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 Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero

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jhons
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MensagemAssunto: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Qua 28 Jan 2015, 08:27

Assuero,onde está escrito na Bíblia que o Dízimo é um mandamento do
SENHOR e devemos devolvê-lo nos dias de hoje?
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Assuero
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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Qua 28 Jan 2015, 15:15

jhons escreveu:
Assuero,onde está escrito na Bíblia que o Dízimo é um mandamento do
SENHOR e devemos devolvê-lo nos dias de hoje?

Irmão,nem perdi tempo procurando a passagem porque o dízimo nunca foi um mandamento;era sim uma ordenança,que era exigida ao povo israelita,mas que não tem nada a ver com o povo de Deus nos dias de hoje...

Como todas as 603 ordenanças da lei mosaica,esta tb foi encravada na cruz,e hoje não faz parte das obrigações do cristão,embora seja muito valorizada e cobrada em muitas das igrejas...

Se for necessário,posso postar um estudo sobre a passagem favorita de muitos pregadores atuais,Zacarias 3:10,que era p/ o povo de Israel mas eles teimam em usá-la p/ amedrontar o povo de Deus hoje...
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Henrique

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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Qua 28 Jan 2015, 23:18

Irmão Assuero quis dizer Malaquias 3.10 OK.

Concordo com irmão Assuero, o Novo Testamento não ensina a obrigatoriedade do dízimo, nem de coisa alguma.

Mas aquele que serve com amor a Deus e ao próximo, certamente sabe que para manter o templo, o pastorado, missionários etc... dinheiro é necessário.

Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. 
2 Coríntios 9:7



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Assuero
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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Qui 29 Jan 2015, 01:56

Henrique escreveu:
Irmão Assuero quis dizer Malaquias 3.10 OK.

Concordo com irmão Assuero, o Novo Testamento não ensina a obrigatoriedade do dízimo, nem de coisa alguma.

Mas aquele que serve com amor a Deus e ao próximo, certamente sabe que para manter o templo, o pastorado, missionários etc... dinheiro é necessário.

Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. 
2 Coríntios 9:7



Obrigado pela correção,"pastorzão"...realmente coloquei o nome do profeta errado...

Mas é verdade,a Igreja de Cristo hoje precisa de manutenção,só que ela deve ser feita através das OFERTAS VOLUNTÁRIAS,como o irmão postou...a imposição do dízimo é mais um fardo que é acrescentado à carga que os cristãos precisam carregar...

Repito,o maior evangelista de todos os tempos nunca cobrou dízimos;exortava sim,seus contemporaneos a OFERTAR com amor,porque esta é a forma de subsistencia da Igreja,desde os tempos apostólicos...
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Prof. Azenilto
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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Qui 29 Jan 2015, 23:04


Bem, vejam esta reflexão que até já postei noutro tópico, e não vi ninguém disposto a responder-me a pergunta ao seu final:


OS TRÊS GRANDES AUSENTES DE HEBREUS 7 A 10

Nos capítulos de Hebreus 7 a 10 é discutido pormenorizadamente o sentido dos ritos e regras sacerdotais e as muitas cerimoniais que se executavam no Templo de Israel--os sacrifícios de bois e cordeiros, ofertas de manjares, e tantas outras coisas da vida religiosa da nação eleita. Eram conceitos e práticas extremamente arraigados na cultura secular e religiosa dos israelitas, que tinham que ver com o dia-a-dia do povo todo, e é incrível que o autor de Hebreus deixasse de considerá-las totalmente, ao mostrar regras que outrora eram importantes, mas não mais importam (ver 1 Cor. 7:19). Afinal, a intenção do autor inspirado é explicar aos judeus aquilo que fazia parte de seu mundo, à luz do evangelho.
 
Mas há três grandes 'ausentes' nessas discussões: O SÁBADO, AS LEIS ALIMENTARES, O DÍZIMO. Isso constitui as coisas mais resistidas pelo homem carnal porque a tendência humana é desejar controlar exatamente esses três elementos--o tempo, o cardápio, o dinheiro.
 
As pessoas em geral, mesmo no seio das igrejas, não querem “interferência” da religião na sua administração do tempo, assim não querem saber do sábado (nem de regras rigorosas de guarda do domingo). Igualmente, há os que não desejam tal “interferência” naquilo que comem ou bebem, e nada também de “interferência” na forma como administram o seu dinheiro.
 
Só há referências indiretas ao dízimo em Hebreus 7-10, e JAMAIS para diminuir a sua importância.
 
Se não são discutidas tais questões é porque não tinham caráter prefigurativo, cerimonial, tipológico. Não apontavam ao sacrifício expiatório de Cristo na cruz. Daí, não foram abolidas.
 
Sobre as bases do dízimo, Paulo ilustra muito bem a questão em 1 Cor. 9:13, 14 que é uma passagem que os antidizimistas se pudessem arrancavam de suas Bíblias:
 
“Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar, participam do altar? Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho”.
 
Paulo faz referência aos que “participam do altar” como MODELO para a manutenção dos que “anunciam o evangelho”--os sacerdotes levíticos, sustentados pelos dízimos, o modelo para a Igreja segundo ORDENOU O SENHOR.
 
Em Hebreus 7:5-8 encontramos esta interessante passagem:
 
“... os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão. Mas aquele, cuja genealogia não é contada entre eles, tomou dízimos de Abraão, e abençoou o que tinha as promessas. Ora, sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior. E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive”.
 
A referência ao dízimo aí ocorre num contraste entre o sacerdócio humano (levítico), de gente que morre, e o Sacerdócio de Melquisedeque--que nunca morre.
 
O dízimo é uma obrigação clara nas Escrituras, pois embora não haja mais sacerdócio, já que Cristo é o Sumo-Sacerdote e prevalece o sacerdócio universal dos crentes, também é dito aos que pregam o evangelho, que vivam do Evangelho. Nada desse negócio de pastor de tempo parcial, meio pastor/meio advogado, ou meio pastor/meio construtor ou meio pastor/meio agente imobiliário.
 
Tenho uma irmã que pertence a certa denominação evangélica, e estava comentando comigo que o seu pastor é também advogado, e termina que valoriza mais o seu trabalho advocatício do que ministerial.
 
Mas, insistem alguns, não há repetição do mandamento sobre dízimo no NT. É verdade, não diretamente, como também não há quanto a consulta aos mortos, falar o nome de Deus em vão, praticar bestialidade, permitir casamento entre irmãos. Contudo, todo cristão genuíno admite que tais regras, não repetidas ‘ipsis literis’ no NT, aplicam-se aos cristãos todos.
 
E uma pergunta tira-teima:
 
* Ao que a lei do dizimo apontaria como prefigurativo do sacrifício de Cristo para que findasse quando Ele morreu na cruz, como regra cerimonial?

.
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Assuero
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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Sex 30 Jan 2015, 00:46

Prof.Azenilto escreveu:
Nos capítulos de Hebreus 7 a 10 é discutido pormenorizadamente o sentido dos ritos e regras sacerdotais e as muitas cerimoniais que se executavam no Templo de Israel--os sacrifícios de bois e cordeiros, ofertas de manjares, e tantas outras coisas da vida religiosa da nação eleita. Eram conceitos e práticas extremamente arraigados na cultura secular e religiosa dos israelitas, que tinham que ver com o dia-a-dia do povo todo, e é incrível que o autor de Hebreus deixasse de considerá-las totalmente, ao mostrar regras que outrora eram importantes, mas não mais importam (ver 1 Cor. 7:19). Afinal, a intenção do autor inspirado é explicar aos judeus aquilo que fazia parte de seu mundo, à luz do evangelho.

Mas há três grandes 'ausentes' nessas discussões: O SÁBADO, AS LEIS ALIMENTARES, O DÍZIMO. Isso constitui as coisas mais resistidas pelo homem carnal porque a tendência humana é desejar controlar exatamente esses três elementos--o tempo, o cardápio, o dinheiro.


O amigo esquece de mencionar que das 3 coisas citadas,apenas uma delas está até hoje inserida na Lei de Deus,o sábado...as outras 2 constavam apenas da lei mosaica,caduca e revogada...
À luz do NT,nossa obrigação p/ com esses 2 'imposições cerimoniais' se desvaneceu a partir da passagem de Coríntios que o amigo citou...mas o sábado não;este continua firme e forte,brilhando bem forte no centro da Lei de Deus...

