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 OS DIREITOS DOS OBREIROS DA CASA DO SENHOR (I Co. 9.3-23)

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guganic



Mensagens : 2017
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MensagemAssunto: OS DIREITOS DOS OBREIROS DA CASA DO SENHOR (I Co. 9.3-23)   Sab 02 Abr 2016, 12:07

OS DIREITOS DOS OBREIROS DA CASA DO SENHOR
                            I Co. 9.3-23

 
Vs. 13
Não sabeis vós que os que prestam serviços sagrados do próprio templo se alimentam? E quem serve do altar tira o seu sustento?
Vs. 14
Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que viva do evangelho.
 
Nesta porção bíblica contida no capítulo nove de primeira Coríntios, o apóstolo Paulo trata com muita clareza dos direitos dados por Deus aos que fazem a Sua obra em tempo integral.
 
A questão financeira dos obreiros do Senhor que fazem a obra do Senhor em tempo integral, por vezes é contestada pela maioria de uma qualidade de evangélicos desconhecedores da palavra de Deus neste aspecto.
 
Diz Paulo: a minha defesa (3) perante os que me interpelam é esta: Não temos nós (4) o direito de comer e beber?
 
Interpelado, arguido, perguntado, talvez até de uma forma grosseira, muito mal educada e ofensiva concernente ao direto dos apóstolos tirarem do altar o sustento necessário à suas vidas.
 
A maioria dos apóstolos casados e provavelmente tinham filhos e o direito do sustento, do comer e do beber não era só da pessoa do  apóstolo em si e sim de toda a família inclusive sogra se abrigada no lar do mesmo.
 
A resposta legal contra o direito do sustento do apóstolo (9) foi dada e bem fundamentada na palavra de Deus: Porque na lei de Moisés está escrito: Não atarás a boca ao boi, quando pisa o trigo. (Dt.25.4)
 
“Acaso é com os bois que Deus se preocupa?” Perguntou Paulo.
 
E o direito ao casamento (5) e o direito de deixar de trabalhar?
 
Apascentar o rebanho sim, (7) agora se alimentar do leite tirado dele não? Plantar as vinha e não comer do seu fruto, também não?
 
Não é por causa de bois nem de ovelhas e sim por causa dos trabalhadores da seara do Senhor que está escrito: o que lavra (10) cumpre fazê-lo com esperança. - Esperança de quê? – De tirar da obra o necessário à vida.
 
Seguramente Deus deu e Deus tem dado este direito aos que trabalham na lavoura de Deus em tempo integral, que dela se alimente se sustente e sustente a sua família se as tiver.
 
Quem trabalha na obra do Senhor não deve trabalhar pensando em obter lucros financeiros; pois a obra de Deus não é fonte de lucros materiais.
 
Mas o obreiro não deve de jeito nenhuma abrir mãos do direto que tem e dado por Deus de receber o necessário pelo trabalho realizado só porque alguém acha que não é certo e que está errado viver da obra.
 
Vs.11
Se nós vos semeamos as coisas espirituais, serão muito recolhermos de vós bens materiais?
 
Os benefícios espirituais não se podem comparar com os materiais.
 
Paulo pelo trabalho prestado a Deus e à Igreja de Corintos tinha direito em maior medida que outros (12) de participar da colheita pelos serviços prestados.
 
Segundo a palavra autorizada quem serve ao altar do altar tira o seu sustento. Agora usar o altar do Senhor para enriquecer ilicitamente, levar uma vida de puro luxo e ostentação financeira é descabível.
 
É um insulto às ovelhas da casa do Senhor e é ofensivo a Deus que em algum tempo certamente tomará providências a respeito.
 
Jesus como carpinteiro sustentou a sua família por ser o filho mais velho que José deixou com o seu desenlace. 

Mas aos trinta anos começou seu ministério e algumas mulheres agora o sustentava com seus próprio bens.
 
Lc. 8.1
E aconteceu, depois disto, que andava de cidade e em cidade, e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus; e os doze iam com ele.
Vs.2
E algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios;
Vs.3
E Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, e Suzana, e muitas outras que o serviam com seus bens.
 
A Bíblia diz que na terra (Ec.10.19) o dinheiro responde a tudo.
 
