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 Ex-espírita conta como conheceu a Verdade

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M.Rogério
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MensagemAssunto: Ex-espírita conta como conheceu a Verdade   Ter 29 Set 2015, 13:04

O ex-espírita Ricardo Magalhães concordou em responder a diversas perguntas feita pelo pastor Airton Evangelista da Costa, como a seguir, em que conta como, quando e por que deixou o espiritismo, depois de vinte anos de doutrina kardecista. Vejamos. 



O entrevistado começou com o seguinte versículo da Bíblia: 



“Nós somos de Deus; quem conhece a Deus nos ouve; quem não é de Deus não nos ouve. Assim é que conhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro.” (1 João 4:6)



P - O que o levou a aderir ao espiritismo?

R - Nasci em berço espírita. De pai e mãe espíritas, aos 2 anos e meio de idade já participava das aulinhas na Federação Espírita Brasileira (FEB), junto com minha irmã mais velha, que tinha 4 anos. Cresci aprendendo seus ensinamentos e me aprofundando neles. Quanto mais estudava, mais me conscientizava de que esta doutrina retratava a mais pura verdade e entendimento. Em parte, seria a ciência explicando muito da religião. Quanto mais estudava, mais revelava. Crítico desde cedo, nunca aceitei nada antes que pudesse compreender, inclusive dentro da própria FEB, que tanto questionei seus palestrantes, professores, etc. Às vezes tinha até um certo “receio” de levantar meus questionamentos, porque ia o resto do tempo inteiro que tínhamos sem que a questão pudesse, a fundo, ser resolvida.



P - O senhor chegou a ser um líder no espiritismo?

R – Não. Era comprometido com os trabalhos e fazer a minha parte. Participei por alguns anos de grupos espíritas no trabalho fraterno, trabalhos de desobsessão, passes, cura, outros.



P - Qual a diferença entre ser espírita e ser espiritualista?

R - Esta é uma grande questão que costuma irritar muito os espíritas, eu também me irritava bastante. Espiritismo é um termo criado pelo codificador do Espiritismo, Hypolite Léon Rivail Denizard, vulgo Allan Kardec, para designar a sua doutrina. Espírita, termo também criado por este, significa aquele que faz parte desta doutrina. Em uma palavra, espírita é o kardecista. Espiritualista é todo aquele que acredita no mundo espiritual. Dentre as doutrinas espiritualistas, encontramos o espiritismo. Logo, todo espírita é espiritualista, visto que crê no mundo espiritual, porém nem todo espiritualista é espírita, por não acreditarem, seguirem ou até mesmo terem estudado a doutrina espírita. Chamar por exemplo a prática do candomblé de espiritismo costuma ofendê-los bastante.



P - O senhor desenvolveu o dom de médium, e, se positivo, a experiência foi saudável?

R - Sim. Gostaria de retirar a palavra dom, visto que, particularmente vejo dom como algo que é recebido da parte de Deus gratuitamente, do original grego, vem da raiz caris significando graça, dádiva, favor, dom…. já mediunidade, é colocado como uma faculdade latente em todos os indivíduos, podendo apresentar-se de diversas maneiras e serem desenvolvidas. Chega a ser classificada mais de cinquenta tipos, mas dentre as chamadas mediunidade de tarefa, desenvolvia vidência-clarividência, “encorporação”, e dizendo eles, cura e audiência. Eu gostava muito da idéia de poder ser “usado” para ajudar outras pessoas e como também a espíritos em situações de necessidade, “cumprir um compromisso feito antes de encarnar”, mas em reuniões de desobsessão por exemplo, preferia exercer o papel de doutrinador, que a princípio, no máximo é auxiliado pelos espíritos por um processo intuitivo.



P - O que há de mais negativo em ser médium?

