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 NÃO IMPORTA A PATERNIDADE Jz.11.

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guganic



Mensagens : 2018
inscrito em : 08/08/2011

MensagemAssunto: NÃO IMPORTA A PATERNIDADE Jz.11.   Sex 27 Fev 2015, 18:30

     
                         NÃO IMPORTA A PATERNIDADE
                                              Jz. 11

 
 
Jz.11.1
Era então Jefté, o gileadita, homem mui valente e valoroso, porém filho de uma prostituta. Mas Gileade gerara a Jefté.
 
Algumas traduções dizem que Jefté era valente e valoroso; outras dizem que era hábil e corajoso.

Porém em se tratando da paternidade todas são unânimes: “Porém, era filho de uma prostituta".
 

Este “porém filho de uma prostituta” revela um entrave na cabeça dos tradutores e do autor anônimo de o livro de “Juízes”.
 

 
Deus não tem problemas com paternidades; mas a sociedade tem; e alguns elementos evangélicos ou não, também tem.
 
Para Deus não importa nada, de quem somos filhos; pois Deus sabe que os filhos não têm a oportunidade de escolher de quem filho quer ser.
 
Se for filho de um rei ou se é filho de um plebeu; se os pais são pobres ou ricos, doentes ou sadios; analfabetos ou letrados; negros ou brancos; pardos ou amarelos ou ameríndios. Não importa.
 
Para Deus mesmo, o que importa, é quem somos e o que somos: pessoas chamadas por Ele à existência; quando nem ainda existíamos. (Rm.4.17).
 
Jefté; filho somente do mesmo pai e que não tinha irmãos da mesma mãe no clã de Gileade em Gileade. 
 
O preconceito e a repulsa que parte da família de Gileade nutria por Jefté, veio à tona mais acentuadamente quando Gileade faleceu.
 
Os irmãos de Jefté (vs.2) quando já grandes, já adultos, o expulsaram de casa e o deserdaram por ser filho de outra mulher.
 
Isto revela que por conta do preconceito, desde a infância destes irmãos, a vida de Jefté foi de sofrimentos não só físicos como psicológicos; por conta da discriminação sofrida no lar.
 
Ainda hoje há pessoas assim; sem nenhuma culpa pelos pais que têm, sofrem discriminações, não somente de irmãos e parentes como da própria sociedade e de muita gente.
 
 
Ainda hoje há pessoas assim; há pessoas que por conta da cor da pele, por conta do grau de instrução que tem, por conta da nacionalidade a que pertencem; devido à religião a que estão ligadas... São discriminadas.
 
Até ameaçadas, castigadas, violentadas em seu direito de ser um cidadão ou cidadã, vivendo em paz no convívio de todos começando na família.
 
Diante de sua origem e repudio de seus irmãos, Jefté tinha tudo para ser um grande fracasso; bastava para isto ele viver a sua vida atrelada ao vinho ou à bebida forte. - Nos dias de hoje às drogas e o álcool -.


Jefté tinha todos os elementos necessários para ser um homem frustrado; um homem derrotado ou um homem desacreditado e de baixa estima.

 
Alguém que lançado à marginalidade, sem pai, sem mãe, sem irmãos, tem tudo para, se tornando um revoltado, tomar vingança contra todos e contra a sociedade, devido a seus dissabores da infância à fase adulta.
 
 
Expulso de casa (vs.3) e da família, fugindo da presença de seus péssimos irmãos, Jefté passou a habitar na Terra de Nobe.
 
Vivendo nesta péssima e amarga novidade de vida, logo encontrou homens levianos que se juntando a ele o elegeram chefe de bandoleiros.
 
Quantos filhos que ainda hoje por conta das discriminações que sofrem no lar ou no ceio da família, pelas mesmas razões de Jefté, ou por outras razões como de um QI mais baixo ou pela dificuldade em aprender...
 
Ou por ser gago, ou ter nascido com o sexo da preferência não desejada ou esperada e a vida destas pessoas passa a ser um tormento entre colegas e também familiares. Um turbilhão de agonias.
 
E eles acabam fugindo de casa, fugindo de Deus e da família, encontram guarida no ceio da cracolândia, nos prostíbulos, no alcoolismo, no mundo do tráfico de drogas e se tornam chefes do meio em que passou a viver.
 

 
Deus não se engana! Deus não chama ninguém daquilo que ele não é.
 
E se na Bíblia consta que Jefté era valente e valoroso; ou, independente da tradução: hábil e corajoso.
 
É porque Jefté era justamente isto para Deus: Homem forte, homem valente, homem valoroso e habilidoso.


Deus não nos vê como Samuel (I Sm.17.6) via os filhos de Jessé e como você vê as pessoas: Pela aparência exterior.
 
Há muita gente que por fora é bela viola; mais por dentro é pão bolorento.
 
O homem vê somente o exterior (I Sm.17.7) Deus vê  o coração; Deus não olha para a nossa aparência  biológica.

O que importa para Deus é o que há espiritualmente dentro de nós.

 

Jefté deu a volta por cima. Foi expulso e depois foi buscado pelos irmãos.
 
Quando a guerra com Amom estava iminente, às portas para acontecer, os anciãos de Israel buscaram a Jefté para que fosse o capitão deles.
 
Jefté trazia no peito as dolorosas cicatrizes da discriminação e da rejeição que sentiu na pele por parte deles.
 
Jefté os reprovou (vs.7) pelo passado agressivo da descriminação sofrida.
 
