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Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim. ” Gálatas 2:20
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 Prisioneiros do kardecismo

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M.Rogério
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Localização : Anápolis

MensagemAssunto: Prisioneiros do kardecismo    Dom 09 Ago 2015, 14:58

Impressionante como pessoas são enganadas por falsos ensinos


Em meu testemunho pessoal anteriormente publicado neste blog, relatei que nunca fui católica e desde criança já sentia que o catolicismo não estava em conformidade com o que eu entendia sobre o cristianismo. Achava tudo muito contraditório. Também relatei que fui parar em um centro espírita kardecista, mas não aprofundei o assunto. Portanto, vou compartilhar com vocês essa parte tão forte e vivida por tanto tempo de minha vida. Vou relatar aqui coisas que pouquíssimas pessoas sabem sobre o que aconteceu comigo.



Desde criancinha comecei a ir em um centro espírita “kardecista” (entre aspas devido à redundância) com minha família, mas íamos lá muito esporadicamente. Quando eu tinha 12 anos minha tia materna começou a freqüentar o centro também e um determinado dia convidou a mim e minha mãe para acompanhá-la nos estudos. Comecei então a estudar e fiquei maravilhada com a doutrina que me apresentaram sobre o amor, o perdão e a caridade e então passei a ser uma freqüentadora assídua do grupo de estudos.

Com 14 anos sofri um grave acidente ficando internada em coma no Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre. Ao acordar não tinha memória. Reconhecia as pessoas, mas não lembrava de fatos, e minha memória se tornou curta, guardava os acontecimentos por no máximo duas horas e depois os esquecia por completo. Nunca sabia o que tinha feito duas horas antes. 

A partir daí começaram as visões. Acho que enquanto estava em coma sonhei que iria me acidentar, mas não me preocupei porque de alguma forma sabia que estava sonhando, e como era sonho eu não me machucaria ao acordar. Mas acordei sem saber o porquê estava em um hospital toda arrebentada e tive certeza que poderia ter evitado se não tivesse teimado em sonhar. Mal sabia eu que o sonho aconteceu durante o coma. Achava que eu tinha tido uma visão e não tinha dado crédito a ela e me culpava por isso. Seis meses depois, teve um dia (10 de junho de 1994) em que eu passei a tarde inteira com meu padrinho que eu amava profundamente. Ele tinha 28 anos de idade, estudava Direito e me chamava de "minha paixão", pois éramos muito ligados. Quando me acidentei ele ia sempre me buscar para passear de carro já que eu não podia caminhar (eu era uma múmia viva, enfaixada da cabeça aos pés). Um sentimento muito forte nos unia e eu o amava, o admirava profundamente. Aquela tarde tinha sido um dos dias mais felizes da minha vida em sua companhia. Ao anoitecer ele me deixou em casa e saiu me acenando pelo retrovisor. Ao dobrar a esquina ainda me acenou pela janela e buzinou para mim me jogando um beijo. Cheguei em casa feliz contando para os meus pais da tarde maravilhosa e fui jantar. Cortei um pedaço de bife para comer e quando fui colocá-lo na boca tive uma visão: um cemitério e muitos túmulos e uma voz que me dizia: "não coma essa carne senão alguém vai morrer". Recuei com o garfo, mas lembrei que me disseram no centro espírita que isso era bobagem, que não era para dar crédito para essas coisas e resolvi comer a carne, com a certeza de que o fato de comê-la não causaria nenhum dano a ninguém.

Imediatamente meu pai entrou correndo na cozinha com a notícia de que meu padrinho estava morto, sofreu um acidente na volta para casa, logo após se despedir de mim. Entrei em pânico e tive certeza de que a culpa era minha, eu havia matado meu padrinho ao ignorar a voz que sussurrava em meu ouvido e as coisas que ela me mostrava.