R - Algo visto pelos espíritas como mais negativo é justamente o fato de desenvolver e abandonar o trabalho, visto que a possibilidade de tornar-se um esquisofrênico entre outros, é gigantesca. Para mim, dentre tantos, o que há de mais negativo é o laço que você faz com estes espíritos. Para quebrar isto, é muita luta. E eles não desistem fácil, se é que algum dia desistem. 



P - Os médiuns podem negar-se a receber algum espírito?

R - Em teoria, quanto mais o médium desenvolve sua mediunidade, mais ele pode controlá-la. Até mesmo nos processos inconscientes, Kardec explica que é intermediado pelo espírito do médium. Ou seja, seu espírito não sairia para “entrar” outro espírito, mas ele daria liberdade para que este pudesse atuar, passando sempre por esta triangulação. Em uma palavra, segundo esta teoria, sim. Segundo a prática que conheci, depende do desenvolvimento do médium, do meio e da influência que recebe.



P - Em que momento, em qual circunstância e porque o senhor mudou do espiritismo para o cristianismo?

R - Certa vez, levei um caso a um dos grupos que participava, de uma pessoa com distúrbios bi-polar, esquisofrenismo, diagnosticado como um dos mais complicados da américa latina, após passar por tratamentos em São Paulo e até mesmo na américa central, não me recordo com exatidão onde. Empolgado com o sucesso em tantos casos absurdos e impossíveis, levei este caso, porém com o decorrer das sessões, nada melhorava. Senti então que deveria atuar, onde não era indicado a participar diretamente, visto a ligação que tinha com a pessoa, mas conseguia ver e atrair para o grupo espíritos que não estavam sendo “puxados” e assim passei a fazer. Mas isto não durou muito tempo, porque eu realmente comecei a ficar louco. Tinha crises constantes, hora estava bem, hora estava desnorteado, alegre, triste, sentimental, esquecido, entre tantos outros sintomas normais a quem estivesse começando a desenvolver a mediunidade, ainda mais sem o acompanhamento dos espíritos “mais elevados”, o que não era o caso. Além de nada melhorar, mesmo estando agora, eu a me tratar, sempre foi muito bem explicitado de que aquele que desenvolveu a mediunidade, e parar de “trabalhar”, ficaria maluco mesmo, visto que estaria com um canal aberto, sem uso por bons espíritos, na qual, estes deixariam de proteger o médium para trabalhar com outros mais comprometidos, ficando a mercê dos mais baixos espíritos. (Abro este parentêses para glorificar o nome de Deus que está acima de todas estas coisas.) Mesmo assim tirei uma licensa do grupo provisoriamente, apesar de não bem aceita a idéia por estes ou pelos espíritos, mas necessária para o desenvolvimento e conclusão de minha monografia. Neste período, estava namorando uma pessoa evangélica, e como aos domingos não tinha compromisso com a minha religião, as vezes, ia com ela a igreja. Como me considerava cristão, gostava muito de ouvir falar de Jesus, mesmo que achasse que os pastores não entendiam quase nada do que pregavam, principalmente em termos de milagres. Mas, como bom kardecista que era, aprendi junto a esta doutrina o método pestalozziano, que Kardec utilizou ao estudar os fenômenos mediúnicos que aconteciam na época da codificação. Como fé e razão não se batem, deixei de lado a essencia racional e foquei em parte do conceito no que diz respeito a desarmar-se, abrir mão dos seus pré-conceitos, e analisar, ou no caso, viver o objeto em questão. Somente depois viria com as críticas e refutações. Assim fiz, guardei todos os meus conceitos e conhecimentos em uma caixinha em algum lugar do meu cérebro e ia a igreja sem querer procurar erros, comparações ou algo em que poderia sustentar uma refutação, mas para ouvir a ministração das boas novas, me sentia bem. Neste período, passei por momentos muitos difícies, e esta namorada, me falava constantemente de Deus. As vezes me irritava a suposição de que ela tivesse Deus e eu não. De que era cristã e eu não. De que ela era convertida e eu convencido. Como assim, ela tem Cristo e eu não? Ela não sabe nada de Jesus a não ser a leitura superficial que tem, assim eu pensava. Mas ela falava de um Cristo diferente, um Deus