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 A PRÁTICA DO JEJUM. (Mt.9.14,15)

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guganic

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Mensagens : 2060
inscrito em : 08/08/2011

MensagemAssunto: A PRÁTICA DO JEJUM. (Mt.9.14,15)   Sab 28 Jan 2012, 01:09

Mt. 9:14
Vieram depois os discípulos de João, e lhe perguntaram: por que jejuamos nós e os fariseus, (muitas vezes) e teus discípulos não jejuam?

Vs.15
Respondeu-lhes Jesus: Podem acaso estar tristes os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles? Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo, e nesses dias hão de jejuar.

O jejum deve ser uma prática regular na vida do cristão.

O jejum não é uma doutrina fundamental, porém é uma doutrina normativa. – Jejuar deve ser uma norma, uma conduta de vida do salvo em Cristo.

“Por que jejuamos nós?”; “Podem estar tristes os convidados para o casamento?”.

A alegria, e felicidade dos noivos são reconfortantes e contagiantes.

Uma festa de casamento só perde o brilho quando os noivos se retiram da festa.

“Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo!” - O noivo é Jesus, e estes dias são chegados.

A medicina comprova que a prática do jejum é salutar ao corpo físico. Abusar do jejum é prejudicial a este mesmo corpo.

Precisamos entender que jejum não é formula mágica de resolver crises ou problemas.

Zc. 7:1
No quarto ano do reinado do rei Dario, a palavra do Senhor veio a Zacarias, no quarto dia do nono mês, o mês de quisleu.
Vs.2
Foi quando o povo de Betel enviou Sarezer e Regém-Meleque com seus homens, para suplicarem ao Senhor,
Vs.3
Perguntando aos sacerdotes do templo do Senhor dos Exércitos e aos profetas: Devemos lamentar e jejuar no quinto mês, como já estamos fazendo há tantos anos?
Vs.4
Então o Senhor dos Exércitos me falou:
Vs.5
Pergunte a todo o povo e aos sacerdotes: Quando vocês jejuaram no quinto e no sétimo meses durante os últimos setenta anos, foi de fato para mim que jejuaram?
Vs.6
E quando comiam e bebiam, não era para vocês mesmos que o faziam?

O jejum era para eles mesmos, ou seja: Justiça à base de auto-retidão.

Vs.11
Eles, porém, não quiseram atender, e rebeldes me deram as costas, e ensurdeceram os seus ouvidos para que não ouvissem.
Vs, 12
Sim, fizeram os seus corações duros como diamante, para que não ouvissem a lei.

Teria sido de melhor proveito que eles tivessem dado ouvidos (obedecessem) à palavra de Deus que foi pregada pelo ministério dos profetas quando havia paz em Jerusalém (vs.7), do que pensar que o jejum era a solução mágica para a conturbação que estavam vivendo.

Melhor do que jejuar e orar é obedecer à palavra de Deus, e vigiar.

A desobediência à palavra de Deus é a crise que o choro e o jejum não podem resolver.

O jejum, não é nenhuma fonte de poder; não nos tornamos super crentes só porque jejuamos.

Jejum não é somente a prática da abstenção de alimentos, e sim abstenção de todas as atitudes humanas indignas de Deus.

Jejum é abster-se da impiedade; é desfazer as ataduras da servidão ao pecado; é deixar livres os oprimidos; é quebrar o jugo do autoritarismo.

Jejum,por incrível que pareça,é repartir o pão com o faminto.

Is. 58:5
Será esse o jejum que escolhi, que apenas um dia o homem se humilhe, incline a cabeça como o junco e se deite sobre pano de saco e cinzas? É isso que vocês chamam jejum, um dia aceitável ao Senhor?

Vs.6
Porventura não é este o jejum que escolhi que soltes as ligaduras da impiedade, desfaças as ataduras da servidão, deixem livres os oprimidos e despedaces todo jugo?
Vs.7
Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desabrigados, e se vires o nu, o cubram, e não te escondas do teu semelhante?

Eis o jejum que agrada a Deus, e tem resposta garantida, e que leva Deus a dizer-nos: Eis-me aqui.
Vs.9
Se tirares do meio de ti o jugo, o dedo que ameaça; o falar injurioso;
Vs.10
Se abrires a tua alma ao faminto, e fartares a alma aflita, então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio dia.
Vs.11
O Senhor te guiará continuamente, fartará a tua alma até em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; serás como um manancial, cujas águas jamais faltam.

