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 PASSOU JESUS TRÊS DIAS NA SEPULTURA ?

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silas gomes de souza
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MensagemAssunto: PASSOU JESUS TRÊS DIAS NA SEPULTURA ?   Sab 09 Fev 2013, 15:55

“O SINAL DA MESSIANIDADE DE JESUS”

“Pois como Jonas esteve no ventre do monstro marinho três dias e três noites, assim ficará o Filho do Homem três dias e três noites no seio da terra”. Mateus 12:40
(Trad. Bíblia de Jerusalém).

“Os judeus pedem sinal... os sinais tem seus valores. Por isso mesmo Davi dizia: “Mostra-me um sinal para bem...”Sal. 86:17

Entre as circunstâncias que envolveram a vida pública de Jesus, estava o sinal de sua messianidade. Um episódio na vida constituía-se o sinal que deveria distinguir a Cristo como Messias. Os judeus, que eram acostumados aos sinais, ouviram dos lábios de Jesus o seu sinal ou tempo que iria passar na sepultura.

O escritor Cientista - Ex-cético Ralph O. Muncaster escreveu abalizadamente sobre este sinal: “Se houve alguma vez uma profecia incomum e espantosa, esta foi aquela que trouxe detalhes específicos da morte daquele que a profetizou, e muito mais que isso, de que Ele ressuscitaria ao terceiro dia! De todo o tipo de profecia está é a mais fenomenal e estaria além de qualquer probabilidade imaginável!

Está profecia era tão central na vida de Jesus que Ele declarou-a muitas vezes; foi registrada nos relatos dos Evangelhos em 21 passagens veja a seguir: Mateus. 12:40 – 16:21 – 17:22, 23 -20: 17-19 -26: 61: 27: 40 – 27:63 – Marcos 8:31 – 9:30-32 - 10:32-34 – 14:58 – 15:29, 30 – Lucas 9: 21, 22, 44,45 – 18: 31-34 – 24:7, 46 - João 2:13-22 – 3: 14-16 – 12: 32-34- Atos 10:40 – I Cor. 15:4.

Quando Pedro pregou no Dia de Pentecostes, 3 mil pessoas foram imediatamente acrescentadas ao grupo de crentes (At. 2:41). Por que a mensagem de Pedro foi tão impactante?

Porque estava fundamentada nas profecias que os judeus conheciam e nos eventos que eles haviam testemunhados ou tinham ouvido falar. (Ralph O. Muncaster “EXAMINE AS EVIDENCIAS” pág. 330, 331-Editora C.P.A.D. edição 2004)

Se Jesus não passasse três dias e três noites no seio da terra, não seria o Messias.

Guarde este raciocínio e você vera como o sinal se cumpriu conforme as Escrituras previam.

Os sinais bíblicos sempre foram prova daquilo para que se destinavam. Se o acontecimento não coincidisse com o sinal dado, não seria exato. Em relação a Jesus, o profeta Isaias deu sinal que distinguiria o seu nascimento, bem como o lugar Isaias 7:14; Miquéias 5:2.

Se Jesus não houvesse nascido em Belém, numa manjedoura, não cumpriria o sinal; examine os dois textos. Quando os anjos avisaram aos pastores nas campinas deram sinais a eles o sinal dizendo: “E isto será por sinal: achareis o menino envolto em panos e deitado numa manjedoura”. Lucas 2:12

Os pastores seguiram fielmente a indicação dos anjos; conforme o sinal. Se outro menino fosse apresentado, que não preenchesse o sinal, não deveria por certo aceitar como o Salvador, que é Cristo o Senhor.

Mas foram e acharam Maria com o menino na manjedoura, conforme o sinal dado. Se as trevas do Egito não completasse os três dias não seria conforme o sinal. Se os judeus, de Susã, não jejuassem três dias e três noites, o voto de Ester não se cumpriria também. Quando Jonas declara a Bíblia que esteve três dias e três noites no ventre do grande peixe. Esse sinal. Que limitava um determinado tempo; esses dias, essas noites, seriam mais um sinal marcante da messianidade de Jesus. Para um povo que pedia sinal, o Mestre lhe deu sinal; e se Jesus não houvesse comprido, que conceito deixaria entre os judeus, duas coisas importantes aconteceram:

1 – os judeus acreditaram no sinal;

2 - Jesus cumpriu nos seus mínimos detalhes.
“três dias e três noites”. Eis o tempo que Jesus devia passar na tumba fria.