Vivo, e eu comia e bebia daquelas palavras. Aprendi e também teorizava de que, Deus, um ser perfeito que havia feito tudo perfeito. Sua natureza era perfeita, e suas leis também. Portanto, não existiria a menor possibilidade dEle necessitar intervir naquilo que era perfeito, só se houvesse erros para que ele precisasse “consertar”, o que é incompatível com Deus. Os milagres seriam simplesmente fenômenos que muitas vezes não poderíamos ainda explicar, da qual Kardec abordava a maioria dos milagres executados por Jesus com algumas suposições. Mas este Deus era diferente, parecia mais presente, e começava a falar diretamente comigo. Aprendi na doutrina espírita que Deus era onisciente, onipresente e onipotente. Pouco sobre Deus. Mas este Deus que conhecia, relacionava-se comigo de maneira viva e real. Foi então que nas minhas idas a igreja, resolvi aceitar ao Senhor Jesus. Perguntavam se eu queria mais daquilo que estava sentindo e não sabia explicar. E eu sempre levantava a mão. A partir daquele momento, minha vida revirou. Pouco tempo depois, fui a um encontro espiritual, numa chácara. Lá entendi que eu era como Jacó, vivi a luta do vale de Peniel com o Senhor. Acreditava que não tivesse grandes pecados por observar sempre os mandamentos. Lembro-me aqui sobre o homem rico (Mc 10:17-23). Foi então que descobri o meu maior pecado. Por acreditar que Deus não se relacionava a não ser das maneiras naturais, para mim, quase tudo estava acima de Deus. Não de maneira direta, mas indireta. Minha vida não era dedicada a vontade de Deus, apesar de antes acreditar que sim. Estava na FEB ou centros de segunda a sábado. Mas entendi que nada daquilo era adorar a Deus, era servir a vontade de Deus, mas sim o que achava ou entendia que era. Foi então que publicamente peguei o microfone naquele lugar e desabafei, me coloquei como Jacó, mas queria minha benção, queria ser Israel. Logo após, teve um teatro, que mostrava o homem, cheio de pecados, cheio de impurezas, e era assim que me sentia, como um sepulcro caiado. Por fora, fisicamente, tão lindo, por atos, tão maravilhoso. Mas por dentro eu me sentia podre. Chorava bastante assistindo esta peça, mas as lágrimas somente escorriam de um olho, o outro estava seco. Então, na peça, Jesus entra, e transforma a vida daquele rapaz, o lava e o redime, o faz novo. Senti Deus falar ao meu coração que estava fazendo o mesmo comigo, e então comecei a chorar dos dois olhos, e no meu coração, conseguia entender o que aquilo significava. O amor do Senhor tomava todo o meu corpo, e toda a minha alma. Mas na peça, o personagem acabou voltando aos antigos caminhos, e a casa que estava limpa, ficou sete vezes mais podre. Falei então com Deus: Senhor, minha vida é sua, jamais afaste de mim a sua presença. Ali, minha vida foi transformada. Conheci ao Espírito Santo de Deus, a melhor coisa que já conheci. Tão diferente dos espíritos que conhecia. Estes, eram como eu, piores ou melhores, mas não tão diferentes. Mas este Espírito que Deus me deu, me faz ver o que realmente sou, e quão Santo Ele é. Me fez mudar o velho homem, renascer da água e do espírito, tão diferente da proposta explicação da reencarnação na conversa de Jesus com Nicodemos (Jo 3:1-21). Consegui abandonar meus vícios, abri mão de tudo que tinha na minha vida, e o Senhor começou a me lapidar. Sou novo homem, nova criatura, hoje sim, filho de Deus. Recebi o Espírito de Adoção, ao qual hoje, posso clamar Aba Pai! (Rm 8:15). E posso também receber a resposta, o conforto, a Paz que excede todo o entendimento (Fp 4:7). Deus amassou o barro, mostrou que eu não sabia nada da vida, nada do mundo espiritual, nada sobre Ele, não por Sua ótica. Mas me permitiu sentí-lO, e vivê-lO. Me permitiu saber que não sou nada, e que Ele é tudo. Me permitiu ver que minha arrogância e soberba, em acreditar que a inteligência, o aprofundamento científico, do conhecimento, esta sede, só me afastava dEle, assim como afastou Adão da presença de Deus (Ge 3). Me fez entender, que as coisas do espírito, só podem ser discernidas com o espírito, as da carne, com a carne, e ainda, que qual dos homens entende as coisas do homem, senão o espírito