Jefté recusou a oferta de liderar Israel; se ele não podia morar com eles em tempo de paz por ser filho de uma prostituta também não podia liderá-los como capitão em tempo de guerras. (Vs.8.).
 
Jefté parecia não ter percebido que tudo nesta vida é passível de mudança.
 
Que o ser humano só age e só vive (independente da religião) defendendo as suas conveniências. - Isto é a mais pura realidade. -
 
Sob determinadas condições Jefté aceitou liderar os gileaditas; e Jefté foi feito chefe sobre toda a terra de Gileade pelo povo de Mispa. (vs.11).
 
Agora os princípios morais e éticos de Jefté também iriam confirmar para aquela gente (os seus irmãos) o que o Senhor já sabia sobre ele: Jefté.
 
Por força da sua índole havia chegado o momento da humilhação de seus irmãos.

Ele começou mostrando-se um homem prudente; querendo evitar a guerra, mas nunca fugir da mesma se preciso fosse.
 
Jefté sabiamente enviou mensageiros aos filhos de Amom; o intuito disto era claro: através da diplomacia resolver as diferenças existentes entre aos dois povos, sem o derramamento de sangue. (Vs.12)
 
As reivindicações dos amonitas sobre as terras não eram justas.

Amon estava acusando Israel de apropriação indébita; (vs.13).
 
Jefté provou que era um direito de conquista; pois 350 anos antes quando Israel saiu do Egito, Seom, que era o rei dos amorreus tinha conquistado metade da terra dos amonitas. (vs.15-23)
 
Mais tarde estas mesmas terras caíram nas mãos de Gade (Js.13.25) por conta de conquistas durante o período de Josué.
 
Mesmo em nome da diplomacia da “boa vizinhança” caso Jefté cedesse aos reclamos dos amonitas, Israel perderia metade do seu território.
 
Esgotada as possibilidades para se evitar a guerra só restava a Jefté entrar na mesma para vencer. (vs.14)
 
Decidido a defender seu território Jefté invocou a justiça de Deus (vs.27) e o Espírito de Deus veio e se apossou de Jefté. (vs.29)
 
Em Deus Jefté buscou a segurança de que precisava; mais o seu lado humano (coitado), o levou a cometer um erro fatal: um voto precipitado.
 
- Sobre o voto de Jefté falaremos em outra ocasião.
 
O Senhor entregou os amonitas nas mãos de Jefté e ele os venceu em o nome do Senhor.
 
- É bem verdade que a vossa história de vida não se compara a história de vida de Jefté.
 
Porém se houver pontos em comum entre a vossa vida e parte da vida de Jefté? Não baixe sua cabeça.
 
Deus não te vê pelas lentes da discriminação; certamente se você buscar refúgio em Deus é certo que os que te discriminam hoje virão a ti para te suplicar um favor do Senhor com a tua permissão amanhã.
 
Para Deus na importa se você é filho biológico, se gerado dentro ou fora do casamento; se és fruto de um estupro ou se foi abandonado pela sua mãe ou seu pai ainda um recém nascido. Nada disto importa.
 
Davi só era filho de Jessé e Deus não viu em nenhum de seus irmãos um rei; Deus não viu em nenhum filho de Gileade o que viu em Jefté.


Deus não tem visto nos teus irmãos ou naqueles que te discriminam o que tem visto em você: um coração compassivo que almeja Deus acima de tudo e Nele confia.
 
Enganam-se quem pensa que você não é nada só porque teu pai ou tua mãe não te assumiu quando ainda um recém nascido.
 
Conheço um homem de Deus que é filho de uma escorregadela de um pastor evangélico e este pastor nunca assumiu este filho.
 
Quarenta anos depois o filho nascido fora do casamento deste pastor veio a ser um pastor conceituado.


E é agora a  grande bênção ainda hoje para o dito pastor que não o assumiu; e a sua mulher e filhos necessitados do pão hoje os amam. Mas antes odiou.
 
Conheço uma moça que foi fecundada por um maníaco sexual, brutalmente violentada e toda a sua família exigia o aborto da criança. Ela não abortou.
 
Dez anos depois ela aceitou Jesus e o filho que ela não abortou por força das circunstâncias, é hoje um grande homem de Deus a bênção de toda a família. - Inclusive dos que queria o aborto.-
 
Ele nunca soube quem é o pai mais sabe quem é o PAI: Deus! O Pai de órfãos, e de viúvas e de abandonados e discriminados.
 
Oi! Que esta palavra fale profundamente  ao teu coração; e quando aqueles que um dia te humilhou, te menosprezou, te ignorou, te abandonou, não te assumiu te procurar?
 
Saiba que você poderá amontoar brasas vivas sobre a cabeça de cada um deles simplesmente por não pagar a eles na mesma moeda; apesar de serem merecedores de tal atitude.
 
Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se tiver sede, dá-lhe água para beber; (Pv.35.21,22) Porque assim lhe amontoarás brasas sobre a cabeça; e o Senhor to retribuirá.
 
Agindo como Jefté (sem o voto precipitado) o que não vai lhe faltar são brasas e cabeças para serem amontoadas por você.
 
Deixo aqui o meu forte abraço e a minha saudação de fé e de paz e vitórias!
 
Justamente para você a quem o Senhor chama de mui valente, valoroso, habilidoso corajoso e filho de Deus.

Passe bem com Cristo.
 
Guganic
 
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