Para que suas palavras ficassem firmes e fossem palavras de Deus, Jesus não poderia ficar menos de três dias e três noites sepultado, nem mais tempo, que aquele do sinal. Logo, era o sinal que distinguiria o Cristo dos outros mortos.

Agora comece a pensar: se Jesus tivesse morrido numa sexta-feira, sepultado ao pôr-do-sol e ressuscitado na madrugada do primeiro dia, teria ele cumprido o sinal conforme suas palavras?

De maneira nenhuma, pois teria passado apenas um dia e duas noites na sepultura.
E as palavras de Deus? Aí está o erro do ensinamento milenar de que Jesus morreu na sexta-feira e ressuscitou no primeiro dia da semana.

Jesus não deixou cair um til de tudo o que foi dito ao seu respeito. Prova tanto, que os próprios inimigos creram nas palavras do seu sinal, mandando guardar o sepulcro até o terceiro dia; e nesse caso se os guardas tivessem sido colocados ao lado da sepultura no pôr-do-sol da sexta-feira início da noite de sábado, só sairiam dali na segunda-feira, quando completaria os três dias e três noites, mas no primeiro dia da semana já não estavam mais lá.

Se Jesus não poderia ressuscitar antes dos três dias e três noites. É um problema que aparece e precisa solução. Acompanhe com paciência, que no desenvolver deste estudo o leitor ficará sabendo que dia morreu Jesus e que dia ressuscitou, para cumprir o Sinal de sua messianidade. A Bíblia tem a resposta certa.

Vamos seguir a narrativa da trajetória de Cristo, portanto a partir do sexto dia antes de sua morte.

1 – Onde estava Jesus seis dias antes da sua morte?
“Foi, pois Jesus seis dias antes da Páscoa a Betânia, onde Lázaro, o que falecera, e a quem ressuscitou dos mortos”. (João 12:1) veja o contexto João 11: 49-56.

2 – Em que dia da semana, encontramos Jesus após sua saída de Efraim para Betânia?
“Aconteceu num Sábado que, entrando ele em casa de um dos principais dos fariseus para comer pão, eles o estavam observando”. Lucas 14:1

3 – Por que é à saída de Jesus de Efraim para Betânia (João 12:1) importante na localização da data e do dia da semana em que Jesus morreria?

Resposta: A saída de Jesus de Efraim para Betânia (João 11:54 e 12:1) constitui fato importante na localização da data do mês e do dia da semana em que Ele morreu, por que:
· Ocorreu seis dias antes do início das comemorações da Páscoa. Já sabemos que a Páscoa era comemorada no dia 14 do primeiro mês (Abibe), e se faltavam 6 dias para essa comemoração, isto significa que a referida a saída ocorreu no dia 9, porque deduzindo os 6 dias dos 14, vamos chegar ao 9 (contando-se o dia 9 também é claro).

· – Ocorreu numa sexta-feira, o percurso entre Efraim e Betânia não poderia ser feito senão em um dia comum de trabalho, em razão da distância, cerca de vinte Km.

Conclui-se que essa jornada foi feita numa sexta-feira, porque logo vamos encontrá-lo participando de um banquete e, segundo Lucas, esse banquete foi oferecido em um dia de sábado, Lucas 14:1. E com isto concordam os comentadores H.H. Halley e F. Davidson.

Referindo-se ao banquete do qual Jesus participou em Betânia, diz H.H.Halley: (manual bíblico, 24 edição. Vol. II, pág. 442.)
“O Prof. F. Davidson diz a propósito da mesma questão: Jesus deveria ter chegado, neste caso, no último sábado judaico antes da Páscoa”. (O novo comentário da Bíblia, primeira edição em Português, vol. III, pág. 1088).

4 – Findando o sábado que Jesus participou do banquete que recado lhe trouxeram? Que importante afirmação inseriu ele na resposta que mandou ao insensato rei?