do homem que nele está? Assim também as coisas de Deus, ninguém as compreendeu, senão o Espírito de Deus (1 Co 2:11). Fora disso, estará no engano. Parei de questionar o homem, e passei a levar meus questionamentos ao Senhor, e então, aquela palavra que antes era morta, passou a ser Viva e Verdadeira! Hoje Deus me fala através de sua Palavra, através do seu Espírito. Hoje eu realmente entendo o que diz o versículo “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4:12). E sabe, isto tudo não é um romance, muito menos religião, aliás, está muito longe de ser religião. Devemos lembrar que segundo o autor cristão Lactâncio, a teoria mais aceita hoje é que, religião deriva do latim religio e este viria do termo religare, que significa nos ligar novamente, com Deus. E graças ao tEu imenso amor, deu o seu único filho para vir, e morrer por mim, e por cada um de nós, e nossa separação com Deus através de nossos pecados pudesse ser redimida, e para que ressucitasse ao terceiro dia, e aquele que o confesse e que ressurgisse com Ele tivesse também a vida eterna (Jo 3:5, 3:16, Rm 10:9-10). Jesus deixou de ser filho unigênito para ser primogênito, de muitos que viriam. Eu não conseguia entender a obra da cruz, não conseguia entender tantas coisas na bíblia. Não entendia como um ser puro e perfeito como Jesus poderia exclamar em alto e bom som o desamparo, “Deus meu, Deus meu, por que me desamparastes?” (Mc 15:34, Mt 27:46). Isto não era plausível. Mas Jesus estava tomado naquele momento todo o pecado do mundo, por todo aquele que existiu, e por todo aquele que viria a existir, e como Deus não habita no pecado, Jesus sentiu sua ausência e agiu conforme o pecado. Hoje me sinto como Paulo, antes, Saulo, do grupo dos fariseus, tão sábio, tão cheio de conhecimento, mas que um dia, teve um encontro com o Senhor Jesus. E sua vida foi transformada. Assim foi a minha. Hoje, minha vida é para o Senhor. Meu casamento é para Ele, meu filho será para Ele, meu trabalho é para Ele, tudo, para a Honra e a Glória do tEu Santo Nome Jesus Cristo. Jesus é vivo, e o pentecostes, o trabalho do Espírito Santo, não está trancado lá no passado, não. Jesus não o deixou para os discípulos. Deixou também para Paulo, para a imensa comunidade de gentios que aceitaram a Jesus e o receberam como Senhor. Isto prova que é para quem o recebe como Senhor e Salvador, e não para simplesmente os discípulos que viveram com Ele. Hoje eu pergunto aos meus irmãos: Jesus é vivo para você? Ou Ele é o exemplo para você? Jesus é Deus para você? O Espírito Santo é Deus para você? Não? Você não consegue explicar isso não é mesmo? Não faz sentido, isto é uma má e superficial interpretação da Bíblia? Hoje eu te digo que em verdade, você não precisa entender, o que você precisa é crer! Jesus disse, bem aventurados os que não viram e creram (Jo 20:29). Mas te digo mais, o Senhor conhece o meu coração, e me permitiu, que após cresse, eu pudesse entender, agora com o tEu Espírito, muito de tudo isso. É Ele quem revela, a quem quer, quando quer. Hoje eu oro pela tua vida, de você que leu, que antes, era como eu, mas que hoje, quer conhecer aquilo que não consegue entender, que não pode ser possível, mas, se verdade há nesse Deus que hoje prego, que Ele possa mostrar isso a você também, e que, você que aprendeu com Kardec a idéia se que se algo há de errado, seria humilde pare reconhecer, possa assim fazer, como eu fiz, e aceitar ao Senhor em seu coração, aquEle que morreu por você, para redimi-lo de todos os seus pecados, ressurreto ao terceiro dia, para que ressurgindo com ele, e aceitando esta verdade, venha ter a vida eterna. Eu oro em o nome do Senhor Jesus. Se você concorda com a oração, diga Amém. Se prefere o assim seja, pode ser também. Nunca mais voltei ao centro ou grupos que trabalhava. Hoje não sou mais kardecista, sua base se tornou inconsistente, não somente isso, mas contrária ao cristianismo que hoje conheço. A religião evangélica hoje, é a que vejo a busca ao Senhor, a sua Palavra, e permite que o Espírito Santo, seja o que ele realmente é, nosso ministrador, CONSOLADOR. Por isto, hoje sou evangélico, mas lembre-se, não é religião.