Daí em diante as vozes e as visões eram diárias (na verdade vinham desde criança, mas intensificavam à medida que eu freqüentava o centro). Elas me dominavam, me acorrentavam, me faziam sentir muito medo. Elas começaram então a me chantagear, me mostravam coisas que aconteceriam caso eu não fizesse o que me mandavam fazer. Um dia pela manhã, ao sair para a escola uma visão me mostrou em sua empresa sofrendo um acidente e a voz ordenou que eu voltasse para o meu quarto e fizesse o que ela mandava. Olhei no relógio, estava atrasada, tinha aula. Parei, pensei e disse: "eu confio em Deus, não vou fazer nada disso e nada ocorrerá". Mas ao voltar para casa ao meio-dia meu pai chegou com um curativo na cabeça: tinha sofrido um acidente. "Meu Deus!", pensei, "eles realmente têm poder, tenho que temê-los e obedecê-los". Mas as coisas que as vozes me mandavam fazer eram absurdas, eram mesmo para me ridicularizar, pois quem visse pensaria que eu era louca. Mas nunca mais ousei desobedecê-las e acabou que meu pai começou a achar que eu era louca. Me levou a clínicas psiquiátricas, fiz longos e exaustivos testes por um ano inteiro e quando os psiquiatras e psicólogos disseram ao meu pai que eu não tinha nada ele enlouqueceu, ele queria uma resposta e uma solução.

Então começaram as cartas no centro espírita. Cartas psicografadas em nome de um grupo de 15 espíritos que me odiavam e queriam se vingar de mim por coisas que eu teria feito a eles em uma encarnação passada. Até em sonho eles me perseguiam. Eu sempre sonhava com eles. Um grupo de jovens vestidos de preto, segurando nas mãos um livro com capa preta e folhas vermelhas. Eles tinham um rapaz que os liderava e ficava gritando coisas que eu não entendia com o livro erguido para o alto. Geralmente eu tentava fugir deles, mas eles me amarravam e eu não conseguia sair do lugar. Foi aí que me aprofundei na doutrina kardecista. Fazia parte do grupo de estudos, do grupo de jovens, das reuniões. Sem falar que lá eu recebia notícias constantes do meu padrinho. Os médiuns sempre diziam que viam ele ao meu lado, me protegendo, me guardando. Meu pai achava um absurdo irmos ao centro espírita, mas eu e minha mãe participávamos fielmente das reuniões. Meu irmão, cinco anos mais novo que eu, também não gostava e se recusava a nos acompanhar, mas como ele era criança, muitas vezes minha mãe o obrigava a ir.

Lá eu buscava me libertar das vozes e das visões, buscava paz, pois minha vida era um inferno, minha família não se entendia e vivíamos em guerra dentro de casa. Mas tínhamos a esperança de conseguirmos reverter toda a situação, confiando nos ensinamentos de amor, de caridade, de perdão, de calar perante uma ofensa, de bondade e doação pelo próximo, resignadas com a revelação de que todo o inferno que passávamos era destino, carma de outras vidas e tínhamos que “resgatar” (como se fosse pagar) os erros cometidos por nós em outras vidas, sempre orando pelos espíritos que nos perseguiam.

Eu e meu pai não conseguíamos nos entender e no centro espírita me disseram que tínhamos sido inimigos em outras vidas e que ou minha mãe tinham tentado me matar em outra encarnação. Toda vez que eu os olhava tinha ódio deles por isso. 
Eu também sentia umas coisas estranhas em meu corpo. Sentia como se tivesse uma roupa em mim, suja e nojenta, que eu deveria despir. Me disseram que era um espírito me induzindo ao suicídio e muitas vezes ele quase conseguiu, pois tentei me matar para acabar com todo o sofrimento, mesmo conhecendo a DE que dizia que os que tirassem a própria vida iriam para um tal vale dos suicidas. No centro espírita me disseram que minha encarnação era imposta por Deus, que eu me recusava a encarnar e Deus havia me obrigado a vir para a terra. 
 
Por tudo isso mais e mais eu ia ao centro espírita e também porque lá recebia conforto pela morte de meu padrinho. 
 