“Resposta: Naquele mesmo dia chegaram uns fariseus, dizendo-lhe: Sai, retira-te daqui, porque Herodes quer matar-te”. E lhe respondeu: Ide, e dizei aquela raposa: Eis que eu expulso demônios, e efetuo curas, hoje e amanhã, e no terceiro dia sou consumado. Importa, porém caminhar hoje, (domingo, pois ao pôr-do-sol do sábado inicia o domingo) amanhã (segunda-feira) e no dia seguinte (terça-feira) para que não suceda que morra um profeta fora de Jerusalém. Lucas 13: 31 a 33.

5 – Após Jesus retirar-se de Betânia, onde foi e passou a noite que se segui aquele sábado?

Resposta: “Depois foram para Jericó, e, saindo ele de Jericó com seus discípulos, e uma grande multidão, Bartimeu, o cego, filho de Timeu estava assentado junto do caminho, mendigando”. E tendo Jesus entrado em Jericó, ia passando. E quando chegou aquele lugar olhando para cima, viu-o e disse-lhe: Zaqueu desce depressa, porque hoje convém pousar em tua casa. (Marcos 10:16 – Lucas 19:1 e verso 5 (veja o contexto Lucas 18:31 a 35).

6 – Onde passou Jesus à noite que se seguiu ao primeiro dia da semana, que foi também o terceiro dos seis mencionados em (João 12:1) e o primeiro de sua agenda de trabalho?
Comentário: No final daquele sábado Jesus foi informado de que Herodes procurava ocasião para matá-lo, e isto fez com que se retirasse dali com seus discípulos para Jericó (situada a 9 Km. de distância) Marcos 10:46; Lucas 18:31. Porém, antes de sair, mandou dizer a Herodes que tinha uma agenda a ser cumprida, abrangendo três de intensa atividade e que só depois disso, seria consumado. Lucas 13: 31-33

Essa agenda que passou a vigorar a partir do primeiro dia da semana, dia 11 de Abib, deveria estender-se até a terça-feira, dia 13.

Naquela noite, Jesus passou na casa de Zaqueu, em Jericó (Lucas 18:31-35; 19: 1,5) e, pela manhã desse primeiro dia da semana, juntou-se a uma caravana de peregrinos vindos da região da Pércia, além do Jordão (Mateus 20:29) e com eles entrou novamente em Jerusalém, Mateus 21: 4-9.
Esteve no templo ensinando e de onde expulsou os que ali compravam e vendiam Lucas 19: 45,45.

À noite, retirou-se para Betânia, (povoado situado a três Km. de Jerusalém, onde moravam Maria, Marta e Lázaro) onde possivelmente pousou. (Marcos 11:11)

Assim Jesus chegava ao fim do terceiro dia, a contar da sexta-feira, 9 de Abibe, data de sua saída de Efraim para Betânia (João 12:1) e ao fim do primeiro dia de sua agenda de trabalho mencionado em Lucas 13:31-33.
Tendo passado a noite que se seguiu ao primeiro dia da semana em Betânia (noite de domingo para segunda-feira), Jesus voltou a Jerusalém na manhã seguinte (Marcos 11: 12-15) manhã de segunda-feira, dia 12 de Abibe, tendo entrado no templo onde esteve ensinando.

No final deste dia foi com seus discípulos para o monte das Oliveiras (Mateus 24: 1-3; Marcos 11:19) e ali proferiu o seu mais longo sermão.
O evangelista Mateus deixou registrado que, Jesus concluiu todos estes discursos, disse aos discípulos: “Bem sabeis que daqui a dois dias é a Páscoa...” Mat. 26:1, 2.

Esta afirmação é bastante esclarecedora porque, segundo as considerações já feitas, seria o décimo terceiro do mês de Abibe, no qual Jesus concluiria suas atividades na terra, com os preparativos da sua páscoa, a primeira Santa Ceia. O décimo quarto dia é também o último dos seis mencionados em João 12:1, estava reservado para fatos ligados a sua prisão, seu julgamento e sua morte. Passados estes dois dias... Da última semana do ministério público de Cristo, fato que culminará a celebração da Páscoa e com a sua morte, o que de fato aconteceu.