Prof.Azenilto escreveu:
Sobre as bases do dízimo, Paulo ilustra muito bem a questão

Em Hebreus 7:5-8 encontramos esta interessante passagem:

“... os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão. Mas aquele, cuja genealogia não é contada entre eles, tomou dízimos de Abraão, e abençoou o que tinha as promessas. Ora, sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior. E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive”.


Como o amigo mesmo citou,o dízimo era uma imposição dada ao povo p/ sustento da Casa de Deus e dos levitas...não temos mais levitas nos dias de hoje temos?
A manutenção do templo pode e deve ser feita nos dias de hoje através das OFERTAS VOLUNTÁRIAS...já disse e repito novamente,mais uma vez,de novo...tenho um estudo acerca de Zacarias 3:10,a passagem favorita dos dizimistas p/ assustar o povo de Deus...milhões de pessoas no mundo são enganadas todo dia pelos seus 'pastores',com essa passagem,que nunca,jamais,em tempo algum foi direcionada a nós...

Prof.Azenilto escreveu:
* Ao que a lei do dizimo apontaria como prefigurativo do sacrifício de Cristo para que findasse quando Ele morreu na cruz, como regra cerimonial?

A nada...assim como a circuncisão...em que o corte de um pedaço de pele representaria o sacrifício de Cristo?

REPITO,O DÍZIMO FOI UMA DAS 603 ORDENANÇAS DA LEI MOSAICA,ENCRAVADA NA CRUZ,PORTANTO NÃO ESTÁ EM VIGOR P/ O CRISTÃO NOS DIAS DE HOJE,COMO NÃO ESTEVE NOS TEMPOS APOSTÓLICOS...ESTA É MAIS UMA CARGA PESADA QUE OS 'SACERDOTES' DE HOJE TENTAM COLOCAR SOBRE OS LOMBOS DO POVO DE DEUS,QUE NEM ELES MESMOS QUEREM CARREGAR...O AMIGO CONHECE ALGUM PASTOR DIZIMISTA?E SE CONHECE,O DÍZIMO QUE ELE PORVENTURA DEVOLVE,VOLTA P/ O BOLSO DE QUEM?
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Henrique

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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Sex 30 Jan 2015, 22:37

Irmãos, graça e paz.

O assunto é dízimo, vamos nos ater a ele.

Prof. Azenilto escreveu:
Só há referências indiretas ao dízimo em Hebreus 7-10, e JAMAIS para diminuir a sua importância.

Se não são discutidas tais questões é porque não tinham caráter prefigurativo, cerimonial, tipológico. Não apontavam ao sacrifício expiatório de Cristo na cruz. Daí, não foram abolidas.

Em Hebreus o dízimo não é apenas diminuído, é extirpado no ensino do Novo Testamento, diz a carta aos Hebreus:

Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei.
Porque aquele de quem estas coisas se dizem pertence a outra tribo, da qual ninguém serviu ao altar,
Visto ser manifesto que nosso Senhor procedeu de Judá, e concernente a essa tribo nunca Moisés falou de sacerdócio.


Hebreus 7:12-14

Sendo Cristo o sumo sacerdote do cristão, e veio da tribo de Judá (não de Levi), seu sacerdócio está claramente acima da lei, que era a autoridade no sacerdócio levítico. Prova que a lei foi abolida.

O sistema levítico foi substituído por um novo Sacerdote, que ofereceu um novo sacrifício, sob uma nova aliança.

Ele aboliu a lei ao cumpri-la (Mt 5.17) e oferecer a perfeição que a lei nunca poderia alcançar (Mt.5.20 ).

Prof. Azenilto escreveu:
Sobre as bases do dízimo, Paulo ilustra muito bem a questão em 1 Cor. 9:13, 14 que é uma passagem que os antidizimistas se pudessem arrancavam de suas Bíblias:

“Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar, participam do altar? Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho”.

Os que são libertos da lei, pela graça de Deus a nós concedida, não tem problema nenhum com esta e outras passagens, pelo contrário, esta só reforça o fato de não se ensinar que o dízimo é obrigatório.

Pois veja, se o assunto é sustendo dos que pregam o evangelho, por que Paulo não ensinou o valor de dizimar nem aqui nem em outra passagem? Simples, não estamos debaixo da lei!

Mas agora temos sido libertados da lei, tendo morrido para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra.

Romanos 7:6

Ora se não estamos debaixo da lei, debaixo de um novo sacerdócio, não se ensina o dízimo no NT, fica impossível ver obrigatoriedade do dízimo.

Mas fica então o sustento dos que pregam o evangelho, do templo, e tudo o mais? Ora, o Novo Testamento ensina a dadivar, não dizimar, ofertas por amor, com alegria, não na caducidade da letra!

Quanto aos pastores 'meio período', creio que muitos o fazem por medo de perderem o pastorado, e ficarem sem sustento, visto o grande número de pastores que adulteram, que desistem, e daqueles que são expulsos por pregarem a verdade. Isto nada tem com o ensino bíblico sobre o dízimo.



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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Qua 04 Fev 2015, 02:32


O primeiro erro nessa análise acima é o conceito de estarmos agora “na graça”, o que é um argumento típico dos conceitos novidadeiros do dispensacionalismo, uma novidade interpertativa surgida com maior peso em meados do séc. XIX, e em última instância com uma visão de certa falsa profetisa chamada Margaret MacDonald, na Inglaterra, em 1830. Isso é assim exposto de modo bem documentado por autoridades da própria grei evangélica, como o Dr. Russell Shedd e o bispo metodista Ildo de Mello em 3 vídeos que recomendo a todos verem.

O erro básico da visão neo-antinomista dispensacionalista é a impressão de que no VT prevalecia a “lei”, e a “graça” é só de Cristo para cá.
 
Equívoco total! A graça divina foi manifestada por primeira vez logo após a Queda, quando Deus pregou a primeira mensagem do evangelho ao casal original, falando do Libertador futuro que esmagaria a cabeça da serpente (Gên. 3:15). Ele podia com justiça eliminar aqueles pioneiros pecadores, pois “o salário do pecado é a morte” (Rom. 6:23), daí recomeçar tudo com novo casal. Mas Deus não é só JUSTIÇA, Ele também é AMOR.
 
Os que ensinam essa teologia furada do neo-antinomismo dispensacionalista, que nenhum teólogo de real gabarito leva a sério, NÃO SABEM RESOLVER a questão: se agora vivemos na dispensação da graça, que teria suplantado a da lei, COMO SE SALVAVAM OS PECADORES AO TEMPO DO ANTIGO TESTAMENTO?
 
Vejam o dilema: se disserem que eram salvos pela lei, proferem uma ABERRAÇÃO TEOLÓGICA. Como se pode alegar que algum homem jamais pôde reunir méritos suficientes para salvar-se pelos próprios esforços em cumprir “a lei do Senhor” que é “perfeita” (Sal. 19:7)?!
 
Se admitem que eram salvos “pela graça”, isso destrói a divisão estanque e artificial de dispensações da lei OU graça.
 
LEI e GRAÇA sempre vieram juntas, cada qual cumprindo o seu papel. Isso se pode ilustrar tanto no Velho quanto no Novo Testamento.
 
* No VT: Ao proferir a LEI MORAL dos 10 Mandamentos no Sinai, Deus começa dizendo: “Eu sou o Senhor que te tirou da terra do Egito, da casa da escravidão”. Esta é uma declaração de GRAÇA divina. Segue-se o enunciado da LEI nos versos seguintes.
 
* No NT: Quando Cristo foi confrontado com a mulher adúltera, conhecendo-lhe o coração Ele lhe disse: “Tampouco Eu te condeno”. Esta é uma expressão de GRAÇA. Mas em seguida disse-lhe: “Vai e não peques mais”. Isso é LEI.
 
Conseguem perceber como não existe essa de um “tempo da lei” suplantado por um “tempo de graça”? Isso é doutrina de homens, ensino dos falsos instrutores do neo-antinomismo dispensacionalista que se acham por aí proclamando essas ideias sem fundamento nas Escrituras.
 