P - O senhor participou de muitas palestras sobre o espiritismo? Participou de algum curso para se aprofundar em suas doutrinas? 

R - Muitas. Palestras, desde os companheiros de centro a Divaldo Franco e Raul Texeira. Livros, desde a codificação básica de Alan Kardec até a grande parte dos livros psicografados ou não, aceitos pela FEB, e ainda de outras doutrinas espiritualistas. Fiz “Mocidade” (acho que era assim que chamava) até os 18 anos , o Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita (ESDE), Desenvolvimento da mediunidade.



P - O que mais o decepcionou no espiritismo?

R – Acredito que nesta pergunta se refira ao espiritualismo. Penso que hoje, continuo sendo espiritualista, visto que continuo crendo em Deus, na alma, forças que regem além do mundo material, o mundo espiritual, aliás, agora mais do que nunca. Chega a ser mais real do que este que vemos com os olhos da carne. Mas o que decepciona com relação ao que conheço das outras doutrinas espiritualistas, independente de qual seja, inclusive kardecista, é o espírito do erro (1Jo 4:6). Mas não vou falar a respeito, lembre-se do que disse a respeito de discernir coisas do espírito com o espírito. Os que antes discerniam com o espírito de engano, e hoje discernem com o Espírito Santo, sabem a que me refiro. Os que não, espero de coração que um dia possam ter essa experiência.



P - Qual foi a sua maior decepção no espiritismo kardecista? 