E isto se deu no dia 14 de Abibe, uma quarta-feira, conforme os cálculos já feitos, confirmando a profecia de Daniel 9:27, profética e literalmente.
Jesus morreu e foi sepultado no dia da preparação, isto é, na véspera do “Grande Sábado Pascoal” (Marc 14:42; João 19: 14 31,42 que evidentemente naquela semana, não coincidiu com
o sábado semanal.

Os judeus adotaram o calendário Lunar e, segundo a Lei Mosaica (Êxodo 12:6, 16 – Lev. 23: 5-7 e Deut. 16:6), a festa da Páscoa era celebrada no dia 14 do mês de Abibe ou Nisan, à tardinha, que sempre correspondia ao dia seguinte à Lua Cheia – pois todo mês do calendário hebraico começa com a Lua Nova. O mês de Abibe era o primeiro do ano hebraico e correspondia entrada da primavera.

Todo ano, nesse dia no final da tarde, era imolado um cordeiro sem defeito, para remissão dos pecados do povo. O dia seguinte (15 de Abibe) era um grande Sábado cerimonial (Sábado Pascoal), inicio dos Asmos, com descanso obrigatório, segundo o mandamento.
Segundo as escrituras (I Cor. 5:7 – Lev. 23: 5-7) Cristo é o Cordeiro de Deus que à semelhança do cordeiro pascoal, deveria morrer em nosso lugar no sacrifício da Páscoa – Ele é nossa Páscoa.

OBS: Confirmando a exposição precedente podemos recorrer aos precisos cálculos astronômicos. Conforme informações fornecidas em 23/11/1920 pelo observatório naval dos Estados Unidos, a primeira lua cheia após equinócio da primavera do hemisfério norte, no ano da crucificação (31 a.D.), ocorreu no dia 27 de março do nosso calendário, que corresponde exatamente com a noite do dia 13 para 14 de Abibe, ou seja, de Terça para quarta-feira.

Concluindo, podemos afirmar baseado nas escrituras que Cristo morreu cerca das quinze horas e foi sepultado quase ao pôr-do-sol de quarta-feira, e ressuscitou após três dias e três noites, do sábado; Mateus 12:40.

7 – Biblicamente quando termina o dia?

Resposta: Gênesis 1:5, 8 – Neemias 13:19 – Levitico 23:32
Biblicamente o dia termina ao pôr-do-sol.

- Na noite de quarta-feira, Jesus celebrou a santa ceia. João 13:30
- Logo após, saiu para o Jardim do Getsêmani. João 18:1
- Foi preso e conduzido para ser julgado. João 18:3, 12,13.
- O julgamento durou desde a noite até perto do meio dia de quarta-feira. João 18: 28-30 e19: 13,14.
- Foi crucificado por volta do meio dia (hora sexta) e morreu às três horas da tarde de quarta-feira (hora nona). Mateus 27: 45,45.
- Foi sepultado no final da tarde(antes do pôr-do-sol) de quarta-feira. Mateus 27: 57-60.

Chegamos à quarta-feira da morte de Jesus, o dia imediato seria a quinta-feira pascoal, primeiro dia dos asmos (Lev. 23:6, 7) para participar deste cerimonial havia necessidade de uma preparação que foi feita pelas mulheres que seguiam a Jesus (Lucas 23: 54-56).

Lembre-se que o povo judeu celebrava sete feriados durante o ano, sendo todos eles chamados de sábados (shabbath=descanço) exemplo; o Pentecoste, os Tabernáculos, veja Lev. 23, os sábados anuais aconteciam em dias variados da semana, como também podia coincidir com o sábado da semana da criação do mundo.

Jesus como nosso Cordeiro Pascoal, deveria morrer no dia da páscoa (I Cor. 5:7), catorze de Abibe na véspera do sábado cerimonial de quinze de Abibe; Lev. 23: 5-7.

Conforme as comprovações bíblicas Cristo haveria de passar três dias e três noites no sepulcro.