Paulo, que tanto exalta a graça divina, fala que com a sua mente serve a “lei de Deus” (Rom. 7:25) que é aquela que traz o preceito “não cobiçarás”, sendo santa, justa, boa, espiritual, prazenteira (vs. 7, 8, 12, 14, 22). E ainda recomenda naturalmente dessa lei divina os seus 5o., 6o., 7o., 8o., 9o. e 10o. preceitos aos GENTIOS de Éfeso e Roma (Efé. 6:1-3; 4:25-31; Rom. 13:8-10).

O segundo erro está na interpretação equivocada de Heb. 7:12, pois a lei a ser mudada não tem nada a ver com o dízimo, o sábado ou as regras alimentares trocadas por . . . NADA a esse respeito. A falta de consideração pelo CONTEXTO (fundamental em análises bíblicas) é que leva a essa absurda conclusão, pois o que o autor de Hebreus está discutindo é a lei DO SACERDÓCIO, pela qual Jesus jamais poderia ser aceito como tal, já que tal lei exigia que só quem fosse da tribo de Levi podia assumir tal cargo, e Jesus era da tribo de Judá. Então, o autor de Hebreus está retoricamente dizendo é que a lei teria de ser mudada para que Cristo assumisse o sacerdócio, o que não ocorreria mesmo, pois se eles não aceitavam nem a messianidade de Cristo, como iriam aceitar o Seu sacedócio?

Sobre Romanos 7:6, é interessante que sempre IGNORAM também o CONTEXTO, onde Paulo exalta a lei que traz o preceito “não cobiçarás” como santa, justa e boa (vs. 7, 8, 12, 14, 22), para forçar o sentido de tal passagem a anular a lei dos 10 Mandamentos com normativa aos cristãos, tipicamente negando o ensino clássico e histórico dos cristãos a respeito, como é o caso dos luteranos, presbiterianos, batistas, metodistas, congregacionais, anglicanos, mais recentemente confrimado por pentecostais, como os assembleianos, que em sua Bíblia de Estudo e Aplicação Pessoal declaram:

Será que as leis de Deus observadas pelos israelitas servem para os cristãos? As leis foram designadas para guiar todas as pessoas a um estilo de vida saudável, justo e voltado para Deus. Seu propósito é apontar o pecado e mostrar a maneira correta de lidar com ele. Os dez mandamentos se aplicam hoje assim como se aplicavam há três mil anos, pois proclamam um estilo de vida estabelecido por Deus. São a perfeita expressão da pessoa de Deus e como Ele deseja como o povo viva. – Op. Cit., (CPAD—Casa Publicadora das Assembléias de Deus), pág. 237 (sublinhado meu).
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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Qua 04 Fev 2015, 02:45


Vejamos como nada menos do que os Reformadores Martinho Lutero e João Calvino interpretam os primeiros textos do tão mal compreendido capítulo 7 de Romanos:

MARTINHO LUTERO
 
Cap. 7 - Morto para a lei e o conflito dentro do crente
 
“No sétimo capítulo, Paulo confirma o anterior mediante uma comparação com a vida matrimonial: Quando morre o marido, a mulher está desimpedida e um está separado e livre do outro. Não que a mulher não pudesse ou devesse tomar outro homem. Ela está apta a tomar outro, o que ela anteriormente não podia, por não estar livre daquele. Assim também nossa consciência sob a lei está vinculada ao velho homem pecaminoso; ao ser este morto pelo Espírito, a consciência está livre, e um desobrigado do outro; não que a consciência nada devesse fazer; mas sim para que agora possa ater-se tanto mais a Cristo, o outro homem, e produzir frutos para a vida”. -- "Prefácio à Epístola de Paulo aos Romanos", de Martinho Lutero.
 
JOÃO CALVINO
 
“. . .a palavra lei não é mencionada aqui, em toda parte no mesmo sentido: pois num lugar significa o vínculo do casamento, noutra parte, a autoridade de um marido sobre sua esposa, e noutro ainda, a lei de Moisés, mas temos de nos lembrar que Paulo aqui se refere apenas àquela função da lei que era peculiar à dispensação de Moisés, pois NA MEDIDA EM QUE DEUS NOS TEM ENSINADO NOS DEZ MANDAMENTOS O QUE É JUSTO E CERTO, E DADO INSTRUÇÕES PARA ORIENTAR A NOSSA VIDA, NENHUMA REVOGAÇÃO DA LEI DEVE SER IMAGINADA, POIS A VONTADE DE DEUS TEM DE SE MANTER A MESMA PARA SEMPRE. Devemos ser cuidadosos em nos lembrar que isso não constitui uma liberação da justiça ensinada na lei, mas de suas exigências rígidas e da maldição que disso se segue”. [Destaque meus].


Fonte: http://www.ccel.org/ccel/calvin/calcom38.xi.i.html
 
Sobre as REAIS ORIGENS desses ensinos de “abolição da lei”, típicas do dispensacionalismo, que é o conceito dominante no evangelicalismo moderno, não deixem de ver os vídeos abaixo indicados, do teólogo batista Russell Shedd, e do bisp metodista Ildo de Melo:


* Vídeo do Dr. Russell Shedd (destacado teólogo batista)—ver a partir do tempo de 15’ e 42”:
 


 
* Vídeos do bispo metodista Ildo de Melo:
 


 


Última edição por Prof. Azenilto em Qui 05 Fev 2015, 10:28, editado 1 vez(es)
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Assuero
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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Qua 04 Fev 2015, 04:50

O que o amigo esquece de mencionar é que existe uma grande diferença entre a lei que foi abolida e a Lei que está em vigor...
Matreiramente o amigo mistura as duas,ao seu bel prazer,usando ora uma,ora a outra,de acordo com o que deseja confirmar no momento...

A verdade é que a lei mosaica dizia que,em havendo mudança de sacerdote tinha que haver mudança da lei.Isto ficou explicito em Hebreus,quando o escritor mostra que o sacerdócio de jesus é infinitamente superior ao de Moisés,ou o prefigurado Melquisedeque...nos tempos deste(Melquisedeque)imperou a lei mosaica;VINDO POIS,AQUELE que a lei prefigurava(Cristo)novo sacerdócio foi estabelecido e nova lei foi posta.

Colossensses 2:14 nos mostra realmente que a lei mosaica foi encravada na cruz,ab-rogada,caducada,morta...tudo aquilo que ela prefigurava(Cristo)foi cumprido e como tal TERMINADO.
Desde então vivemos sob uma nova Lei,aquela que Tiago fala,a Lei da Liberdade,o Decálogo,aonde estão impressos os 10 preceitos pelo qual o homem viverá.

O amigo Azenilto quando aceita que as ordenanças mosaicas foram abolidas,mas não as Leis de Deus,o Decálogo,deve ter a hombridade de reconhecer que todas,repito,TODAS as 603 ordenanças mosaicas caducaram,inclusive as leis de saúde e o dízimo...

O que está em vigor hoje é apenas e tão somente o Decálogo,a Lei Moral de Deus,a base de Seu governo Universal...tudo o mais ficou prá tras,queira o amigo ou não...

Não importam as interpretações whitianas,o que importa é apenas a Palavra.E esta diz que as ordenanças foram encravadas na cruz.Ponto.O que passar disto vem do maligno.

Dízimo é ordenança,estava entre as 603 leis mosaicas.Não se encontra no Decálogo.
legem exspiravit

Obs:
Seja mais sucinto na sua proxima exposição...nem todo mundo tem a paciencia e o tempo que eu tenho prá analisar o texto todo...fica inócuo...
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Henrique

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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Qua 04 Fev 2015, 23:23


Prof Azenilto escreveu:
O primeiro erro nessa análise acima é o conceito de estarmos agora “na graça”, o que é um argumento típico dos conceitos novidadeiros do dispensacionalismo, uma novidade interpertativa surgida com maior peso em meados do séc. XIX, e em última instância com uma visão de certa falsa profetisa chamada Margaret MacDonald, na Inglaterra, em 1830. Isso é assim exposto de modo bem documentado por autoridades da própria grei evangélica, como o Dr. Russell Shedd e o bispo metodista Ildo de Mello em 3 vídeos que recomendo a todos verem.

É muito fácil dizer que é um erro isso ou aquilo, difícil é provar biblicamente, o que não fez. Na verdade o que fez foi dizer que nada conhece da história da igreja, nem dos grandes homens, lamentável.