Com 16 anos o médium superior (assim chamado simplesmente porque era o presidente e dirigente dos trabalhos) do centro espírita (um velhinho que eu respeitava e amava muito), me disse que recebeu a instrução dos espíritos superiores de que eu deveria desenvolver minha mediunidade e, além das reuniões abertas e os grupos de estudos, passei a freqüentar também a sessão mediúnica, restrita aos médiuns e trabalhadores espirituais da casa. Foi aí que me conformei com as vozes e com as visões, passando a me acostumar com elas, vivendo com elas como parte de mim, como meus braços e pernas. Então comecei a ver seres espirituais dentro da minha casa, andando de um lado para o outro normalmente, como se morassem ali também. Eram de cor azul clara e seus corpos como fumaça.   

No centro espírita me disseram que eram anjos de luz. Muitas vezes eu estava sozinha em casa e fechava uma porta e quando me virava de volta ela estava aberta. Muitas vezes, quando me recusava a ouvir o que era muito torturante, os objetos da minha casa começavam a voar de onde estavam e caiam no chão, sem vento algum de lugar algum. Ou então meu rádio ligava sozinho em alto volume (esse era mais freqüente). 
 
Dois anos mais tarde, já com 18 anos, casei e engravidei. Foi aí que as coisas ficaram mais sérias. Todas as noites ao deitar, a minha cama se transformava em um túmulo e todos os outros móveis do meu quarto também. Eu não enxergava mais meu quarto. Enxerga um cemitério e eu deitada no meio dele. Atrás da porta do meu quarto havia um homem, o que me atormentava. Eu tinha muito medo dele. Então passei a ter medo da noite e quando se aproximava a hora de dormir eu resistia a entrar no meu quarto. Houve uma noite que eu, com seis meses de gestação, me recusei a entrar, queria dormir na sala. Meu marido e meu pai tentaram me acalmar, dizendo que entrariam comigo, só que eles não viam o que eu via e achavam que eu estava louca. Meu pai então tentou me forçar (com jeito, claro) a entrar e eu com aquela enorme barriga unhei, arranhei a porta, as paredes e me joguei no chão. Quando olhei para meu pai ele estava de joelhos chorando e meu marido estarrecido. Meu pai então, às 2 horas da manhã, sem saber o que fazer, me colocou no carro e me levou na casa de todos os médiuns à procura de ajuda. O médium que nos atendeu orou por mim e me mandou de volta para casa. Mas nada mudou.

Quando meu filho nasceu me afastei normalmente por uns meses devido às tarefas de mãe com bebê novinho, até que fui com ele no centro espírita. Já no primeiro dia que o levei lá ele começou a chorar desesperadamente, avermelhou, inchou, parecia que ia explodir de tanto gritar. Os médiuns estavam ao redor orando, mas a vontade que eu tinha era de empurrá-los e sair correndo dali. O médium superior disse que havia um plano dos espíritos maus para matar meu filho para que ninguém mais quisesse freqüentar o centro. Então me afastei por alguns anos e ia somente de vez em quando. Depois entrei para a faculdade e como estudava todas as noites não tinha mais como freqüentar o centro. Em 2007 quando estava me formando foi que decidi retornar, pois as vozes e visões nunca cessavam, mas eu embora sofrendo muito, havia me acostumado com elas. Foi quando uma amiga muito querida começou a me evangelizar e conheci meu atual marido (me separei do pai do meu filho quando ele tinha seis meses de vida). Meu marido é convertido há 10 anos e continuou o trabalho de evangelização que minha amiga havia começado. Mas nos entendíamos por isso, pois ele dizia que nomear um livro de evangelho “segundo o espiritismo” era muita petulância. Eu brigava, debochava dele, me irritava com ele. Dizia que ele ainda não havia alcançado o grau de evolução em que eu me encontrava e por isso não entendia a doutrina. Dizia para ele que a DE tinha vindo revelar coisas novas sobre o Evagelho de Cristo, coisas que não tinham sido reveladas por Ele na época porque as pessoas ainda não tinham capacidade de entender. Desprezava a Bíblia, mas A usava para dar credibilidade ao que eu reproduzia, porque a DE é na realidade isso, uma reprodução do que outros pregam.

