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Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim. ” Gálatas 2:20
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MensagemAssunto: Análise da confissão de fé da Igreja Presbiteriana no Brasil.   Sab 11 Fev 2012, 17:28

ANÁLISE DA CONFISSÃO DE FÉ DA IGREJA PRESBITERIANA


Análise baseada na confissão de fé de Westminster,publicada no site oficial da Igreja Presbiteriana no Brasil.

Lista de artigos dessa confissão de fé:

CONFISSÃO DE FÉ DE WESTMINSTER
CAPÍTULOS CONTEÚDO
I - ESCRITURA SAGRADA
II - DEUS E A SANTÍSSIMA TRINDADE
III - ETERNOS DECRETOS DE DEUS
IV - CRIAÇÃO
V - PROVIDÊNCIA
VI - QUEDA DO HOMEM, O PECADO E O SEU CASTIGO
VII - PACTO DE DEUS COM O HOMEM
VIII - CRISTO O MEDIADOR
IX - LIVRE ARBÍTRIO
X - VOCAÇÃO EFICAZ
XI - JUSTIFICAÇÃO
XII - ADOÇÃO
XIII - SANTIFICAÇÃO
XIV - FÉ SALVADORA
XV - ARREPENDIMENTO PARA A VIDA
XVI - BOAS OBRAS
XVII - PERSEVERANÇA DOS SANTOS
XVIII - CERTEZA DA GRAÇA E DA SALVAÇÃO
XIX - LEI DE DEUS
XX - LIBERDADE CRISTÃ E LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA
XXI - CULTO RELIGIOSO E O DOMINGO
XXII - JURAMENTOS LEGAIS E OS VOTOS
XXIII - MAGISTRADO CIVIL
XXIV - MATRIMÔNIO E DIVÓRCIO
XXV - IGREJA
XXVI - COMUNHÃO DOS SANTOS
XXVII - SACRAMENTOS
XXVIII - BATISMO
XXIX - CEIA DO SENHOR
XXX - CENSURAS ECLESIÁSTICAS
XXXI - SÍNODOS E CONCÍLIOS
XXXII - ESTADO DO HOMEM DEPOIS DA MORTE E A RESSUREIÇÃO DOS MORTOS
XXXIII - JUÍZO FINAL
PREFÁCIO AOS NOVOS CAPÍTULOS
XXXIV- ESPÍRITO SANTO
XXX - AMOR DE DEUS E DAS MISSÕES




Vamos nos ater apenas aos itens 19 e 21,que tratam da Lei de Deus e Culto Religioso e o Domingo.Eis aqui a íntegra dessa declaração,no seu item 19:


CAPÍTULO XIX
DA LEI DE DEUS
I. Deus deu a Adão uma lei como um pacto de obras. Por este pacto Deus o obrigou, bem como
toda sua posteridade, a uma obediência pessoal, inteira, exata e perpétua; prometeu-lhe a vida sob a
condição dele cumprir com a lei e o ameaçou com a morte no caso dele violá-la; e dotou-o com o
poder e capacidade de guardá-la.
Ref. Gen. 1:26, e 2:17; Ef. 4:24; Rom. 2:14-15, e 10:5, e 5:12, 19.
II. Essa lei, depois da queda do homem, continuou a ser uma perfeita regra de justiça. Como
tal, foi por Deus entregue no monte Sinai em dez mandamentos e escrita em duas tábuas; os
primeiros quatro mandamentos ensinam os nossos deveres para com Deus e os outros seis os nossos
deveres para com o homem.
Ref. Tiago 1:25 e 2:8, 10; Deut. 5:32, e 10:4; Mat. 22:37-40.
III. Além dessa lei, geralmente chamada lei moral, foi Deus servido dar ao seu povo de Israel,
considerado uma igreja sob a sua tutela, leis cerimoniais que contêm diversas ordenanças típicas.
Essas leis, que em parte se referem ao culto e prefiguram Cristo, as suas graças, os seus atos, os
seus sofrimentos e os seus benefícios, e em parte representam várias instruções de deveres morais,
estão todas abrogadas sob o Novo Testamento.
Ref. Heb.10:1; Gal. 4:1-3; Col. 2:17; Exo. 12:14; I Cor.5:7; II Cor. 6:17; Col. 2:14, 16-17; Ef.