Já ouviu ou leu sobre Agostinho de Hipona, e seu 'adversário' Pelágio? Sabe o motivo de Agostinho ser conhecido como 'doutor da graça'?

Agora, desde quando se escreve sobre 'o grande conflito', que nem tem apoio bíblico?

Deixemos estes argumentos falhos e vamos nos basear unicamente nas escrituras.


Prof. Azenilto escreveu:
O erro básico da visão neo-antinomista dispensacionalista é a impressão de que no VT prevalecia a “lei”, e a “graça” é só de Cristo para cá.

Equívoco total! A graça divina foi manifestada por primeira vez logo após a Queda, quando Deus pregou a primeira mensagem do evangelho ao casal original, falando do Libertador futuro que esmagaria a cabeça da serpente (Gên. 3:15). Ele podia com justiça eliminar aqueles pioneiros pecadores, pois “o salário do pecado é a morte” (Rom. 6:23), daí recomeçar tudo com novo casal. Mas Deus não é só JUSTIÇA, Ele também é AMOR.

Que diz Gn 3.15?

E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.

Gênesis 3:15

Bom... ficou muito claro, aquele casal que havia sido expulso do Éden, que estava envergonhado... entendeu muito bem esta doutrina da graça, tá muito bem explicado, a salvação pela graça.

Alias, onde no VT se fala claramente sobre salvação única e exclusivamente pela graça?

Escrever isto ou aquilo, tirando conclusões que não se pode tirar do contexto, fica a fazer afirmações completamento fora do ensino das Escrituras. Como esta:

Prof Azenilto escreveu:
No NT: Quando Cristo foi confrontado com a mulher adúltera, conhecendo-lhe o coração Ele lhe disse: “Tampouco Eu te condeno”. Esta é uma expressão de GRAÇA. Mas em seguida disse-lhe: “Vai e não peques mais”. Isso é LEI.

O versículo:

E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais.

João 8:11

Agora diga, qual o assunto aqui? É sobre sei e graça? Não es tu que dizes para observar o contexto?

"não peques mais" nada tem com a lei, mas simplesmente Jesus lhe diz 'deixe sua vida de pecado' (adultério).

Assim continua por todo o discurso... mas onde se fala da graça que anulou a lei, então não aceitas, nem em romanos, nem em Hebreus, onde diz que fala da lei do sacerdócio, mas nada esclarece nem prova o que escreveu.

Por que não explicou somente os versículos que postei? Em vez disso, como muitos fazem, foge das verdades Bíblicas.

Aguardo explicações sobre o dízimo, somente.




-







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Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho.
Salmos 119:105



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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Qui 05 Fev 2015, 10:56


Creio que  tema das leis alimentares merecem outro tópico exclusivo. Podemos PROVAR BIBLICAMENTE que tais regras não foram abolidas porque NÃO TÊM CARÁTER SIMBÓLICO, PREFIGURATIVO. Já ANTES da legislação mosaica Deus havia definido para Noé a diferença entre animais limpos e imundos (Gên. 7:2). Mas para não misturar as coisas, vamos deixar esta discussão para outro tópico que abrirei, talvez no fim de semana.
 
Sobre o que Henrique alega, infelizmente ele, ao que parece, não deu a mínima para os 3 vídeos iluminadores que indicamos. Ele se contradiz ao RECONHECER a graça desde Gên. 3:15. Mas não confirmou que é um ERRO entender que a graça é só de Cristo para cá, com a noção de agora vivermos “na graça”.
 
Aliás, já tenho perguntado por aí em outros debates com dispensacionalistas dianenhumistas, como se salvavam os pecadores ao tempo do Antigo Testamento. Vejam as 3 respostas que obtive certa vez:
 
a - eram salvos pelo fiel cumprimento da lei (uma aberração teológica, como vimos acima);
 
b - foram salvos porque Jesus foi pregar aos “espíritos em prisão” (disse-me um pastor pentecostal do Ceará!). Absurdo também, pois toma por base um texto não muito claro de 1 Ped. 3:19, 20 que fala só dos “espíritos” NOS DIAS DE NOÉ, e com isso ele está pregando a segunda possibilidade de salvação para os que REJEITARAM a pregação inicialmente, como foi o caso dos homens dos dias de Noé. Sem falar do erro adicional de crer na doutrina falsa e herética de imortalidade da alma, que já é outra discussão;
 
c - houve um que apenas citou Deu. 29:29--um MISTÉRIO NÃO REVELADO. Ou seja, ninguém sabe a resposta a esta pergunta! Gente, bem diz a Bíblia que “o Meu povo perece por falta de conhecimento”. . . Basta ler Hebreus 11 e ver a lista de heróis bíblicos do Velho Testamento, TODOS salvos por sua fé, nenhum por obras.
 
Finalmente, o erro do Henrique é dizer que Jesus não está falando de lei para a mulher apanhada em adultério. MAS É CLARO QUE ELE ESTÁ FALANDO SOBRE LEI. Afinal, qual é a definição bíblica de “pecado” (se o de adultério ou qualquer outro)? Henrique precisa fazer o seu 'dever de casa' e conferir 1 João 3:4, comparando diversas traduções, inclusive internacionais (como a Reina Valera, em espanhol, Louis Segond, em francês, Giovanni Diodati, em italiano, King James, em inglês):

 
“Pecado é a TRANSGRESSÃO DA LEI”.

E, por favor, meu caro Henrique, crie e coragem e veja os três vídeos que eu indiquei para cientificar-se do que claramente ignora--as negras origens das teses dispensacionalistas dianenhumistas, que claramente adotou.
 
Mas para sermos mais construtivos no campo do progresso em conhecimento, e já que ele diz que eu não conheço a história da Igreja, recomendo que veja esta magnífica exposição do que consitui o mais legítimo entendimento sobre o tema da Lei e Evangelho da Reforma Protestante, por um erudito pastor reformado, Héber Campos Jr. Eu endosso plenamente tudo quando ele ensina nesse vídeo (que está mais para áudio), e está em perfeita sintonia com o que cremos, como adventistas do sétimo dia:




   


Última edição por Prof. Azenilto em Sex 06 Fev 2015, 21:31, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Qui 05 Fev 2015, 11:06



Sobre Heb. 7:12, um erro de interpretação crasso desta passagem é o entendimento comum de que a lei que seria mudada seria uma que permitiria—ou o sábado de fora para a entrada do domingo, ou o sábado de fora para o conceito dispensacionalista de “dianenhumismo”.
 
Só que estão utilizando aqui a passagem, torcendo o seu sentido por ignorar o contexto imediato, para alegar que a lei EXCLUI O DÍZIMO, mantendo, porém, o sábado. Mas o mesmo direito que alguém julga ter para excluir o dízimo nessa “mudança” da lei, outro pode ter para excluir o sábado, seja para introduzir o domingo como “dia do Senhor”, seja para confirmar o “dianenhumismo”, preferido pelas massas no evangelicalismo moderno (por influência da LAVAGEM CEREBRAL dispensacionalista/dianenhumista, como expusemos acima).
 
Só que Heb. 7:12 à luz do contexto NÃO DIZ NADA DISSO, e sim que sendo Jesus da tribo de Judá, NÃO PODERIA LEGALMENTE SER SACERDOTE, pois a LEI DO SACERDÓCIO não permitiria isso, já que só os da tribo de Levi teriam tal direito.
 
E claro que o autor de Hebreus diz isso apenas retoricamente, pois os judeus jamais iriam mudar a lei do sacerdócio para favorecer o sacerdócio de Cristo, sendo que nem aceitavam a Sua messianidade.
 
E como não me apresentaram o que de prefigurativo, cerimonial, havia nas leis do dízimo, continua sem provas de que foi abolido na cruz. . . Quanto à circuncisão, era um definidor de quem se identificava como judeu, filho de Abraão. Mas como Paulo esclarece que agora os genuínos judeus são os da fé (Rom. 2:28; Gál. 3:7. 27-29; Efé. 2:11-14), praticar circuncisão seria negar essa filiação divina pela fé, na busca de identificar-se como judeu para merecer a salvação, um erro que Paulo condenava.