R - O espiritismo não decepciona o nosso ser lógico e racional, a nossa carne. Muito pelo contrário. Tanto é que uma das pessoas mais importantes do Seicho-No-Ie e bom conhecedor da doutrina espírita, certa feita, resolveu separar uma noite para me ouvir falar, porque me conhecia, e não conseguia entender tamanha conversão, não fazia o menor sentido. Mas te digo que a letra mata. Hoje penso que Deus não quer que nos salvemos pela letra, mas pela sua Graça, e não de graça como dizem. O homem nasce com um profundo vazio em seu ser, que é a ausência da comunhão com Deus, perdida lá no jardim no Éden. E com o decorrer da vida, ele busca esta comunhão, eu buscava… e como buscava. Mas verdade maior não há de que, a falta de Deus, somente Deus pode suprir. Acredito na teoria de, quem busca… acha. (E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração. Je 29:14) Não sou contra meus conterrâneos de espiritismo, pelo contrário, gosto muito deles. Entendo perfeitamente a certeza que tem, porque as tem. Não acredito ainda que algum evangélico, por ele mesmo, vai convencê-los de coisa alguma. Inclusive, acredito ainda que a discursão intelectual (se é que podemos tratar assim) não é o caminho para alcançar ao Senhor. Como já disse, acredito que a sede pelo conhecimento foi o que nos derrubou da presença de Deus. Acho que, ao máximo, podemos despertar alguma curiosidade, e lançar a palavra de Deus, que não volta vazia, para que o Espírito Santo possa trabalhar. É Ele, e somente Ele, que convence do pecado, da justiça e do juízo. Deixemos Ele fazer a parte dEle, é o melhor, nós, vamos fazendo a nossa. Mas dentre o básico eu diria que, ao crer no espiritismo, eu tinha a certeza de que teria a continuação da vida, e ainda outras vidas, independente de ser um seguidor de tal prática. Se morresse sendo evangélico, mas as coisas fossem como diz o espiritismo, teria que um dia tomar consciência disso e tocar em frente. A decepção para mim está que eu acredito no que diz a bíblia hoje, e que perdi tanto tempo nisso tudo. E se são como está escrito que será, ao morrer, quero ter certeza da vida eterna, sabendo que tenho a salvação e a desenvolvo a cada dia. Enquanto não morro, quero ter a alegria, segurança e temor do Senhor, que me fez novo homem, sem ter que renascer em outros corpos. A vida é agora, e a hora é agora. Eu não sei até quando durará, mas pela fé sei para onde irei.



P - O senhor já deu seu testemunho para espíritas? Qual o resultado?

R - Pelo que me lembro, a um amigo, mas não muito com palavras. A maioria deles ficou revoltada com tudo que aconteceu, acharam que tinha pirado, que sofri uma lavagem cerebral, me condenaram e se afastaram antes mesmo de que eu desse algum testemunho, visto que, só faria se me perguntassem. Me aplicaram um certo rótulo. Na verdade, muitos deles, não gostaram muito da transformação que vivi, preferem um velho Ricardo, da qual o salário que tinha era a morte diária (Rm 6:23). Mas digo que gosto de testemunhar com a minha própria vida. Isto sim, creio que EU POSSO FAZER, e claro, orar por todos nós. Hoje, meus familiares, todos espíritas, presenciam meu testemunho e presenciarão grandes mover do Senhor em minha vida, em breve, saberei os resultados.



