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  CARTA ABERTA AOS MANOS

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silas gomes de souza
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MensagemAssunto: CARTA ABERTA AOS MANOS   Sab 24 Nov 2012, 19:44

CARTA ABERTA AOS MANOS

Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e nesse momento encontro-me quase sem forças. Pedi à enfermeira Dani, minha amiga, para escrever esta carta, que será endereçada aos jovens (...) antes que seja tarde demais.
Eu era uma jovem “sarada”, criada em uma excelente família de classe média alta de Florianópolis. Meu pai é engenheiro eletrônico de uma grande estatal e procurou sempre dar tudo do bom e do melhor para mim e para meus dois irmãos, inclusive a liberdade, que eu nunca soube aproveitar.

Aos treze anos venci um concurso para modelo e manequim, na agência Kasting, que selecionou as novas Paquitas do programa da Xuxa.Fui também selecionada para fazer um book na agencia elite, em São Paulo. Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de Floripa e tinha todos os garotos do colégio aos meus pés. Nos finais de semana, freqüentava shoppings, praias e cinemas; curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor para oferecer.

Porém, como a vida nos prega algumas peças, meu destino começou a mudar em outubro de 1994, quando fui com uma turma de amigos para Octoberfest, em Blumenau. Na quinta –feira, primeiro dia da festa, tomei meu primeiro porre de chope. Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava escondido da minha mamãe o licor amarula, mas nunca tinha ficado bêbada. Que sensação legal! Curti a noite inteira e beijei uns dez carinhas. Minhas amigas até colocaram o chope numa mamadeira misturado com guaraná para enganar os “meganhas”, porque menor não podia beber; assim, bebemos a noite inteira, e os “otários” nem perceberam.
Lá pelas quatro da manhã fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros. Deram-me umas injeções de glicose para melhorar.
Quando voltei ao apartamento, quase “ vomitei as tripas”, mas meu grito de liberdade já tinha sido dado. No sábado conhecemos uma galera de São Paulo, que estava alugando um “apê” no mesmo prédio. Nem imaginava que naquele dia eu estaria sendo apresentada ao meu futuro assassino.

Bebi um pouco no sábado em uma festa, que não estava legal, e lá pelas 5h30 fomos ao “apê” dos garotos para curtir o restante da madrugada.
Lá rolou de tudo fui apresentada ao famoso baseado. No começo resisti, mas chamaram a gente de “ Catarina careta”, mexeram com nossos brios e acabamos experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas antes de ir embora experimentei novamente. O garoto mais velho da turma, o Marcos, fazia carreirinha e cheirava um pó branco, que descobri ser cocaína.

Ofereceram-me, mas não tive coragem aquele dia. Retornamos a Floripa, mas percebi que alguma coisa tinha mudado. Eu sentia necessidade de buscar novas experiências e não demorou muito para novamente deparar-me com meu assassino, “Drues”. Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada. Sem perceber, eu já era uma dependente química, á partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano. Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria.

Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue o efeito ficava mais forte; aos poucos não compartilhávamos a seringa, e sim o sangue que cada um cedia para diluir o pó. No inicio, a minha mesada cobria os meus custos, porque a galera repartia e o preço era acessível. Comecei a comprar a “branca” a R$ 7,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$ 15,00 e eu precisava, no mínimo, de cinqüenta doses diárias. Saia na sexta-feira e retornava aos domingos com meus “novos amigos”.

Às vezes a gente conseguia o “ecstasy”, dançávamos nos “points” a noite inteira e depois farra. Meu comportamento tinha mudado em casa; meus pais perceberam, mas no inicio eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a ver com a minha vida. Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas. Aos poucos o dinheiro foi faltando e,para conseguir grana, fazia programas com uns velhos que pagavam bem.

Sentia nojo de vender meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos, toda a família foi se desestruturando. Fui internada diversas vezes em clínicas de recuperação, Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para tentas mudar o quadro. Quando eu saia da clinica, agüentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola, bons amigos e família.

Em dezembro de 1997, minha sentença de morte foi decretada: descobri que havia contraído o vírus da AIDS, não sei se me picando ou através de relações sexuais muitas vezes sem camisinha. Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha.

Aos poucos, meus valores, que só agora reconheço, foram acabando: família, amigos, pais, religião, Deus- ate Deus, tudo me parecia ridículo. Papai e mamãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los. Eles me deram o bem mais precioso, e eu o joguei pelo ralo. Estou internada, com 24kg, horrível; não quero receber visitas, porque não podem me ver assim. Não sei ate quando sobrevivo, mas do fundo do coração, peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca...Você, com certeza, vai se arrepender, assim como eu – mas percebo que para mim é tarde demais.

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