ser entendida, contudo, não como abolindo a lei, mas como estabelecendo-a e reforçando-a (Rom. 3:31 'estabelecemos a lei')."
  Portanto, o teólogo batista não advoga a ab-rogação da lei de Deus, proclamando que a graça a reforça.

 CHARLES H. SPURGEON (célebre pregador batista), em um sermão pregado em  Londres, em 1898 e publicado na íntegra no jornal australiano Melbourne Age, disse claramente com relação ao Decálogo: "A lei de Deus é perpétua. Nela não se admite ab-rogação ou correção. Não deve ser alterada ou ajustada à nossa condição pecaminosa; mas cada um dos justos preceitos do Senhor permanece para sempre... Para mostrar que Ele jamais pensou em ab-rogar a lei, nosso Senhor Jesus exemplificou todos os seus preceitos em Sua própria vida."
  Mais ainda. Esse mesmo pregador de fama mundial, em seu célebre sermão publicado The Perpetuity of the Law of God (A Perpetuidade da Lei de Deus), págs. 4 e 5, diz: "Jesus não veio para mudar a lei, mas sim para explicá-la, e justamente por essa circunstância mostra que ela permanece; visto não haver necessidade de explicar o que é abolido. Com essa exemplificação, Ele a confirmou.
  "Se alguém me diz: 'Eis que em substituição aos Dez Mandamentos recebemos dois, que são muito mais fáceis,' responder-lhe-ei que essa versão da lei não é de maneira alguma mais fácil. Uma tal observação implica falta de meditação e experiência. Esses dois preceitos abrangem os dez, em seu mais amplo sentido, não podendo ser considerados exclusão de um jota ou til dos mesmos."

 BILLY GRAHAM, considerado o maior evangelista da atualidade, batista e fundamentalista, assim se expressou sobre a lei de Deus. Reproduzimos a pergunta específica de um repórter e conseqüente resposta textual, como estão na coluna de um jornal londrino, e reproduzido em Signs of the Times de 23-8-1955, pág. 4:

"Pergunta: Mr. Graham, alguns homens religiosos que conheça dizem que os Dez  Mandamentos são parte da 'lei' e não se aplicam a nós hoje. Dizem que nós, como cristãos, estamos 'livres da lei.'  Está certo?

"Resposta: Não, não está certo, e espero que V. não seja desencaminhado por estas falsas opiniões. É de suma importância compreender o que quer dizer o Novo Testamento quando afirma que estamos 'livres da lei'. Como é evidente, a palavra 'lei' é asada pelos escritores do Novo Testamento em dois sentidos. Algumas vezes ela se refere à lei cerimonial do Velho Testamento, que se relaciona com matéria ritualística e regulamentos concernentes a manjares, bebidas e coisas deste gênero. Desta lei, os cristãos estão livres na verdade. Mas o Novo Testamento também fala da lei moral, a qual é de caráter permanente e imutável e ESTÁ SUMARIADA NOS DEZ MANDAMENTOS?" (Grifos e versais nossos.)

 Para este evangelista, que falou aos maiores auditórios do mundo, a lei de Deus está em vigor, e o Decálogo é um código distinto de outras leis que caducaram.

  Sabemos que os autores supracitados eram ou são observadores do domingo e adversários dos defensores dos 10 Mandamentos. (Com exceção de Billy Graham que, em várias oportunidades se mostrou amigo dos guardadores do sábado). Mas o que é irrefutável é que não advogavam a tese da abolição da lei, consideravam o Decálogo em vigor e distinguiam as várias leis da Bíblia. E no tocante à vigência da lei de Deus, condensada nos Dez Mandamentos, preferimos concordar com estes abalizados mentores batistas, a crer nas infelizes distorções textuais de Canright, endossadas pelos modernistas de todas os quilates.
  Ainda subsidiariamente poderíamos citar Wesley, Moody, Adam Clarke, Albert Barnes e inúmeras outros autores evangélicos. Mas os batistas não gostam de ser confundidas com os protestantes, pois alardeiam não terem provindo da Reforma, embora boa parte deles doutrinariamente se identifique com Calvino. E Calvino também reafirmou a vigência da lei de Deus.

THE WATCHMAN-EXAMINER, semanário batista norte-americano, de 4/08/32, estampou o seguinte: "Cristo ensinou Seus discípulos e a todos os que seguem os Seus ensinos, que podemos ter vida eterna guardando perfeitamente a lei como fora dada por Deus no Sinai, e amando-O, pois Ele é a personificação e cumprimento daquela lei." Não há dúvida de que a lei "dada no Sinai" era o Decálogo.
  O JORNAL BATISTA, de 6/12/28, estampa um interessante artigo intitulado: "Reflexos do Decálogo," do qual destacamos os seguintes trechos: "Sumário precioso de toda a legislação divina, o Decálogo sintetiza-se em dois breves mas profundos preceitos: amar a Deus e amar ao próximo. Cristo, vindo à Terra, NÃO ABOLIU O DECÁLOGO. Impôs a lei como necessidade de salvação ... O que foi suprimido não foi o Decálogo e sim o cerimonial mosaico ... As leis humanas mudam, perecem.
  O Decálogo resiste eternamente. Troquem os artigos do Decálogo, mas essa troca só prova a perversidade dos trocadores, só patenteia o erro e má fé dos adulteradores da lei divina. Passará o mundo, mas o Decálogo ficará e no Céu há de ser louvado, rebrilhando seus fulgores por entre as jerarquias evangélicas resumindo o amor de

Deus." (Grifo nosso)
   Aí tem o leitor as mais legítimas expressões doutrinárias da denominação que nos combate. Como poderia ter sido abolida a lei de Deus condensada no Decálogo?
  Só uma mente superficial admitiria tal absurdo, pois, suprimindo-se a lei de Deus, estaria suprimido o pecado porque "pecado é transgressão da lei," "pela lei vem o conhecimento do pecado," e "onde não há lei também não há transgressão." A função da lei é revelar o pecado e conduzir o pecador a Cristo a fim de ser salvo.

 Como poderia ser abolida?
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Fonte: Subtileza de erros – págs. 40-47
ARNALDO B. CHRISTIANINI
(Grifo nosso)
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MensagemAssunto: Re: FALÁCIAS DE D. M. Canright – Contra a Lei de DEUS   Ter 03 Set 2013, 12:25

"Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade."- II Corintios 13:8
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MensagemAssunto: Re: FALÁCIAS DE D. M. Canright – Contra a Lei de DEUS   Qua 04 Set 2013, 09:45

"Escrevi-lhe as grandezas da minha lei, porém essas são estimadas como coisa estranha." - Oséias 8:12
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MensagemAssunto: Re: FALÁCIAS DE D. M. Canright – Contra a Lei de DEUS   

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FALÁCIAS DE D. M. Canright – Contra a Lei de DEUS
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