Quantas horas corresponderia este período, segundo o próprio Senhor Jesus?
(Veja João 11: 9,10. O período de 3 dias e três noites, de 12 horas o dia e 12 horas à noite equivalem a 72 horas. Portanto a contar da tardinha (Êxodo 12:6) de quarta-feira somando-se mais 72 horas chegamos ao final da tarde do sábado semanal (Mateus 28:1).

“PORQUE NÃO FORAM AS MULHERES NA SEXTA-FEIRA NO SEPÚLCRO”

Raciocínio lógico, quando terminaram as cerimônias da Páscoa em Jerusalém na Quinta-Feira o dia imediato foi à sexta-feira as mulheres teriam que fazer uma jornada de aproximadamente três Kilômetros até Betânia onde residiam (Lucas 7:37 – João 11: 18-20). As mulheres já haviam estado no sepulcro no início da noite de quinta-feira.

“E as mulheres, que tinham vindo com ele da Galiléia, seguiram também e viram o sepulcro, e como foi posto o seu corpo. Lucas 23:55. Na sexta-feira voltaram para Betânia, após comprar ungüento (Óleo perfumado) “e voltando elas prepararam especiarias e ungüento; é no sábado repousaram conforme o mandamento; V.56.

As mulheres, portanto repousaram no sábado semanal (o 7º dia da semana). Somente ao pôr-do-sol retornaram mais três Kilômetros para Jerusalém ao sepulcro “e, no fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena, e a outra Maria foram ver o sepulcro”; Mateus 28:1 e não mais encontraram Jesus. Então, no fim do sábado, ao pôr-do-sol as mulheres foram ao sepulcro. Mas ao chegarem lá, ficaram cientes que houvera um terremoto.

O verbo haver está no pretérito (passado) mais-que-perfeito.
Foi nesse momento do terremoto que os guardas atemorizados caíram como mortos. Jesus ressuscitou e, segundo as sua palavra anteriormente falada foi para a Galiléia.

Os anjos noticiaram às mulheres do glorioso acontecimento: “Não está aqui; porque já ressuscitou como havia dito: vinde, vede o lugar que antes o Senhor jazia”.
Esta feliz noticia foi dada no final do sábado, provando que antes o Senhor ressuscitara.

Segundo as escrituras; era isso o que aconteceu com o Messias: cumprir fielmente o sinal de sua messianidade. Passara Jesus os três dias e as três noites (72 horas); ressuscitando, então, dentre os mortos.
Segundo os outros evangelistas, as mulheres fizeram uma segunda visita na madrugada do primeiro dia ao túmulo. Jesus, porém, não poderia ter ressuscitado na madrugada de Domingo por duas razões:

1 – Não há nenhuma prova disto, pois a visita das mulheres não determina a hora da ressurreição; e, ao chegarem. A notícia era a de que o Senhor já havia ressuscitado.
2 – Segundo a escritura, Jesus foi sepultado ao pôr-do-sol, logo os três dias e as três noites findaram na mesma hora do seu sepultamento o que realmente aconteceu conforme; Mateus 28:1.

Observação: “OS DOIS SÁBADOS NA SEMANA”
O principal ponto é analisarmos os evangelhos de Lucas e Marcos.

Lucas diz assim: “E voltando elas prepararam especiarias e ungüentos e no Sábado repousaram conforme o mandamento”. Lucas 23:56

Marcos declara: “E passado o sábado, Maria Madalena e Maria de Tiago e Salomé, compraram aromas para ungi-lo”; Marcos 16:1
Segundo Lucas, as mulheres compraram as especiarias, antes do sábado; mas Marcos declara
Que a mesma compra fora feita depois do sábado.

COMO TIRAR A DUVIDA?

É simples e claro: Lucas faz referência ao sábado cerimonial à quinta-feira Pascoal, dia que estava entre os dois sábados.
Marcos faz referência ao sábado semanal o 7º dia da semana, quando ao pôr-do-sol as mulheres voltaram de Betânia para ver o sepulcro.

OS dois textos declaram então que houve dois sábados naquela semana e um deles, segundo Marcos, foi à quinta-feira.