Então pedi a ele que parasse de falar em Deus para mim daquela forma, que respeitasse minha crença ou nos separaríamos. Ele então parou e nunca mais falamos do assunto. Mas eu sabia que ele orava por mim, que ia aos cultos orando a Deus que abrisse meus olhos. Embora achasse que era uma perda de tempo da parte dele, não me importava, afinal orações são sempre bem vindas. Lembro que eu tinha pena dos evangélicos, achava-os atrasados, ignorantes e me conformava em saber que quando desencarnassem descobririam que estivam errados a vida toda e que o espiritismo é a única verdade.

Como disse eu desprezava a Bíblia, considerando apenas os Evangelhos. Achava que o AT estava fora de questão devido a ser tão atrasado e ter sido escrito para outra época. Eu levei muita gente comigo, preguei a doutrina para muitas pessoas e as levei para o centro espírita. Algumas estão lá até hoje.

Porém minha amiga não desistiu de mim e continuava ao meu redor com uma Bíblia na mão, mesmo recebendo de volta meus ataque, deboches e ironias. Muitas vezes ela chorou com a Bíblia aberta na minha frente. Até o filho dela, na época com oito anos vinha me dizer que eu estava cega pelo diabo. Eu ria dele e muitas vezes me enfurecia com a petulância da criança, afinal, satanás não existia para mim!!!

Então, de tanto ela me incomodar eu resolvi dar um basta. Ouvia suas pregações e anotava as tais passagens bíblicas. Depois, longe dela, eu pegava a Bíblia e o livro dos espíritos e o evangelho segundo o espiritismo e os comparava, procurando respostas óbvias e lógicas para rebater minha amiga. Eu sempre conseguia, mas não por muito tempo, pois a cada resposta óbvia e lógica minha ela vinha com uma informação maior contida na Bíblia. Muitas vezes precisei recorrer aos livros de história para poder contextualizar os assuntos. Até que comecei a me ver sem respostas. Quando dei por mim passei a ler a Bíblia. Comprei livros de teologia (escondido de todo mundo) e comecei a estudá-los. A cada novo estudo, a cada novo versículo, uma emoção enorme tomava conta de mim por estar entendendo o que eu achava que já tinha sido explicado. Foi aí que um dia pedi ao meu marido para me levar à igreja com ele. Lá, diante do altar, entreguei minha vida para Jesus em prantos.    

Deus me chamou, tinha um plano pra mim e me resgatou.  
Conheci Jesus e vi o quão idiota e ignorante fui. Tive pena do que eu era. Aceitei Jesus e comecei a conhecê-lo, a amá-lo. Aprendi que não se deve orar para Allan Kardec ou Bezerra de Menezes, mas em Nome de Jesus e só dEle! Aprendi que não há carma nenhum, que não há nada que eu deva passar e nenhum pecado para pagar. Não há nada que eu esteja condenada a passar, pois Jesus derramou seu sangue na cruz para me libertar. Aprendi que posso fazer tudo novo, tudo diferente, que posso ter uma nova vida em Cristo. Hoje sei que toda aquela babozeira, aquelas vozes e visões eram demônios que me amarravam no lodo do engano. Hoje sei que quando a comi a carne meu padrinho já estava morto e o inimigo quando soube usou isso para me acorrentar às suas mentiras. E tudo ocorreu porque eu pensava que estava com Deus, mas estava muito longe dEle. Hoje sei que quando meu filho chorou de um jeito que nunca vi uma criança chorar é porque ele, em sua inocência, sentiu a presença do diabo naquele lugar. Um dia, de repente, me dei por conta de que nunca mais havia ouvido vozes, nem tido visões. E eu que pensava que tinha que conviver com elas para toda minha vida. Hoje elas não me atingem mais, não me dominam. Estou livre, livre das vozes, das visões, das correntes. Nada mais me amarra, me amedronta, me ameça porque o meu Deus é o Deus do Impossível, Maravilhoso, Onipotente, O Rei Soberano, o meu Deus é simplesmente INCRÍVEL e com Ele tudo posso e nada temo!


fonte 

http://cumprindoumchamado.blogspot.com.br/2010/04/fui-amarrada-por-16-anos-pelas-mentiras.html
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