P - O que mudou na sua vida a partir do momento em entregou sua vida ao Senhor Jesus, aceitando-o como Senhor e Salvador? 

R - Mudou tudo. “Chegai-vos a Deus, e Ele se chegará a vós outros. Purificai as mãos, pecadores; e, vós que sois de ânimo dobre, limpai o coração. Afligi-vos, lamentai e chorai, converta-se o vosso riso em pranto, e a vossa alegria em tristeza. Humilhai-vos na presença de Deus, e Ele vos exaltará.” (Ti 4:8-10) Passei por muita luta, libertação e transformação, mas Deus sempre comigo. Abri toda a minha vida para o Senhor e deixei ele por o dedo, curar, sarar. Descobri muito em mim que precisava ser tratado, que desconhecia ou ignorava. Doeu, mas sarou. Abri mão da minha vontade, pela vontade dEle. Descobri que é muito melhor. O Senhor me conhece melhor que a mim mesmo. Sua vontade é boa, agradável e perfeita (Rm 12:2), e pude experimentar muito disso. Experimentei viver a palavra de Deus, tornou-se viva em minha vida. O Senhor me permitiu viver experiências sobrenaturais que tanto questionei, foi impossível questionar quando se manifestaram na minha própria vida, quando não, através de mim mesmo. Minha vida mudou, porque hoje eu sei que tudo pode mudar, passar, transformar, mas a palavra de Deus não (Lc 21:33), e sei que o terei comigo sempre. É minha rocha, minha fortaleza, nEle me refugio. Me alegro com Ele, e também me entristeço com Ele, sempre com Ele, e como é bom, conhecer sua Paz, que excede todo o entendimento (Fp 4:7). Passei por muitas lutas, mas foi em meio a elas que verdadeiramente a conheci. Viver com Deus é renúncia, é entrega, é experimentar verdadeiramente o negar a si mesmo, tomar a sua cruz e segui-lO (Mt 16:24, Mc 8:34, Lc 9:23). É viver isto, sabendo que é o melhor, é viver isso após ter clamado, e não porque fui obrigado. É saber que já corri tanto disso, e hoje, tenho prazer e segurança. É sair da alegria efêmera, e viver mais o constante, mesmo sendo eu efêmero. Aprendi a conviver melhor comigo mesmo. "Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito." (Rm 8:1) Como é bom viver isso, talvez seja o melhor. Não estou colocando o versículo para dizer: tá na bíblia!! Mas sinto isto em mim, e então lembrei-me do versículo. Isto tudo, não é uma estória bonitinha para se contar, como dizem por aí, é tão simples né? Tão simples… Na verdade, simples é aceitar ao Senhor. Mas a consequência disso não é nada simples. Ter sua vida transformada, não é nada simples. Abrir mão de suas vontades, de seus vícios, de sua vaidade, não é nada simples. Na verdade, a porta é estreita (Mt 7:13-14, Lc 13:24). Mas é possível, porque ao tomar esta decisão e proclamá-la, recebemos o Espírito do Senhor, e nEle é possível todas as coisas (Rm 8:37). Tenho descoberto o que é ter vida, e vida em abundância. 