Última edição por Prof. Azenilto em Sex 06 Fev 2015, 21:34, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Qui 05 Fev 2015, 15:05

Prof. Azenilto escreveu:
[size=16]
[font=Times New Roman]
Sobre Heb. 7:12, um erro de interpretação crasso desta passagem é o entendimento comum de que a lei que seria mudada seria uma que permitiria—ou o sábado de fora para a entrada do domingo, ou o sábado de fora para o conceito dispensacionalista de “dianenhumismo”.
 
Só que estão utilizando aqui a passagem, torcendo o seu sentido por ignorar o contexto imediato, para alegar que a lei EXCLUI O DÍZIMO, mantendo, porém, o sábado. Mas o mesmo direito que alguém julga ter para excluir o dízimo nessa “mudança” da lei, outro pode ter para excluir o sábado, seja para introduzir o domingo como “dia do Senhor”, seja para confirmar o “dianenhumismo”, preferido pelas massas no evangelicalismo moderno (por influência da LAVAGEM CEREBRAL dispensacionalista/dianenhumista, como expusemos acima).
 

É simples amigo...o dízimo estava entre as 603 determinações da lei mosaica,encravada na cruz.O sábado,embora estivesse tb inserido entre as leis cerimonialistas estava tb GLORIOSAMENTE inserido entre os 10 mandamentos,que ainda estão em vigor.Por isso guardamos o sábado e rejeitamos o dízimo.Se o amigo encontrar alguma determinação dizimista entre os 10 mandamentos por favor,poste prá nós...terei o prazer de cumprir mais esta determinação...
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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Sex 06 Fev 2015, 21:50


Ocorre que existem princípios MORAIS em outros preceitos da lei chamada “cerimonial”. Por exemplo, lemos em Deu. 22:8:
 
“Quando edificares uma casa nova, farás um parapeito, no eirado, para que não ponhas culpa de sangue na tua casa, se alguém de algum modo cair dela”.
 
Aí temos um regulamento da lei civil de Israel, tratando de construção. Contudo, há inserido um aspecto de caráter RESPONSABILIDADE MORAL para os negligentes em providenciar essa proteção ao semelhante.
 
Isso é tornado claro nos documentos confessionais básicos de batistas e presbiterianos, como na Confissão de Fé Batista de 1689 (que segue quase palavra por palavra o mesmo que consta da Confissão de Fé de Westminster, de 1647), em seu capítulo 19:
 

3. Além desta lei, comumente chamada de lei moral, Deus houve por bem dar leis cerimoniais ao povo de Israel, contendo diversas ordenanças simbólicas: em parte, de adoração, prefigurando Cristo, as suas graças, suas ações, seus sofrimentos, e os benefícios que conferiu; e, em parte, estabelecendo várias instruções de deveres morais.
 

As leis cerimoniais foram instituídas com vigência temporária, pois mais tarde seriam ab-rogadas por Jesus, o Messias e único Legislador, que, vindo no poder do Pai, cumpriu e revogou essas leis. [Destaque de sublinhado meu].
 
Em obra mais recente da Casa Publicadora das Assembleias de Deus, a sua Bíblia de Estudo e Aplicação Pessoal, isso também é exposto de modo claro:


No Antigo Testamento havia três categorias de leis:

Lei Cerimonial:
Esse tipo de lei está especificamente relacionado à adoração de Israel (Ver, por exemplo, Lv 1.1-13). Seu objetivo principal era apontar para Jesus Cristo. Portanto, ela não era mais necessária após sua morte e ressurreição. Embora não estejamos mais vinculados à lei cerimonial, os princípios nela contidos -- adorar e amar ao santo Deus - ainda se aplicam atualmente. Os judeus cristãos muitas vezes acusavam os gentios cristãos de violarem a lei cerimonial.


Lei Civil: Esse tipo de lei regulava a vida cotidiana de Israel (Ver Dt 24. 10, 11, por exemplo). Como a cultura e a sociedade naquela época eram radicalmente diferentes do mundo moderno, algumas de suas diretrizes não podem ser especificamente obedecidas. Os princípios, porém, a elas subjacentes devem guiar nossa conduta. . . .

Lei moral: Esse tipo de lei é constituído pelos mandamentos diretos de Deus - por exemplo, os Dez Mandamentos (Êxodo 20.1-17). Ela exige uma rigorosa obediência e revela a natureza e a vontade divina. Ainda se aplica a nós atualmente. Devemos obedecer a essa lei moral, não para alcançar a salvação, mas para viver de uma forma que seja agradável a Deus. -- Op. Cit. , pág. 1637 (sublinhado meu).
 
Há, pois, princípios válidos para o povo de Deus em todos os tempos também nas leis fora das tábuas de pedra. A proibição de consulta aos mortos, por exemplo, que não consta do Decálogo, é claramente definida em Deu. 18:9-12 e Isa. 8:20, 21, porém jamais tal regra é repetida no Novo Testamento. E daí? Pode-se, então, comunicar-se agora com os mortos?! Claro que não.
 
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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Sab 07 Fev 2015, 01:48

Vc está se desviando do assunto...deveria se ater ao dízimo e agora apela p/ leis civis de Israel?
Ora,essas leis eram p/ aquele povo,e p/ aquela época...
Exemplo?
A passagem de Deuteronomio que vc cita se torna sem efeito p/ um cidadão que more em um apartamento...para que ele construiria um parapeito,se ninguém vai cair do seu eirado?

Quanto à sua indagação sobre não constar no NT a proibição de consulta aos mortos,creio que esta passagem de Apocalipse 21:8 lhe responde:
Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.

Os que consultam os mortos ficarão de fora da Cidade Santa...creio que isto seja um alerta p/ o povo de Deus se manter longe deles...

Amigo,volte ao assunto do tópico;poste alguma passagem do NT que ORDENE CLARAMENTE,como na lei mosaica,o pagamento de dízimos DEPOIS DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO...
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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Sab 07 Fev 2015, 22:38


Eu não estou falando meramente de leis antigas e sim dos PRINCÍPIOS MORAIS exarados nas leis, mesmo as de caráter civil. Assim, sua limitação da lei dos 10 Mandamentos como sendo a única disposição para os crentes sob a Nova Aliança é equivocada.
 
Sobre os feiticeiros, essa passagem de Apocalipse que citou é apenas uma indicação INDIRETA e não DIRETA sobre tratar com os mortos. Nem todo praticante de feitiçaria tem comunicação com os mortos. Não existe reprodução ipsis literis da regra de consultar os mortos, nem sobre prática de bestialidade, ou de permissão de casamento de irmão com irmã. Aliás, nem mesmo uma ordem clara, direta, sobre não confeccionar imagens existe no NT. Ou mesmo cultuar imagens de SANTOS DA IGREJA. A palavra “ídolo” no Novo Testamento sempre se refere a reproduções de divindades pagãs, nunca a reproduções de personagens bíblicos (prática que nem existia entre os cristãos primitivos, daí que nem foram mencionadas). Então, o fato de não constarem em forma de regras repetidas no Novo Testamento não nos isenta de proibição de praticar consulta aos mortos, bestialidade, casamento entre irmãos, etc.
 
Sobre a  regra do dízimo, havia vários métodos e meios pelos quais estes foram dedicados ao Senhor. Abraão, Jacó tiveram atitudes de VOLUNTARIADO em dedicar seus dízimos a Deus por motivações diferentes do que se deu na lei israelita.

Isso mostra que há um PRINCÍPIO de dedicar ao Senhor os dízimos, e em 1 Cor. 13:14 Paulo claramente cita os que “comem do altar”, referindo-se ao sustento do ministério israelita, daí aplicando o princípio aos que “vivem do evangelho”.

Ficar citando detalhes da legislação mosaica e de como os dízimos eram utilizados não muda coisa alguma do PRINCÍPIO de voluntariado em dedicar a Deus 10% dos rendimentos e a 7a. parte do tempo. Só isso Deus pede de nós. Seria exigir muito? E as bênçãos advindas da fidelidade em obedecer tais princípios, não contam?
 
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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Dom 08 Fev 2015, 04:32

Nem vou citar o restante de seu comentário porque achei um absurdo...mas essa parte merece uma análise:

Sobre os feiticeiros, essa passagem de Apocalipse que citou é apenas uma indicação INDIRETA e não DIRETA sobre tratar com os mortos. Nem todo praticante de feitiçaria tem comunicação com os mortos.