2:15-16.
IV. A esse mesmo povo, considerado como um corpo político, Deus deu leis civis que
terminaram com aquela nacionalidade, e que agora não obrigam além do que exige a sua eqüidade
geral.
Ref. Exo. 21, e 22:1-29; Gen. 49:10; Mat. 5:38-39.
V. A lei moral obriga para sempre a todos a prestar-lhe obediência, tanto as pessoas
justificadas como as outras, e isto não somente quanto à matéria nela contida, mas também pelo
respeito à autoridade de Deus, o Criador, que a deu. Cristo, no Evangelho, não desfaz de modo
algum esta obrigação, antes a confirma.
Ref. I João 2:3-4, 7; Rom. 3:31; Tiago, 2:8, 10, 11; Rom-. 3:19- Mat. 5:18-19.
VI. Embora os verdadeiros crentes não estejam debaixo da lei como pacto de obras, para serem
por ela justificados ou condenados, contudo, ela lhes serve de grande proveito, como aos outros;
manifestando-lhes, como regra de vida, a vontade de Deus, e o dever que eles têm, ela os dirige e os
obriga a andar segundo a retidão; descobre-lhes também as pecaminosas poluções da sua natureza,
dos seus corações e das suas vidas, de maneira que eles, examinando-se por meio dela, alcançam
mais profundas convicções do pecado, maior humilhação por causa deles e maior aversão a eles, e
ao mesmo tempo lhes dá uma melhor apreciação da necessidade que têm de Cristo e da perfeição da
obediência dele. Ela é também de utilidade aos regenerados, a fim de conter a sua corrupção, pois
proíbe o pecado; as suas ameaças servem para mostrar o que merecem os seus pecados e quais as
aflições que por causa deles devem esperar nesta vida, ainda que sejam livres da maldição
ameaçada na lei. Do mesmo modo as suas promessas mostram que Deus aprova a obediência deles
e que bênção podem esperar, obedecendo, ainda que essas bênçãos não lhes sejam devidas pela lei
considerada como pacto das obras - assim o fazer um homem o bem ou o evitar ele o mal, porque a
lei anima aquilo e proibe isto, não é prova de estar ele debaixo da lei e não debaixo da graça.
Ref. Rom. 6:14,e 8:1; Gal. 3:13; Rom. 7:12, 22, 25; Sal.119:5; I Cor. 7:19; Rom.7:7, e 3:20;
Tiago 1:23, 25; Rom. 7:9,14, 24; Gal. 3:24; Rom. 8:3-4; Rom. 7:25; Tiago 2:11; Esdras 9:13-14;
Sal. 89:30-34 e 37:11, e 19:11; Gal. 2:16; Luc. 17:10; Rom. 6:12,-14; Heb. 12:28-29; I Ped. 3:8-12;
Sal. 34:12, 16.
VII. Os supracitados usos da lei não são contrários à graça do Evangelho, mas suavemente
condizem com ela, pois o Espírito de Cristo submete e habilita a vontade do homem a fazer livre e
alegremente aquilo que a vontade de Deus, revelada na lei, requer se faça.
Ref. Gal. 3:21; Eze. 36:27; Heb. 5:10


Observe que em seu artigo quinto,a declaração diz que “a lei moral obriga para sempre
a todos a prestar-lhe obediência,tanto as pessoas justificadas quanto as outras...Cristo,
no Evangelho,não desfaz de modo algum essa obrigação,antes a confirma.”

Reconhece assim que a lei moral,composta pelos dez mandamentos do Decálogo,está ainda em vigor e deve ser guardada por toda a humanidade,sejam crentes ou não.

Logo em seguida,em seu item 21,ela joga por terra essa afirmação,com a declaração acerca do Culto Religioso e o Domingo,eis a íntegra:

CAPÍTULO XXI
DO CULTO RELIGIOSO E DO DOMINGO

I. A luz da natureza mostra que há um Deus que tem domínio e soberania sobre tudo, que é bom
e faz bem a todos, e que, portanto, deve ser temido, amado, louvado, invocado, crido e servido de
todo o coração, de toda a alma e de toda a força; mas o modo aceitável de adorar o verdadeiro Deus
é instituído por ele mesmo e tão limitado pela sua vontade revelada, que não deve ser adorado
segundo as imaginações e invenções dos homens ou sugestões de Satanás nem sob qualquer
representação visível ou de qualquer outro modo não prescrito nas Santas Escrituras.
Ref. Rom. 1:20; Sal. 119:68, e 31:33; At. 14:17; Deut. 12:32; Mat. I5:9, e 4:9, 10; João 4:3, 24;
Exo. 20:4-6.
II. O culto religioso deve ser prestado a Deus o Pai, o Filho e o Espírito Santo - e só a ele; não
deve ser prestado nem aos anjos, nem aos santos, nem a qualquer outra criatura; nem, depois da
queda, deve ser prestado a Deus pela mediação de qualquer outro senão Cristo.
Ref. João 5:23; Mat. 28:19; II Cor. 13:14; Col. 2:18; Apoc 19:10; Rom. l:25; João 14:6; I Tim.
2:5; Ef. 2:18; Col. 3:17.
III. A oração com ações de graças, sendo uma parte especial do culto religioso, é por Deus
exigida de todos os homens; e, para que seja aceita, deve ser feita em o nome do Filho, pelo auxílio
do seu Espírito, segundo a sua vontade, e isto com inteligência, reverência, humildade, fervor, fé,
amor e perseverança. Se for vocal, deve ser proferida em uma língua conhecida dos circunstantes.
Ref. Fil. 4:6; I Tim. 2:1; Col. 4:2; Sal. 65:2, e 67:3; I Tess. 5:17-18; João 14:13-14; I Ped. 2:5;
Rom. 8:26; Ef. 6:8; João 5:14; Sal. 47:7; Heb. 12:28; Gen. 18:27; Tiago 5:16; Ef. 6:18; I Cor. 14:14.
IV. A oração deve ser feita por coisas lícitas e por todas as classes de homens que existem
atualmente ou que existirão no futuro; mas não pelos mortos, nem por aqueles que se saiba terem
cometido o pecado para a morte.
Ref. Mat. 26:42; I Tim. 2:1-2; João 17:20; II Sam. 7:29, e 12:21-23; Luc. 16:25-26; I João 5: 16
V. A leitura das Escrituras com o temor divino, a sã pregação da palavra e a consciente
atenção a ela em obediência a Deus, com inteligência, fé e reverência; o cantar salmos com graças
no coração, bem como a devida administração e digna recepção dos sacramentos instituídos por
Cristo - são partes do ordinário culto de Deus, além dos juramentos religiosos; votos, jejuns solenes
e ações de graças em ocasiões especiais, tudo o que, em seus vários tempos e ocasiões próprias,
deve ser usado de um modo santo e religioso.
Ref. At. 15:21; Apoc. 1:3; II Tim. 4:2; Tiago 1:22: At. 10:33; Heb. 4:2; Col. 3:16; Ef. 5:19; Tiago
5:13; At. 16:25; Mat. 28:19; At. 2:42; Deut. 6:13; Ne. 10:29; Ec. 5:4-5; Joel 2:12; Mat. 9:15.
VI. Agora, sob o Evangelho, nem a oração, nem qualquer outro ato do culto religioso é restrito
a um certo lugar, nem se torna mais aceito por causa do lugar em que se ofereça ou para o qual se
dirija, mas, Deus deve ser adorado em todo o lugar, em espírito e verdade - tanto em famílias
diariamente e em secreto, estando cada um sozinho, como também mais solenemente em
assembléias públicas, que não devem ser descuidosas, nem voluntariamente desprezadas nem
abandonadas, sempre que Deus, pela sua providência, proporciona ocasião.
Ref. João 5:21; Mal. 1:11; I Tim. 2:8; João 4:23-24; Jer. 10: 25; Jó 1:5; II Sam. 6:18-20; Deut.
6:6-7; Mat. 6: 11, e 6:6; Isa. 56:7; Heb. 10:25; Prov. 5:34; At. 2:42.
VII. Como é lei da natureza que, em geral, uma devida proporção do tempo seja destinada ao
culto de Deus, assim também em sua palavra, por um preceito positivo, moral e perpétuo, preceito
que obriga a todos os homens em todos os séculos, Deus designou particularmente um dia em sete
para ser um sábado (descanso) santificado por Ele; desde o princípio do mundo, até a ressurreição
de Cristo, esse dia foi o último da semana; e desde a ressurreição de Cristo foi mudado para o
primeiro dia da semana, dia que na Escritura é chamado Domingo, ou dia do Senhor, e que há de
continuar até ao fim do mundo como o sábado cristão.
Ref. Exo. 20:8-11; Gen. 2:3; I Cor. 16:1-2; At. 20:7; Apoc.1:10; Mat. 5: 17-18.
VIII. Este sábado é santificado ao Senhor quando os homens, tendo devidamente preparado os
seus corações e de antemão ordenado os seus negócios ordinários, não só guardam, durante todo o
dia, um santo descanso das suas próprias obras, palavras e pensamentos a respeito dos seus
empregos seculares e das suas recreações, mas também ocupam todo o tempo em exercícios
públicos e particulares de culto e nos deveres de necessidade e misericórdia.
Ref. Exo. 16:23-26,29:30, e 31:15-16; Isa.58:13.



Todas as afirmações em relação ao culto prestado ao Único Deus,encontram-se em perfeita harmonia para com a bíblia,mas em seu artigo sétimo,que trata do período semanal de descanso,ela,apesar de reconhecer que Deus santificou o dia de sábado,afirma que este dia foi mudado para o domingo,após a ressurreição de Cristo,e que há de continuar assim até o fim do mundo.