Veja como era chamada aquela quinta-feira da Páscoa em Mateus 27:62; João 19:31; Marcos 15:42. João denominou que (era grande o dia de sábado), pois era a Páscoa uma das principais datas comemorativas.

A SEGUNDA Objeção:

Nas passagens de Marcos 16:9 e Lucas 24:2, estão as duas principais objeções aparentes que são desfeitas quando nos lembramos da clareza do assunto. Se nós já discorremos e provamos que Jesus morreu numa Quarta-Feira e ressuscitou no sábado do sétimo dia, ao pôr-do-sol, então devemos analisar os textos de forma a confrontá-los com a exatidão apresentada.

Marcos 16:19 – como deve saber o leitor, a Bíblia quando foi escrita não tinha as divisões de capítulos e versículos, como tem agora. Nem tampouco, a pontuação, pois nos textos eram escritos a mão e em ordem seguida, mesmo sem separação de palavras. Então, a vírgula que aparece logo após a palavra semana não foi colocada por Marcos, porém quando a pontuação entrou em vigor, foi colocada de acordo com o pensamento da ressurreição no Domingo o primeiro dia. O texto foi escrito assim:

“E Jesus tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana apareceu primeiramente a Maria Madalena da qual tinha expulsado sete demônios”.

Ai está o texto conforme foi escrito por Marcos. Então, em acordo com as declarações do próprio evangelista, de que houve naquela semana dois sábados; a vírgula ( , ) pode ser colocada agora no lugar certo para estar conforme a verdade declarada por Marcos.

Então o texto precisa ser lido com a pontuação da seguinte maneira:

“E Jesus tendo ressuscitado, na manhã do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios”
A referência do primeiro dia é então ao encontro de Jesus com Maria e não da ressurreição, que se dera no pôr-do-sol do sábado.

Lucas 24:21 – O caso aqui e devido à expressão dos discípulos:...
“Mas agora, sobre tudo isso, é já hoje o terceiro dia desde que essas coisas aconteceram”.


Sendo, portanto, aquele o primeiro dia da semana; e voltando três dias, iríamos à sexta-feira.
Mas há algo que devemos também analisar e compreendermos as razões.

1 – A NOTICIA DAS MULHERES – fizeram referência que tinham ido à sepultura na madrugada (que no horário judaico, logo após o pôr-do-sol do sábado, pois a noite era dividida em quatro vigílias (Lucas 12:38) se as mulheres ao irem na madrugada e não mais estava lá o Senhor porque já havia ressuscitado (Lucas 24: 1,2). Como Jesus teria de passar três dias e três noites no sepulcro e se já havia ressuscitado antes da madrugada do primeiro dia, e se a informação precisa de Mateus 28:1 é de que ressuscitou ao pôr-do-sol, assim, caro leitor, temos que ir do pôr-do-sol do sábado para trás e encontraremos os três dias e três noites ao pôr-do-sol da quarta-feira início da noite de quinta-feira.

2 – Outra coisa de suma importância foi às palavras de Jesus: “Ó néscios e tardos de coração para crer todo o que os profetas disseram, (Luc.24:25) tudo isso incluía a profecia de Jonas do três dias e três noites, e a de Daniel da metade da semana literalmente.
Então a simples expressão daqueles homens – chamados de néscios – não desmerece nem desaprova a veracidade das profecias messiânicas.
“Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as escrituras. E que ele foi sepultado, e que ressuscitou no terceiro dia, segundo as escrituras”. I Cor. 15: 3-4

Portanto a justificativa, defendida por muitos religiosos que o Domingo 1º dia da semana, se tornou o dia do Senhor por ter Cristo ressuscitado neste dia, não encontra respaldo bíblico, pois como foi analisado biblicamente Jesus ressuscitou no pôr-do-sol do sábado semanal.
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Silas G. de Souza
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MensagemAssunto: Re: PASSOU JESUS TRÊS DIAS NA SEPULTURA ?   Sex 21 Mar 2014, 16:19

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SEMEADORES DA PALAVRA DE DEUS - A PORTA DE DEUS PARA A SALVAÇÃO. :: FÓRUM ESTUDOS BÍBLICOS-
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