DEFINIÇÃO DE FEITICEIRO
http://www.dicionarioinformal.com.br/feiticeiro/

Adj.s.m. 1 [OCULTISMO] que ou o que faz feitiços; embaixador 2 [por extensão] diz-se de ou homem muito atraente, encantador;
3. s.m. [OCULTISMO] m.q. BRUXO (OCULTISMO], 'mago', 'homem');
4 [ORNITOLOGIA] m.q. BOBO-PEQUENO (Puffinus puffinus);
5 [ORNITOLOGIA] m.q. ASSOBIADOR (Tijuca atra);
ETIM feitiço + -eiro;

Quanto à acentuação, feiticeiro é uma palavra paroxítona.

Sinônimos: bruxo adivinhão adivinho feiticeiro arúspice astrólogo augure ausente divinhador hierofante macumbeiro necromante nigromante profeta quiromante vaticinador vidente adivinhador mágico mago mandingueiro caborjesro cativante arrebatador atraente fascinante gedutor interessante sedutor pressagiador mais...
Relacionadas: feitiço bruxedo ocultismo feiticeiro bruxaria mais...

O AMIGO SABE O QUE É UM NECROMANTE?

Prof.Azenilto escreveu:

Sobre a regra do dízimo, havia vários métodos e meios pelos quais estes foram dedicados ao Senhor. Abraão, Jacó tiveram atitudes de VOLUNTARIADO em dedicar seus dízimos a Deus por motivações diferentes do que se deu na lei israelita.

Isso mostra que há um PRINCÍPIO de dedicar ao Senhor os dízimos, e em 1 Cor. 13:14 Paulo claramente cita os que “comem do altar”, referindo-se ao sustento do ministério israelita, daí aplicando o princípio aos que “vivem do evangelho”.

Ficar citando detalhes da legislação mosaica e de como os dízimos eram utilizados não muda coisa alguma do PRINCÍPIO de voluntariado em dedicar a Deus 10% dos rendimentos e a 7a. parte do tempo. Só isso Deus pede de nós. Seria exigir muito? E as bênçãos advindas da fidelidade em obedecer tais princípios, não contam?


Peraí,agora o dízimo é regra?A pergunta do tópico não é se o dízimo é MANDAMENTO,no NT?E se é regra,como o amigo cita,que obrigação temos de cumprir,se não é MANDAMENTO?

Voce cita Abraão e Jacó,como DIZIMISTAS VOLUNTÁRIOS,mas veja,que temos nós com o pacto que eles fizeram?Dirá vc,eram homens de Deus,devemos copiar seus exemplos...pode ser mas pergunto eu a ti:PORQUE ISAQUE,FILHO DE JACÓ E NETO DE ABRAÃO NÃO FEZ ESSE PACTO COM DEUS?ou se fez,porque a bíblia não relata?
E os que vieram depois deles?José,Moisés,Arão e outros ANTES DE A LEI MOSAICA SER DADA AO POVO???
Porque não eram dizimistas,ou melhorando,porque a bíblia não os cita como tal???

Prof.Azenilto,não sou contra os irmãos dizimistas,muito pelo contrário...admiro quem faz esse pacto.Mas daí a querer impo-lo como sendo uma ORDEM DIVINA para os nossos tempos é forçar a barra...não existe embasamento bíblico no NT p/ essa IMPOSIÇÃO...os pastores de hoje tratam essa questão como coisa de vida ou morte,ameaçando os incautos cristãos com o AMALDIÇOADO GAFANHOTO DEVORADOR,que só existe na cabeça deles...

Conheço muitos e muitos cristãos que não são dizimistas e tem uma vida próspera,dentro do limite que Deus permite,são ofertantes e colaboram das mais diversas formas com a Obra de Deus...
E lhe digo,alguns até dentro da sua igreja...


TIREM esse fardo amaldiçoado das costas do povo de Deus...Deus quer de nós apenas a OFERTA VOLUNTÁRIA,a que vem do coração...Ele não precisa dos nossos 10%,nem de 20,ou 80%...Procurem em todo o Novo Testamento e não verão nem um único elogio de Jesus ou dos apóstolos acerca dos dízimos...mas verão Jesus elogiando a mulher que depositou no gazofilácio tudo que tinha EM FORMA DE OFERTA,porque ali não se depositavam dízimos,apenas ofertas...

Que fique bem claro de uma vez por todas:
O POVO DE DEUS NÃO TEM OBRIGAÇÃO NENHUMA COM O DÍZIMO,ORDENANÇA EXCLUSIVA DO POVO JUDEU.NOSSO COMPROMISSO COM A OBRA DE DEUS HOJE SE RESUME ÀS OFERTAS VOLUNTÁRIAS E ESTAS,DE ACORDO COM O QUE CADA UM PROPUSER EM SEU CORAÇÃO!!!


A PAZ DO SENHOR ESTEJA CONVOSCO.
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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Dom 08 Fev 2015, 21:31



A discussão sobre feiticeiros e feitiçarias não serviu de prova alguma de que TODOS os que praticam tais coisas praticam também a consulta com os mortos. Os que promovem horóscopos, por exemplo, estão lidando com algo ligado à feitiçaria e “ciências ocultas”, mas nem por isso consultam mortos. Podem consultar, quando muito, a posição do “Zodíaco”, tentando encontrar ligações com o destino humano.

E não deu UM PIO sobre as demais ordens claras de Deus que NÃO SÃO TRATADAS NO NOVO TESTAMENTO (ou sob a Nova Aliança), como as de não se confeccionar imagens, não cultuar ídolos (que se referem a reproduções de divindades pagãs, não se aplicando a Santos da Igreja, como católicos e ortodoxos praticam), não praticar a bestialidade, não permitir casamento de irmão com irmã. Onde há regras claras, objetivas, específicas, ipsis literis proibindo isso, e TAMBÉM a consulta aos mortos no Novo Testamento?

Sobre a REGRA do dízimo, eu citei os exemplos de voluntariado de Abraão e Jacó para mostrar esse princípio do “dar com alegria”, e na lei mosaica a regra foi incorporada como VONTADE DE DEUS para o benefício de Seus filhos, não que Ele precise de dinheiro.

Se há exploradores da questão do dízimo por aí, são falsários do evangelho. Mas se existe uma falsa pregação a respeito, isso não anula a genuína. Notas falsas só existem porque há as genuínas, às quais deturpam, copiando-as ilegalmente.

Vejamos como Paulo INCORPORA na prática da Igreja a regra (ou lei, como queira) do dízimo:

“Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar, participam do altar? Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho. Mas eu de nenhuma destas coisas usei, e não escrevi isto para que assim se faça comigo. . .” (1 Cor. 9:13-15). 

Ele acentua o princípio do sustento do ministério, dá MANDAMENTO DO SENHOR muito claro com base em como o sacerdócio era sustentado, e diz que NÃO USOU destas coisas, mas NÃO PROÍBE que seja adotado, pois para ele o sustento era por sua conta, porque ASSIM DECIDIU PARTICULARMENTE.

Ademais, o que eu escrevi no quadro acima, sob o título “Os Três Grandes Ausentes de Hebreus 7 a 10” não foi refutado, nem a pergunta ao final respondida. Se o dízimo fosse prefigurativo e abolido, seria citado entre todas as regras cerimoniais enumeradas nesses capítulos bíblicos de ESCLARECIMENTO aos cristãos de origem judaica sobre o seu possível sentido tipológico. E não há a mínima menção a isso, bem como ao sábado e às leis alimentares. Não eram elementos que devessem ser abolidos por terem cumprido alguma função cerimonial, tipológica, simbólica, prefigurativa do plano da salvação.

Sobre esse último ponto, abri um tópico a respeito que recomendo todos a examinarem. Eis o link:

http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t11502-o-divino-manual-para-o-funcionamento-da-maquina-humana#52309

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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Seg 09 Fev 2015, 00:51

Prof.Azenilto reclama de que certas leis que foram dadas por Moisés não são citadas como ABOLIDAS no NT...ora bolas irmão,praticamente nenhuma delas é citada nominalmente mas todas estão inseridas na passagem de Colossensses 2:14:
Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.