Cabem aqui duas perguntas:se Deus santificou o dia de sábado,isto é,separou p/ Si,diferenciou-o dos outros dias,caso houvesse tido uma mudança em relação a esse dia,teria que haver alguma declaração expressa de Deus,retirando do sábado a sua santificação...outra,tendo havido essa mudança,deveria haver,na bíblia,uma declaração solene,do Pai,ou de Alguém,com autoridade igual ou superior à dEle,santificando esse ‘novo sábado’,agora com o nome de domingo...

Não irmãos,não há uma única passagem na bíblia,que registre uma afirmação Divina,santificando esse novo dia,ou abolindo a santificação do sábado do sétimo dia da semana,desde a sua instituição,no Éden,até os últimos dias do último dos apóstolos a nos escrever,João.O que há,na verdade,é um conformismo desta e da grande maioria das igrejas cristãs,em relação ao determinismo imposto pela Igreja de Roma,que em 324 de nossa era,instituiu o domingo como dia de guarda dos cristãos,em em flagrante desacordo com a bíblia,e assim fazendo,as igrejas cristãs estão prestando uma homenagem ao Papado,acatando-lhe as ordens,irmanando-se ombro a ombro,com os ditames desta Igreja.
Mas nem mesmo assim,cumprem os fiéis que dizem fazer do domingo,o seu ‘sábado cristão’,os requisitos da guarda desse dia,posto que a verdadeira guarda desse dia está descrita no artigo oitavo,dessa declaração,que não é respeitada por nenhum de seus fiéis,visto que aproveitam o domingo para vários tipos de atividades seculares,condenadas na declaração.

Irmãos,não se enganem,aceitar esse sábado espúrio,inventado pelos homens,é cauterizar suas consciências,fechando o coração aos reclames de Deus,que nos ordena a guarda do sábado do sétimo dia da semana.
Jesus,certa vez,declarou ser o Senhor do sábado,e isso é verdade,pois Ele,ao terminar Sua obra de criação,instituiu o sétimo dia da semana,como o dia de guarda dos Seus filhos,o sinal que os distinguiria do resto dos homens.Foi assim com Adão e seus familiares,menos a descendência de Caim,que saiu da presença do Senhor,deixando de lado Seus preceitos,mas continuou com Enoque,Noé,seus filhos,Abraão,seus filhos,o povo israelita,Jesus,Seus apóstolos,e durante 3 séculos,após Sua subida aos céus,até que,um dia,por ordem de um imperador romano,em conluio apóstata com os líderes da Igreja de Roma,pisaram a pés profanos,a gloriosa Lei de Deus,fato que infelizmente,vem sendo perpetrado por grande parte da Cristandade,que por falta de informação,conformismo,ou até mesmo desleixo no estudo da Palavra,continua prestando essa homenagem ao imperador.

Jesus,em Sua morte,concluiu a obra de redenção dando mais uma mostra da santidade do sábado,descansando “conforme o mandamento” que Ele mesmo havia instituído;não deveriam Seus seguidores,os que dizem amá-lO,fazer o mesmo?

A guarda do domingo é uma prova da autoridade de Roma sobre todas as igrejas cristãs que aceitam esse mandamento espúrio,mas isso já estava profetizado por Daniel,em seu livro,no capítulo 7,verso 25,onde ele diz que este poder religioso iria “cuidar de mudar os tempos e a Lei”,que foi o que a Igreja de Roma fez.
Talvez muitos não saibam,mas até mesmo os pagãos da antiguidade,marcavam o tempo de acordo com os padrões bíblicos,com os dias começando e terminando ao pôr-do-sol;e tudo continuou assim por muito tempo,até que a Igreja de Roma,unindo-se ao Poder Romano,instituiu o calendário Gregoriano,que fez mudanças no calendário lunar,além de passar a contar os dias a partir da meia-noite,cumprindo assim a profecia de Daniel,quando mais tarde,mudaram o dia de guarda,mudando os tempos e a Lei.

É coisa de suma importância viver de acordo com os preceitos bíblicos,como disse Pedro:”antes importa obedecer a Deus que aos homens”...é isso que fazem os cristãos que guardam o domingo?Não,não e não!!!Estão em vez disso seguindo “preceitos que são doutrinas de demônios”,deixando de fazer a vontade de Deus,cumprindo ordens de homens...

Que o Espírito de Deus os ilumine,e os leve a estudar com mais afinco sobre esse tema,que é objeto de observação tanto de Deus como do diabo,pois Um deseja que Seus filhos O obedeçam,enquanto o outro quer que eles continuem como estão,pois sabe que “quebrar um único mandamento é quebrar a Lei toda”,conforme nos diz Tiago 2:10.
Estudemos com profundo interesse,esse tema,que virá a decidir o futuro de nossas almas,pois envolve a obediência ou não,à vontade do Pai;deixemos de lado tudo o que seja imposição humana e voltemo-nos para o nosso Deus,”que é rico em perdoar”...

Estudo elaborado por Assuero.

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