P - Qual o conselho que o senhor dá para os seus ex-companheiros de religião?

R - Esqueçam o dinheiro e louvem a Deus. Não olhe para o homem, olhe para Deus. A bíblia diz que o amor ao dinheiro é a razão de todos os males (1Tm 6:10). Algo que me irritava na igreja, era as pregações sobre dízimos e ofertas. Mas Deus me levou a uma igreja onde não se fala sobre o assunto. Então abri espaço para ouvir o que realmente importa. Comigo foi assim. Mas só consegui ouvir, porque não olhei para o homem, afinal, a quem fui buscar? Um fato interessante que sempre me ocorria é que, ao se olhar pela lógica, observava nossa própria vida. Queremos ser menos vaidosos, orgulhosos, soberbos, queremos diminuir nossa índole que é má, queremos melhorar! Mas não conseguimos por nós mesmos. Por isto, eu creio que a teoria reencarnacionista é tão bem aceita. Se eu me “salvo” por obras, terei que levar milhões de reencarnações me regenerando, e então tendo corpos cada vez menos materiais e me torno mais espiritual, até chegar a mundos celestiais onde meu corpo material e perispírito se confundem. É muito lógico, mas falta o dedinho do Espírito Santo na história. É ELE!!! Não somos nós, é nEle que somos mais que vencedores (Rm 8:37)! Por uma obra, recebemos o pecado e a condenação, mas também foi por uma obra que recebemos redenção e salvação!!! No mundo é conhecido e/ou esperado três grandes revelações de Deus. Aprendi isso no espiritismo. A primeira, DEUS, e seus 10 mandamentos. A segunda, JESUS, e as boas novas. O Espírito Santo, Espírito Sagrado, Consolador, Espírito da Verdade, vulgo consolador prometido, seria a terceira grande revelação. É impossível achegarmos a Deus, se não for por Jesus, Ele mesmo disse, “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém VEM ao Pai, se não for por mim” (Jo 14:6). Porém também é impossível achegarmos a Jesus se não for pelo seu Espírito (Jo 14:16,14:26, 15:26, 16:7). É aí que entra o engano e a perdição. Permite que acreditemos ter Deus, ter Jesus, sermos cristãos, mas não temos o Espírito Santo, que nos leva verdadeiramente a Cristo e a salvação. Então é lançado ao mundo o espírito de verdade, uma comunidade de espíritos que vem explicar a bíblia por outra ótica, que não existe salvação ou condenação, mas um processo evolutivo natural. Dá-se então uma vida boa, de caridade, adotamos a tradução caridade ao invés de amor. Na primeira epístola aos coríntios, em bíblias traduzidas do latim como a Ave Maria, temos o mais belo hino à caridade; e lá está dito que, no fim, a fé e a esperança desaparecerão e só restará a maior das três que é a caridade. Porém neste capítulo, fala que quando tudo passar, não haverá mais necessidades do que é em parte, não haverá profecias, nem dom de línguas, nem ciência, então eu digo, muito menos caridade, ao que conhecemos no sentimento de ajudar o irmão necessitado… isto haverá passado, permanecerá aquilo que é perfeito, o amor. O próprio versículo três desta versão se contradiz, dizendo que “Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres,… se não tiver caridade, de nada valeria!”. Esta versão usa a palavra caridade pois a tradução vem da palavra “caritas” em latim, mas a origem de todo o novo testamento, inclusive da referida espístola está no grego. E no grego, é utilizada uma das tantas palavras para definir amor, no caso “ágape” que significa amor incondicional, como o de Deus pelos homens. Mas é dai que vem o grande JARGÃO colocado no alto de um prédio na FEB (considerada representação máxima mundial hoje no espiritismo) e porque não dizer nas suas “dependências”, “fora da caridade não há salvação”. É muito bonito, muito louvável por todos. Mas suas almas estão entregues a perdição. É a maior obra contrária que conheço. Não é boba, mas é por demais meticulosa. Como diz já na segunda epístola aos coríntios, no capítulo onze, versículo catorze: E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Meus querido, é pela fé, que conhecemos a Deus, e então, entendemos quantas coisas não entendíamos, afirmos-vos que nunca ao contrário. É através do Espírito Santo, que nos convence do pecado, e nos permite vencê-lo, que nos convence da justiça de Deus e do sEu juízo (Jo 16:7-Cool. Querem entender a justiça de Deus? Questionamos tanto, como Deus permite isso, aquilo, quanto eu já questionei. Amigo, conheça a Deus, e então conhecerá o resto. No novo testamento, onde há mais chance de conciliação entre todos nós, afirma que o entendimento verdadeiro e que deve ser crido e aceito de todo o coração é este: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o pior. Mas foi por este mesmo motivo que Deus teve misericórdia de mim, para que Cristo Jesus pudesse mostrar toda a sua paciência comigo. E isso ficará como exemplo para todos os que, no futuro, vão crer nele e receber a vida eterna (1Tm 1:15-16). Fala de Fé e Graça. Não afirma as obras, elas deixam de ser “leis”, passam a ser parâmetro e consequência. Você observa as leis divinas? Pode ter certeza que Jesus ao enclinar seus olhos sobre ti, te ama, assim como amou ao rico da passagem citada anteriormente. Porém, permita ir além do que aquele rico foi, porque isto não é cristianismo! Qualquer filosofia pode dizer a mesma coisa. Negue o seu EU por um tempo, sua filosofia, e conheça mais de Jesus. Viva-o! Paremos de questionar a bíblia um pouco. Se foi alterada ou não. Se Constantino retirou algo ou não… Permita o Escritor ensinar a você. Mas não aquilo que você saiba ou acredite saber, mas de liberdade… e desfrute! Permita-se ouvir o que o Espírito Santo está falando através de outras pessoas, pastores, etc… Nós cremos nisso, eu creio… creio no que fala em Mateus 10:20 “Porque não sois vós que falais, mas o Espírito de vosso Pai é que fala em vós.”. Você não? Mas não esqueço de a tudo examinar, guardar o que é bom, desprezar o que é ruim (1Ts 5:21). Então vamos lá, tem uma ordem, e acho que a ordem não está aí a toa. Lembra do que falei lá em cima? Primeiro examinar, depois reter o que é bom e somente por último desprezar o que é ruim. Que tal experimentar?

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"Somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas" (Efésios 2:10). 
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