Veja,Paulo não menciona nenhuma ordenança em particular mas se refere A TODAS!
Uma boa exegese do texto faz com que qualquer leitor de quociente de inteligencia mediana entenda que,ao não citar nenhuma especificamente ele engloba todas no mesmo saco...

Vc mesmo cita que não existe proibição EXPLÍCITA em relação a algumas leis,por exemplo a do apedrejamento em caso que quebra do 4° mandamento,mas diga-nos,vc ainda apedreja quem quebra o mandamento?

Quanto ao verso de Corintios,que vc usou erradamente p/ justificar(?)a cobrança indevida do dízimo,leia ele de novo,em letras grandes:

Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.

Aponte prá nós aonde está escrito aí que isto se refira ao dízimo...conheço muitos evangelistas que não recebem um unico centavo de suas igrejas e ainda assim vivem do Evangelho...exemplo?
Silas Malafaia,um dos maiores evangelistas deste país,nem pastorado ele exerce...não recebe da igreja ao qual é filiado e vive de suas palestras,livros,vídeos e suas empresas ligadas à pregação do Evangelho...

Não irmão,não é mais necessário a cobrança deste imposto maldito p/ sustentar a Obra de Deus...
Ofertas voluntárias,isso sim é o que nos é pedido nos dias de hoje...

Antes que eu esqueça,vc ainda não postou a passagem que eu pedi,mostrando que o dízimo nos seria exigido hoje,não de forma taxativa como o era no AT...tudo que vc e os defensores desta cobrança espúria fazem é distorcer textos isolados da bíblia,em busca de enganar os pobres cristãos que não se dão ao trabalho de EXAMINAR AS ESCRITURAS...
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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Seg 09 Fev 2015, 06:12


Paulo diz que recebeu DO SENHOR essa recomendação que faz à Igreja, citando especificamente o sistema de sustentação do ministério levítico como MODELO do que está a recomendar. Ora, se ele mesmo mostra o contraste entre sua atitude de voluntariamente dispensar essa regra (pois era um fabricante de tendas), então a comparação com Malafaia não parece convincente. Ou seja, Paulo era um “Malafaia”, que vivia de fabricar tendas, mas reconhece que Deus ordenou à Igreja que haja sustentação do ministério, e o MODELO citado é o sacerdócio levítico. Se Malafaia voluntariamente dispensa a sustentação pela Igreja, ele nesse ponto segue o exemplo paulino, o que não significa uma regra para TODOS os demais pastores de sua denominação (que, aliás, adota o sistema do dízimo).
 
Observe que a questão do dízimo não é tratada especificamente quando o seria, em Hebreus 7 a 10, CASO SE TRATASSE DE UMA REGRA CERIMONIAL, PREFIGURATIVA, ABOLÍVEL. Pelo contrário, quando o dízimo é tratado, a linguagem é de comparação entre o sacerdócio dos que morrem (os dízimos pagos aos sacerdotes) em contraste com o sacerdócio Daquele que NÃO MORRE (ver Heb. 7:22-25), que era segundo a ordem do sacerdote Melquisedeque, a quem Abraão pagou seus dízimos.
 
Sobre a regra de apedrejamento, era do “Código Penal” de Israel e não tinha nenhum caráter prefigurativo, e também não consta nenhuma recomendação de sua aplicação literal. Paulo, por exemplo, em Efé. 6:1-3 fala dos filhos deverem respeitar seus pais, mas os que se revelassem por demais rebeldes não iriam ser mortos, como a lei mandava (Deu. 21:18-21). Por quê?! Aliás, esta passagem é interessante e mostra como Paulo aplica o mandamento adaptando sua linguagem. O que consta de Êxo. 20:12 nesse “primeiro mandamento com promessa” é a da vida longa na terra que Deus prometeu a Israel, e essa terra seria a de Canaã. Mas o Apóstolo adapta isso para qualquer terra em que vivesse o cristão.
 
Temos aí um caso interessante que mostra como promessas e princípios do VT se aplicam ao NT, sob novas circunstâncias.  Os cristãos evangélicos, por exemplo, adaptaram a cerimônia de apresentação no Templo ao 8o. dia com a pequena cerimônia, comum às Igrejas em geral, de apresentação de crianças pequenas diante da Igreja, para uma bênção pastoral. Isso não é ordenado em parte alguma na Bíblia, e não são só meninos, ao oitavo dia, como também as meninas são assim apresentados. É uma “tradição” que se formou, mas que tem sua beleza e utilidade. Isso exemplifica como princípios da lei levítica podem trazer-nos lições e levar-nos a práticas plenamente úteis e adaptáveis à Igreja. No caso de sustento do ministério, a diferença é que ocorre o “assim também vos ordenou o Senhor” . . .

Os comentários do erudito presbiteriano Albert Barnes nesse sentido creio que sintetizam bem o pensamento de outros comentaristas bíblicos clássicos, e o reproduzo abaixo:
 
O argumento do apóstolo aqui é o seguinte: Como os ministros da religião sob a dispensação judaica tinham direito a sustento pela autoridade e lei de Deus, esse fato estabelece um princípio geral que se aplica também ao evangelho--de que Ele pretende que os ministros da religião devam obter o seu sustento em seu trabalho. Se era razoável, então, é razoável agora. Se Deus ordenou, então, é de se presumir que Ele tem a intenção de requerê-lo agora. 
 
Assim também: 
 
Ordenou o Senhor – O Senhor designou, ordenou: “arranjou” que deveria ser assim (διέταξε dietaxe). A palavra aqui significa que Ele fez disso uma lei, ou a requer. A palavra “Senhor” aqui, sem dúvida, refere-se ao Senhor Jesus, que enviou os seus ministros para trabalhar na grande messe do mundo. 
 
Aos que anunciam o evangelho – Aqueles que são enviados por Ele; que dedicam suas vidas a esse trabalho; que são chamados e empregados por Ele nesse serviço. Refere-se, portanto, não só aos apóstolos, mas a todos os que são devidamente convocados para esse trabalho, e que são os Seus embaixadores. 
 
Que vivam do evangelho – devem ser apoiados e mantidos nesse trabalho. Paulo aqui provavelmente se refere à nomeação do Senhor Jesus, quando enviou os Seus discípulos para pregar, Mat. 10:10; Luc. 10:8; comparar com Gal. 6: 6. Pode-se dizer do homem “viver no evangelho”, sendo sustentado enquanto prega, ou derivando sua manutenção nesse trabalho. 
 
Aqui podemos observar: 
 
(1) que a ordem é que devem “viver” (ζῇν zen) do evangelho. Não que devam tornar-se ricos, ou acumular tesouros, ou especular nos mesmos, ou se tornarem comerciantes, agricultores, professores  . . . para o seu sustento; mas devem ter um serviço de manutenção de forma a constituir um meio de vida. Devem ser deixados confortáveis; não ricos. Devem receber o suficiente para evitar que suas mentes sejam ocupadas pelos cuidados de suas famílias quanto a suas necessidades a ponto de levá-los a esquecer da sua dependência de Deus, ou das pessoas. Provavelmente a verdadeira regra é que devem ser capazes de viver como vive a massa das pessoas entre as quais trabalham; que devem ser capazes de receber e atender os pobres, e estar dispostos a fazê-lo; e para que os ricos também não os desprezem, ou se afastem de sua habitação. 
 
(2) Este é um mandamento do Senhor Jesus; e se é um mandamento, deve ser obedecido, tanto quanto qualquer outra lei do Redentor. E se isto é uma ordem, então o ministro tem direito a um sustento; e, em seguida, também as pessoas não têm a liberdade de negligenciá-la. Além disso, há razões fortes por que devem apoiá-la, como há de que devem pagar um professor, um advogado, um médico, ou um trabalhador diarista. O ministro geralmente labuta tão duro quanto os outros; gasta tanto na preparação para a sua obra; e faz tanto bem. E há ainda uma reivindicação maior neste sentido: Deus deu uma ordem expressa neste caso; o que não ocorre nos outros. 
 
