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 O EXERCÍCIO DA DIVINA PROVIDÊNCIA Dn.4.35 E a liberdade da criatura

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guganic



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inscrito em : 08/08/2011

MensagemAssunto: O EXERCÍCIO DA DIVINA PROVIDÊNCIA Dn.4.35 E a liberdade da criatura   Sab 22 Ago 2015, 18:04

O EXERCÍCIO DA DIVINA PROVIDÊNCIA 
                  E a liberdade da criatura
 
Dn. 4.35
Todos os povos da terra são como nada diante dele. Ele age como bem lhe apraz com os exércitos de anjos e com os habitantes da terra. Ninguém é capaz de se opor à sua vontade ou questioná-lo, dizendo: “Explica-te! Por que ages assim?”
 
Segundo a Sua vontade Deus opera com o exército do céu e os moradores da terra. Não há quem possa lhe deter a mão ou dizer: que fazes?
 
Etimologicamente, “providência” significa prever; prever é o mesmo que providenciar para o futuro; esta é a idéia básica
 
No campo teológico ou em teologia, providência recebeu um significado mais especializado que é: previdência.
 
Previdência teologicamente falando é a atividade continua de Deus pela qual todos os acontecimentos dos fenômenos físicos e mentais e morais cumprem os propósitos divinos.
 
E cada propósito é um desígnio original de Deus e ainda que Deus tenha permitido a entrada do mal no universo, este não pode desviar o propósito original de Deus que é: santo, sábio e benevolente.
 
A origem do mal é o grande fantasma que assombra todas as expectativas de se compreender o pecado.
 
O mal moral, o pecado, é a iniqüidade cometida por criaturas dotadas de vontade; já o mal natural é a desordem e decadência do Universo;  este mal esta ligado à maldição que Deus proferiu contra a terra.
 
“Maldita é a terra por causa de ti; (Gn.3.17,18) espinhos e cardo também  te produzirá”. É deste mal que surgiu algumas, e não todas as doenças e calamidades na terra.
 
O mal metafísico é aquele involuntário, resultante da finitude das criaturas como a insuficiência mental e física do ser.
 
O mal moral que tanto Deus odeia é o pecado que é um ato terrível; e este Deus não criou mais permitiu ser introduzido na criação ou no universo.
Está escrito que tudo que Deus criou ou era bom ou era muito bom. (Gn. 1)
Por ser um Deus pessoal, e também bondoso, Ele considera os interesses de Suas criaturas e simplesmente deixa as pessoas viverem conforme desejam.
 
Israel não quis ouvir a voz de Deus e por isto Deus mesmo os entregou a uma disposição mental reprovável: a imundícia e aos desejos pecaminosos de seus corações. (Sl.81.8.-14)
 
Por estas razões ainda hoje Deus tem abandonado algumas pessoas as suas próprias paixões infames (Rm.1.26-28.) e a sentimentos reprováveis.
 
Isto também é o exercício da providência divina.
 
O fato de Deus cegar o entendimento ou endurecer o coração de alguém não significa que este alguém nasceu para isto. Isto acontece com pessoas que já assumiram um compromisso irrevogável com o mal.
 
Faraó (Mernepta) é um exemplo disto; assim que assumiu o trono assumiu o compromisso irrevogável de destruir os hebreus. (Ex.1.22)
 
E quando pela primeira vez rejeitou a petição de Moisés para deixar o povo ir, (Ex.5.1,2) já se tornou merecedor do castigo divino.
 
Deus o preservou com vida e em vida tornou difícil o coração de Faraó de ser removido para o bem só pela disposição mental de Faraó em não querer deixar o povo ir.
 
É evidente que, apesar de Deus preservar a mente e o corpo do homem em suas funções, Ele, Deus, também poderá contribuir para os atos maus de Suas criaturas; não entendeu?
 
A coisa funciona assim: Deus não nos induz ao mau; porém se eu quero praticar o mau, Ele me dá os poderes e a permissão para praticá-los.
 
Agora, a direção maléfica desse ou desses atos é causada pelo praticante do ato. Deus não é nunca a causa dos atos maus dos homens; e a prova disso é que Ele odeia declarada e abertamente o pecado.
 
Se alguém assumir o compromisso irrevogável com o mau Deus poderá lhe dá permissão com o endurecimento ativo do coração deste alguém.
 