Melhor do que chorar, jejuar e orar, é vigiar, e dar ouvidos, obedecer à palavra de Deus. Isto sim: é um santo jejum.

Para Israel, Deus ordenara que jejuassem contritamente no solene e nacional dia da Expiação, (Lv. 16.2-31; 23.27,29 31). Era um decreto divino para Israel.

Com relação à Igreja Jesus declarou que o jejum é uma necessidade e não um decreto.

Jesus foi enfático ao declarar: “Quando jejuares”, e não “Se jejuares”.

Mt. 6:16
Quando jejuarem, não mostrem uma aparência triste como os hipócritas, pois eles mudam a aparência do rosto a fim de que os outros vejam que eles estão jejuando.
Vs.17
Tu, porém,quando jejuares,unge a cabeça e lava o rosto.

O jejum e a oração são armas poderosas para combatermos a ação do inferno, (Mt. 17.21) desde que, estejamos em consonância com a palavra de Deus.

O jejum pode ser parcial, total, e absoluto.

O jejum que Daniel fez, não é regra de fé como alguns ensinam; o jejum que Daniel e seus companheiros fizeram foi parcial.

Daniel e seus irmãos de fé abstiveram-se de alguns alimentos, (finas iguarias do rei), e alimentaram-se apenas de legumes, e água. (Dn. 1.12)

As razões que levaram Daniel a abrir mão de alimentar-se de carne, é que a pesar dos babilônios serem vegetarianos os animais para consumo eram sufocados, e consagrados aos deuses babilônicos.

No jejum parcial você pode abster-se conscientemente de alguns alimentos, desejáveis ou de beber água ou café ou leite...

No jejum total, você se abstém de todos os alimentos, inclusive os alimentos líquidos.

No jejum absoluto, você se abstém até das relações sexuais.

Jejuar quarenta dias e quarenta noites não é doutrina normativa nem fundamental.

Jejuar além do que o corpo físico pode suportar é debilitar a saúde inclusive a mente e pode-se abrir uma oportunidade para Satanás por o nariz e enfiar o bedelho na sua vida.

A pessoa em vez de ter visões de Deus, passa a ter visagens do cão, pois uma mente vazia é oficina dele.

Não jejuar nunca é negligenciar uma prática salutar à nossa vida espiritual.

Há igrejas que autoritariamente o seu líder impõe a prática do jejum e num arrogo de santidade exagerada ainda diz que é uma “santa convocação”. E ai de quem não obedecer.

Você pode até obedecer, mas se for de contra gosto o jejum é de tolo.

O jejum deve partir de uma alma e coração voluntarioso sem nenhuma imposição de horários para começar ou terminar.

Santa convocação é bem diferente de “santa imposição”.

Quando jejuares da próxima vez, saiba por que razão está jejuando: se por gratidão, adoração ou necessidade. Nunca por imposição de senhor ninguém.

Saiba isto sobre a fé em Deus.

Rm. 14.22
A fé que tens, tem-na para ti mesmo perante Deus. Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova.

Jejuar conscientemente e com fé em Deus naquilo que aprova em fazer o jejum. E não naquilo que alguém aprova te impondo a fazer.

Agora que você aprendeu um pouco mais sobre a prática do jejum sinta-se a vontade para jejuar da maneira que você aprova: parcial, total ou absoluto.

Agora se você é casado combine antes com o cônjuge se ele aceita o jejum absoluto onde não pode haver relações íntimas (sexo).

Mas se o cônjuge aceita a proposta do jejum absoluto não caia no exagero de jejuar quarenta dias e quarenta noites, pois você pode entrar numa fria sem precedentes e depois choramingar na igreja que está sofrendo por amor a Cristo. - Isto não será verdade.

Se aceitar o jejum absoluto e a fome bater (o desejo sexual) pare o jejum na hora e em nome de Jesus pelo bem da sua família.

Lembre-se jejum não salva nem condena ninguém... Portanto não dê sopa para o azar.

Bom jejum para você.

Guganic

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A PRÁTICA DO JEJUM. (Mt.9.14,15)
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