A mulher de Cuza, o gerente de finanças de Herodes, era uma mulher de um poder aquisitivo elevado assim como sua classe social também.
 
Elas receberam de Cristo os bens espirituais e elas ofertaram a este seus bens materiais.
 
“À medida que seguirdes pregue que está perto o reino dos céus. Não vos provereis de ouro nem de prata nem de cobre nos vossos cintos”.
 
Os discípulos saíram não só para pregar o evangelho do reino, como também saiu com a grande responsabilidade de curar os enfermos, também ressuscitar mortos e expelir demônios. (Mt.10.7-14)
 
De graça (Mt.10.1) os discípulos também receberam a graça para efetuar o trabalho da evangelização com muita autoridade para realizar o serviço necessário ao crescimento da obra do reino dos céus.
 
De graça os doze deviam pregar, pois eram naquele momento estagiários da evangelização, mais ainda assim precisavam do sustento.
 
Mais tarde ao enviar os setenta avisou-os: Não leveis bolsa nem alforjes nem sandálias. Ao entrardes numa casa saudai-os com a paz.
 
Se houver ali um filho da paz, repousará sobre ele a vossa paz senão a mesma voltará para vós. (Lc. 10.3-11)
 
Lc. 10.7
Permanecei na mesma casa, comendo e bebendo do que eles tiverem; porque digno é o obreiro do seu salário. Não andei a mudar de casa em casa.
 
O obreiro do Senhor não é chamado para fazer comércio na casa e nem da casa do Senhor, mais é digno de seu salário e um bom salário se ele faz o que Jesus mandou: evangelizar, pregar, ensinar...
 
O apóstolo Paulo tinha como ponto de honra: o direito de abrir mãos do sustento que o evangelho proporciona a quem o prega, por uma questão puramente pessoal. (vs.12)
 
Mais ele deixa claro saber que os que prestam serviços sagrados deste próprio serviço se alimentam ou se sustenta, pois tem o direito assegurado por Deus. (vs.13,14)
 
Na Velha Aliança os oficiais do templo tinham o direito de ser sustentados, pois investiam seu tempo no serviço do templo que era do Senhor.
 
No passado, os servidores do templo  eram constituídos de duas classes: os que administravam o que era sagrado e os que esperavam no altar.
 
Esta era uma ordenança divina, vinda diretamente de Deus; e tanto é assim que ainda hoje é uma ordenança de Deus que os seus ministros devam ser sustentados por aqueles que recebem o evangelho.
 
Porque cada qual levará a sua carga. (Gl.6.5,6) E o que é instruído na palavra reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui.
 
Deus não precisa de dízimos nem de oferta alguma; mais os que fazem a sua obra em tempo integral, os que investem o seu tempo e conhecimento nela precisa sim dos dízimos e da oferta para sustento próprio e sustento da obra também.
 
Agora se alguns avarentos, ou sovinas ou observadores da obra de Deus não aceita ou não concorda? 

Vá reclamar com Deus e arrancar da Bíblia as folhas que registram essa verdade: O obreiro é digno do seu salário!
 
Graças a Deus não tenho este tipo de problemas; logo posso escrever com muita propriedade esta verdade.
 
Se a obra do Senhor estiver iniciando, se a obra é deficitária o obreiro não deve abandoná-la por nada.

Em parte foi por esta razão que Paulo abriu mão de ser sustentado pela obra: trabalhos deficitários no inicio.
 
Você que reclama dos dízimos e das ofertas; que toma conta da vida do vosso pastor não para ajudar e sim para acusar e criticar e tudo mais...
 
Você sabia que de vossa alma o pastor terá que prestar contas a Deus?
 
Obedecei a vosso pastores, e sujeita-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; (Hb.13.17) para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil.
 
Nenhum homem é adequado para pastorear se não for capaz de guiar os crentes sob sua responsabilidade em segurança para o céu de Deus.
 
São a estes homens que se mostram capazes de guiar outros homens para o céu que se faz jus ter o melhor sustento tirado do altar se ele só vive do sagrado do altar.
 
Qualquer dia eu escreverei o outro lado da moeda sobre este assunto.
 
I Co. 9.14
Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que viva do evangelho.
 
 
 
Guganic.
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