Deus apenas predisse o endurecimento do coração de Faraó; e antes de Deus agir, no entanto, Faraó endureceu o próprio coração. (Ex.7.13,14,)
Faraó então não cedia perante os sinais miraculosos e com a ajuda de Deus (Ex.9.12) que havia predito tal situação, Faraó continuou o processo de endurecimento do próprio coração. (Ex.9.34,35)
 
Das parteiras (Ex.1.8.) não se diz as mesmas coisas, pois elas temeram ao Senhor e Deus estabeleceu-lhes casa.
 
Jr.44.4
E eu vos enviei todos os meus servos, os profetas, madrugando e enviando a dizer: Ora, não façais esta coisa abominável que odeio.
 
“Não façais esta coisa abominável que aborreço” Deus classifica o pecado como “coisa abominável” que o mesmo é.
 
O ódio de Deus declarado pelo pecado prova que Deus não é a causa dos atos maus dos homens.
 
Deus exerce controle sobre todo o universo físico, sobre a Criação Animal, sobre as Nações do Mundo e sobre todos os indivíduos desde sua chamada a existência até a eternidade vindoura.
 
A fecundação o nascimento e cada indivíduo e os acontecimentos de suas vidas, não passam despercebidos do olhar atento de Deus. (Sl.139.16)
 
Deus é chamado de espreitador (preservador) dos homens; (Jó 7.20). Se Deus nos corta a respiração (Sl.104.29) voltamos imediatamente ao pó.
 
É Deus quem preserva com vida a nossa alma; (Sl.66.9) e não permite que nos resvalem os pés.
 
O sucesso e o fracasso de alguém também estão no controle de Deus. “Não é do Oriente, não é do Ocidente, nem do deserto que vem o auxilio; Deus é O juiz: a um abate, a outro exalta. (Sl.75.6,7)
 
Tudo em nossas vidas começa antes da nossa existência na presciência de Deus. (Jr.1.5) Somos separados antes mesmo de nascer (Gl .1.15,16).
 
No exercício da providência divina às vezes encontramos Deus permitindo e em outras vezes até evitando que o homem peque ou caia em pecado.
 
Assim como Deus deixa alguém andar na teimosia do seu próprio coração e sigam seus próprio conselhos (Sl.81.12,13) assim também Deus evita que o homem cometa alguns pecados e permite outros.
Deus impediu Abimeleque de pecar (Gn.20.6); também não permitiu que Labão (Gn31.24)falasse bem ou mal a Jacó no episódio dos ídolos roubado; mais não impediu Davi de cair com Bate-Seba.
 
Somente Deus pode determinar até onde o mal e seus efeitos podem ir; veja os acontecimentos da vida de Jó. (Jó.1.12. 2;6).
 
Não fosse o Senhor, que esteve ao nosso lado; (Sl.124.2,3)e os homens nos teriam engolidos vivos.
 
Os atos maus das criaturas só podem ocorrer com a permissão de Deus; quando a Bíblia diz de Deus criou o mal se refere à adversidade, misérias e calamidades.
 
Deus decretou que a miséria, a inquietação, a angústia, a desgraça, e as aflições viriam como conseqüências do pecado. (Gl.6.7,8.).
 
Se alguém pecar e colher as conseqüências disto? A responsabilidade pelas duas ações: Pecado e conseqüência?
 
É toda do homem que pecou; porque Deus só criou a lei (que é o bem) e os castigos (que é o mal) pela desobediência.
 
Assim como o sódio e o cloreto não podem ter existência independente assim é o mal e o bem. 
O cloreto sozinho é um veneno mortal e o sódio em contato com a água irrompe em chamas, entra em combustão.
 
Conclusão sem uma combinação perfeita o cloreto e sódio os elementos que compõe o sal, são mortíferos.
 
Assim como o sal não pode ter sua composição alterada assim é a criação perfeita de Deus; ela é mortífera quando o pecado lhe estraga o equilíbrio.
 
O mal não pode ter uma existência independente; pois o mal é a ausência ou a perversão do bem. Por isto Deus criou a ambos para estabelecer um equilíbrio. (Is.45.7)
 
As coisas aparentemente acidentais ou insignificantes da vida na realidade não são tão acidentais ou insignificantes como às vezes imaginamos.
 
Porque a aflição não vem do pó e não é da terra que vem o enfado. (Jo. 5.6). 
A sorte se lança no regaço, mas do Senhor procede toda decisão. (Pv.16.33)
 - Mais isto é outra mensagem - .



Guganic
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