(3) O salário de um ministro não deve ser considerado como um “presente” meramente, mais do que o salário de um deputado, um médico ou um advogado. Ele tem direito a isso; e Deus ordenou que devem ser pagos. É, aliás, uma questão de estipulação e de pacto, pelo qual as pessoas concordam em compensá-lo por seus serviços. E, no entanto, há alguma coisa em forma de “dívida” onde há tanta negligência em relação a este assunto? São as pessoas geralmente tão conscienciosas nisso quanto são em pagar um médico ou um comerciante? Não estão os ministros muitas vezes em angústia por aquilo que lhes foi prometido, e que têm o direito de esperar? E não estão a sua utilidade, e a felicidade das pessoas, e a honra da religião, intimamente ligadas à obediência à regra do Senhor Jesus a este respeito?

 
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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Ter 10 Fev 2015, 01:15

O irmão fez uma salada mista,colocando os mais diversos assuntos nela,tentando provar o improvável.
Vc pega tradições,recomendações e orientações e tenta a todo custo transformar em mandamento,chegando mesmo a afirmar tratar-se de tal...mas não mostra o verso que afirme isso...

Outra coisa,vamos desmistificar essa passagem de Hebreus,que vc e tantos defensores do imposto maldito usam prá tentar justificar o injustificável...vamos analisar alguns versos...

Hebreus 7:14
Visto ser manifesto que nosso Senhor procedeu de Judá, e concernente a essa tribo nunca Moisés falou de sacerdócio.

Aqui o escritor afirma que Jesus não fazia parte da linhagem QUE PELA LEI MOSAICA tinha direito de receber dizimos...
Hebreus 7:12
Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei.

Mudou o sacerdote,mudou a lei...no caso da lei mosaica toda ela foi abolida.Só isso já seria suficiente prá mostrar que dízimos nunca mais...
Hebreus 7:26 e 27
Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e feito mais sublime do que os céus;
Que não necessitasse, como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente por seus próprios pecados, e depois pelos do povo; porque isto fez ele, uma vez, oferecendo-se a si mesmo.


Jesus não é um sacerdote que precise sacrificar animais,como tb não precisa do dinheiro dos dizimos...

Hebreus 7:24
Mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo.
Sacerdócio perpétuo...imagine Jesus recebendo dizimos no céu...

Hebreus 7:28
Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens fracos, mas a palavra do juramento, que veio depois da lei, constitui ao Filho, perfeito para sempre.

O Sacerdote atual veio depois da lei,que Ele mesmo aboliu,portanto,sob nova lei(Nova Aliança)nada do que constava da antiga está em vigor,salvo determinação explícita em contrário,como foi o caso do Concílio de Jerusalém,onde os apóstolos proibiram terminantemente o consumo de carne sufocada e sangue,como havia na lei mosaica...não teria sido uma bela oportunidade de reafirmar a obrigatoriedade do pagamento de dizimos,caso eles achassem que assim deveria ser?

Continuo batendo na mesma tecla,traga prá nós um verso que fale de forma EXPLÍCITA,que ainda devemos pagar dizimos...
Repito,a Igreja de Cristo hoje deve ser sustentada como foi a Igreja Apostólica,com ofertas voluntárias...
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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Sex 13 Fev 2015, 21:27


Interessante que o nosso caro Assuero diz num lugar que até acha bonito alguém fielmente devolver o dízimo ao Senhor. Depois, chama de “imposto maldito”. Como um tal tipo de imposto pode ser uma coisa bonita e maldita ao mesmo tempo ele não explica. . .
 
E a questão de citar SACERDÓCIO só complica a situação dele: o tema do dízimo como abolido NÃO É TRATADO nos capítulos 7 a 10 de Hebreus, onde claramente se acham todos os pontos do judaísmo que saíram de cena por terem cumprido o seu papel prefigurativo, cerimonial. Mas é notória a ausência de três importantes itens, que é incrível o autor de Hebreus não analisar à luz de seu sentido para a Israel e a Igreja, no contrexto de tudo quanto diz nesses capítulos iluminadores--o sábado (não é citado como tendo sido abolido por ter cumprido algum papel prefigurativo, cerimonial), as leis higiênicas (idem), o dízimo (idem). Ou seja, é incrível CASO FOSSEM ITENS ABOLIDOS com o fim do Velho Concerto.
 
Quando lemos referência a dízimo no capítulo 7, a ligação é com algo bem diverso do sacerdócio levítico:
 
Mas este com juramento por aquele que lhe disse: Jurou o Senhor, e não se arrependerá; Tu és sacerdote eternamente, Segundo a ordem de Melquisedeque, de tanto melhor aliança Jesus foi feito fiador. E, na verdade, aqueles foram feitos sacerdotes em grande número, porque pela morte foram impedidos de permanecer, mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo. Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles. Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e feito mais sublime do que os céus; que não necessitasse, como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente por seus próprios pecados, e depois pelos do povo; porque isto fez ele, uma vez, oferecendo-se a si mesmo. Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens fracos, mas a palavra do juramento, que veio depois da lei, constitui ao Filho, perfeito para sempre.
(Heb. 7:21-28).
 
Notem o vs. 28 que traça um paralelo entre o Filho, constituído Sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque, sob a Nova Aliança, superior, pelo contexto, em que há um claro contraste entre os sacerdotes terrenos que morriam, e o que NÃO MORRE, reforçando o que fora dito antes:
 
Considerai, pois, quão grande era este, a quem até o patriarca Abraão deu os dízimos dos despojos. E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão. Mas aquele, cuja genealogia não é contada entre eles, tomou dízimos de Abraão, e abençoou o que tinha as promessas. Ora, sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior. E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive. (Heb. 7:4-8').

O exemplo de Abraão é citado para mostrar contraste entre ambos os sacerdócios, e o dízimo entra nessa comparação inescapavelmente, sem haver qualquer menção do PRINCÍPIO acatado por Abraão (da voluntariedade do dar, e fazê-lo mediante a decisão do dízimo) ficar de fora do quadro, o que Paulo vem confirmar em 1a. Cor. 9:13, 14 lembrando o sustento do sacerdócio para servir de modelo aos que “vivem do evangelho”.
 
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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Sab 14 Fev 2015, 13:31

Prof.Azenilto escreveu:
Interessante que o nosso caro Assuero diz num lugar que até acha bonito alguém fielmente devolver o dízimo ao Senhor. Depois, chama de “imposto maldito”. Como um tal tipo de imposto pode ser uma coisa bonita e maldita ao mesmo tempo ele não explica. . .

Me referi ao exemplo de fidelidade,não ao imposto em si...fidelidade sempre é bonito,embora nem sempre seja correto...basta vermos o exemplo de Adão,que foi fiel à Eva rompendo a fidelidade que deveria ter com Deus...

Prof.Azenilto escreveu:
O exemplo de Abraão é citado para mostrar contraste entre ambos os sacerdócios, e o dízimo entra nessa comparação inescapavelmente, sem haver qualquer menção do PRINCÍPIO acatado por Abraão (da voluntariedade do dar, e fazê-lo mediante a decisão do dízimo) ficar de fora do quadro, o que Paulo vem confirmar em 1a. Cor. 9:13, 14 lembrando o sustento do sacerdócio para servir de modelo aos que “vivem do evangelho”.

Como vc mesmo citou,trata-se de um principio pessoal,um voto particular,não um mandamento...

Continuamos esperando o amigo postar um verso CLARO,EXPLÍCITO E INSOFISMÁVEL,ordenando o pagamento de dízimos no NT...usar o capítulo 9 de Coríntios a partir de interpretações próprias passa a ser PRETEXTO e não contexto...
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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   Qua 18 Fev 2015, 16:20


Olá, amigo--o voluntariado de Abraão tornou-se clara LEI para Israel. Paulo faz menção ao princípio da lei com aplicação para o ministério cristão. É tão simples de entender isso--o MODELO em que Paulo se baseia para sugerir que os que trabalham no evangelho, vivam do evangelho é o que a LEI determinava--10% de todos os ganhos.

Passagem específica para estabelecer o dízimo para a Igreja compara-se a outras ausências de princípios que os cristãos acatam, sem serem repetidos ipsis literis no Novo Testamento, como da própria observância do sábado (ou de algum outro dia de repouso semanal), da proibição de casamento de irmão com irmã, idem quanto à prática de bestialidade (sexo com animais) e de consulta aos mortos.

Sempre recordando que argumentos do silêncio não servem de prova nem contraprova de coisa alguma.
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MensagemAssunto: Re: Dízimo como Mandamento pergunta para o irmão Assuero   

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